Só Esoterismo, Misticismo, Bruxaria.
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Quinta-feira, Março 27, 2008
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.SAIR DO CORPO DURANTE O SONO?
Você já saiu de seu corpo enquanto estava dormindo e viu seu quarto de cima? Você se viu?
Há pessoas que conseguem essa façanha com alguma freqüência. Outras, como eu, só a experimentaram uma vez na vida. E gostaria de dividir com vocês pois foi extremamente impressionante.
Não estava tentando viagem astral nem nada disso. Eu estava grávida, passando uma temporada na casa do meu namorado, pai do meu filho. Eu estava sonhando e de repente fui parar num quarto. Eu achava que estava numa cama de hospital, pois que era bem alta. E, da luz, só via penumbra. Meu namorado estava bem à minha frente, sentado, trabalhando no computador. Pra mim, tudo aquilo fazia parte do sonho, mas eu achava estranho porque eu tentava falar com ele e ele não respondia.
Então, depois de muitas tentativas frustradas, eu acordei. E quando abri os olhos lá estava meu namorado sentado em frente ao computador, de costas pra mim, com a mesma roupa que tinha visto no "sonho".
Só então pude me dar conta do que realmente aconteceu.
E você, já teve uma experiência dessas?
postado por: Vendaval! 6:24 PM
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ὡς οὐρανός τε γαῖά τ' ἦν μορφὴ μία·
ἐπεὶ δ' ἐχωρίσθησαν ἀλλήλων δίχα,
τίκτουσὶ πάντα κἀνέδωκαν εἰς φάος,
δένδρη, πετεὶνά, θῆρας οὕς θ' ἅλμη τρέφεὶ
γένος τε θνητῶν.
o céu a terra eram uma só forma;
e quando se separaram um do outro, em dois,
criaram todas as coisas e levaram-nas à luz:
árvores, aves, animais, seres que o mar alimenta
e a raça dos mortais.
Eurípides, fr. 484.2-6
postado por: Vendaval! 6:08 PM
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ALFABETO DAS MUSAS E DEUSAS
Letra G
GÉIA
[mitologia grega]
Deusa da terra que era irmã e esposa de Urano, o deus do céu. A união dos dois criou o universo manifesto
GESHTINANA
[mitologia sumeriana]
Era o nome da irmã de Dummuzzi que se ofereceu para rendê-lo no sub-mundo. Inanna sensibilizada por seu desprendimento e amor, delibera que o tempo de permanência no inferno, seria revezado entre os dois.
É vista como sendo um símbolo da mulher que pode ser a irmã e companheira do homem mortal.
GÓRGONA
[mitologia grega]
Conta o mito, que as Górgonas eram em número de três: Medusa, Esteno e Euríale, e que eram lindas mulheres, mas como Medusa ofendeu a deusa Atena, as três irmãs foram transformadas em monstros alados com olhos saltados, dentes imensos, línguas salientes, garras de bronze e cabelos de serpente.
Seu olhar transformava os homens em pedra.
GRÉIAS
[mitologia grega]
Três velhas encarquilhadas com um só olho e um só dente para as três. Com esse único olho eram capazes de ver qualquer coisa no mundo.
O herói Perseu teve que procurar a caverna onde moravam e conseguir delas a localização secreta da Górgona Medusa, que ele tinha como incumbência matar.
(por Claudia Araújo)
Meio do Céu.
postado por: Vendaval! 6:01 PM
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ALFABETO DAS MUSAS E DEUSAS
Letra F
FAND
[mitologia celta]
Esposa do rei do mar Manannan, que se apaixonou por Churchulain e que é associada à andorinha.
FEBE
[mitologia grega]
Titanesa que era filha de Urano e de Gaia.
FEDRA
[mitologia grega]
Filha de rei Minos de Creta e que acabou por ser a esposa do herói Teseu, rei de Atenas. Apaixonou-se perdidamente pelo filho dele Hipólito, num castigo que Afrodite lançara contra ele que não correspondeu aos seus avanços.
Desesperada e envergonhada se enforcou, deixando um bilhete de suicida, explicando que tinha sido violentada por Hipólito.
Enraivecido, Teseu amaldiçoou o filho só vindo a descobrir a verdade depois que a maldição tinha sido cumprida, e o deus Possêidon tinha feito matar Hipólito por um gigantesco touro do mar que assustou seus cavalos.
FORTUNA
[mitologia romana]
Nome dado a deusa do destino, que já foi identificada como sendo a Ísis, ou a Diquê grega, ela é considerada uma deusa da sorte e seu atributo é a cornucópia da abundância
FREYA
[mitologia germânica]
Deusa da juventude, do amor e da beleza que cultivava as maçãs de ouro que as divindades comiam para que pudessem manter sua jovialidade e imortalidade. Era a irmão de Freya, de Froh e de Donner.
FRICKA
[mitologia germânica]
Esposa de Wotan, era a deusa do casamento e da felicidade. Irmã de Freya, de Froh e de Donner.
FUDO
[mitologia japonesa]
Era o nome do deusa da sabedoria para os japoneses.
FÚRIAS
[mitologia grega]
Quando Saturno castrou Urano, um pouco de sangue do seu falo desmembrado caiu ao solo, o útero de Gaia, dando origem às Fúrias, que são as filhas do sangue resultante da ferida ocasionada por sua castração, com Gaia, a Terra.
(por Claudia Araújo)
Meio do Céu.
postado por: Vendaval! 6:00 PM
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ALFABETO DAS MUSAS E DEUSAS
Letra E
ECO
[mitologia grega]
Era o nome de uma ninfa que era a filha do Ar e da Terra e que apaixonou-se por Narciso. Desesperada ao sentir que não poderia ter o seu amor sentiu-se desorientada perambulando entre bosques e rochedos. Ao escutar o eco de suas lamentações, identificou-se com o rochedo.
É considerada como sendo um símbolo de regressão, de quem se desidentificou, o que significa que Eco foi possuída pelo inconsciente, identificando-se com ele.
EGÉRIA
[mitologia romana]
Era uma ninfa das águas cristalinas, protetora do parto e que se casou com o rei Numa.
Diz-se que as águas de sua fonte curavam os enfermos.
Ao que tudo indica, o casamento de Egéria e Numa foi um ritual de casamento sagrado, do hierosgamos para garantia da fertilidade.
Existem suposições de que Egéria tenha sido o nome local de Diana no bosque de Nemi. No entanto, segundo o mito, foi aos seus cuidados que Diana entregou Hipólito depois que esse foi ressuscitado por Esculápio. Nesse bosque ele foi chamado de Vírgio.
ELÉCTRA
[mitologia grega]
Filha de Agamenon e Clitemnestra que teve o pai assassinado pela mãe e pelo amante.
Revoltada resolveu vingar a morte do pai junto com o irmão Orestes.
É um símbolo do amor passional da filha pelo pai, da mesma forma que Édipo simboliza esse amor do filho em relação a mãe e que obsta seu crescimento e individuação, na medida em que este se torna prisioneiro dos arquétipos parentais.
EPONA
[mitologia céltica]
Era a deusa dos cavalariços.
EQUIDINA
[mitologia grega]
É um ser teriomórfico que da cintura para cima era mulher e da cintura para baixo, uma serpente e que era considerada como sendo um símbolo da mãe com toda a ambivalência do arquétipo: de um lado um ser atraente e do outro um ser aterrador em função da proibição do incesto.
Equidina numa relação incestuosa com seu filho Ortro, gerou a Esfinge com a qual Édipo se defrontou.
Simboliza o eterno desejo, o desejo insaciável que jamais se extingue.
ERDA
[mitologia germânica]
Deusa da sabedoria que residia nas profundezas da terra e que é uma mãe terrena cuja influência precede à de Wotan. É a mãe da valquíria Brunhilde, uma das nove filhas imortais de Wotan.
ERESHKIGAL
[mitologia sumeriana]
A terrível deusa do inferno, cujo nome significa "Senhora da Grande região Inferior", a rainha dos mortos e do mundo subterrâneo.
Seu vizir é denominado Namtar, nome que significa "destino".
Antes de ser relegada ao mundo inferior pelo patriarcado, era uma deusa dos cereais que morava no mundo superior. Nesse período anterior à sua descida, era conhecida pelo nome de Ninlil, e diziam-na a esposa de Enlil, o deus sol da segunda geração que violentou-a seguidamente ocultando-se em disfarces.
Enlil foi punido pelos deuses e mandado para o mundo inferior, mas Ninlil solidária com sua sina, seguiu-o, quando passou a se chamar Ereshkigal.
Esse seu poder feminino passou então a fazer parte do reino do inconsciente não se encontrando mais à disposição do ego uma vez que fora rebaixado pelo masculino.
O reino de Ereshkigal possui sete portas e um poste para pendurar o visitante. Nessa sua união no mundo inferior, nasceu Nana-Sinn, o deus lua, pai de Inanna e do deus sol Utu.
Ereshkigal é um símbolo da instintividade crua, que é completamente separada da consciência, podendo ainda ser considerada como a sombra de Inanna.
ERÍNIAS
[mitologia grega]
Esse era um dos nomes das temíveis Fúrias, que também eram apelidadas de Eumênides ou "cães de Hades ".
As Erínias são as deusas da vingança, punindo os que derramaram o sangue da família ou que quebraram juramentos e são as guardiães da lei natural que punem aqueles que a desrespeitam.
Na cosmogonia de Hesíodo, elas surgem do sangue caído sobre a terra do deus Urano castrado.
Em Ésquilo elas são filhas de Nyx, a deusa da Noite. Em geral são três, que às vezes são mostradas como um enxame destrutivo, armadas de tochas e chicotes, com cobras na cabeça.
Sua punição é a loucura.
EUMÊNIDES
[mitologia grega]
Eufemismo para designar as Erínias, as deusas da vingança. Esse nome significa "benfeitoras".
EURÍDICE
[mitologia grega]
Mulher de Orfeu que morreu picada pela mordida de uma cobra no calcanhar a mando de Ílades, que havia se apaixonado por ela, e desejava levá-la com ele para viver no inferno.
Nesse mito, o calcanhar aparece simbolizado tal como no mito de Aquiles, reportando-nos à falta de apoio.
EURÍNOME
[mitologia grega]
Filha de Oceano, e que foi uma das amantes de Zeus de quem concebeu as três Graças ou Chárites.
EUROPA
[mitologia grega]
Mulher mortal por quem Zeus se apaixonou, levou para Creta e violentou, na forma de um touro branco.
Ela lhe deu três filhos - Sárpedon, Radamento e o rei Minos.
Europa era irmã de Cádmus.
(por Claudia Araújo)
Meio do Céu.
postado por: Vendaval! 5:56 PM
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DEUSES E HERÓIS:
Letra G
GANIMEDES
[mitologia grega]
Era o nome de um belo jovem que era filho do rei Trós de Tróia.Zeus tomado de desejos pelo rapaz, transformou-se em águia e o raptou, levando-o para o Monte Olimpo, onde ele ganhou a imortalidade e passou a ser o escansão dos deuses.
GEB
[mitologia egípcia]
Era o nome do marido de Nut, que era associado ao Cronos grego.
GIGANTES
[mitologia grega]
Seres ctônicos que Gaia (Terra) colocou no mundo no intuito de auxiliar na libertação dos titãs que Zeus havia encerrado no Tártaro.São considerados como sendo seres vazios de conteúdo espiritual e um retrato da estupidez humana, posto que simbolizam fatores emocionais de força bruta que não emergiram ainda no nível da consciência.Sendo conhecidos por seu tamanho e estupidez, podem representar as emoções estúpidas.Segundo a tradição órfica, os homens teriam se originado da fumaça que saiu da cremação dos gigantes mortos.
GILGAMESH
[mitologia sumeriana]
Em parte divino e em parte humano, na lista dos reis sumerianos era mencionado como sendo o quinto rei da primeira dinastia de Erec, após o dilúvio. Governou tão tiranicamente, que os deuses criaram o herói Enkidu para punir o opressor. Após uma prova de força no entanto, os dois votaram-se amizade eterna e partiram para matar Huwawa, o gigante com hálito de fogo. Depois da vitória, Gilgamesh é tentado por Inanna, que ele rejeita numa simbólica de não submissão ao matriarcado e marcando uma transição para o período patriarcal.A deusa ofende-se e manda um touro do céu para devastar Erec. Esse touro acaba sendo morto por Gilgamesh. Enkidu morre na luta e Gilgamesh temendo a morte, parte em busca da imortalidade.
Ao apoderar-se da erva que lhe concederia a imortalidade, quase atinge sua meta; mas enquanto adormecido, uma serpente lhe rouba o elixir que fora feito com a erva.
A sua saga é um símbolo da luta dos deuses (o inconsciente) para derrubá-lo, uma vez que estava obtendo excessivos sucessos e vivenciando um estado de inflação. Essa história simboliza ainda a necessidade de que o homem, mesmo sendo bem sucedido, não se esqueça de sua dependência ao inconsciente, à Deus.
(por Claudia Araújo)
Meio do Céu.
postado por: Vendaval! 5:54 PM
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DEUSES E HERÓIS:
Letra F
FAFNIR e FASOLT
[mitologia germânica]
Dois gigantes, os últimos da raça dos mestres construtores, que discutiram após haverem construído o Válhalla, por causa de um tesouro de ouro roubado das Donzelas do Reno pelos Niebelungos ou anões.Fafnir assassinou seu irmão Fasolt e em seguida se transformou através do Elmo de Tarn que se encontrava de posse, num dragão para guardar o tesouro.Acabou sendo morto pelo herói Siegfried, que foi criado por Mimir, irmão de Alberich, o anão que havia roubado o ouro.Esses dois gigantes são um símbolo da nossa sombra inconsciente, que junto à sede excessiva de riqueza e poder nos leva à destruição.Fasolt era tido como sendo o irmão luz, bom, enquanto que Fafnir era a sombra, o negro, o mal.
FOICIS
[mitologia grega]
Filho de Ponto e Gaia, era o pai das Gréias: Ênia, Pefédes e Dino, que são irmãos das Górgonas.
FRIXO
[mitologia grega]
Príncipe de Iolco, irmão de Hele, com quem partiu montado num carneiro de ouro para que escapassem à ira da madrasta perversa, enviado por Zeus. Hele caiu no mar e se afogou , mas Frixo chegou em segurança à Cólquida, à corte do rei Eetes, onde sacrificou o carneiro.Seu tosão tornou-se o Tosão de Ouro, mais tarde roubado por Jasão.
FROH
[mitologia germânica]
Era o deus dos campos, irmão protetor de Freya que criou a Ponte do Arco-íris para o Válhalla.
(por Claudia Araújo)
Meio do Céu.
postado por: Vendaval! 5:52 PM
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DEUSES E HERÓIS:
Letra E
EA
[mitologia babilônica]
Deus da água que também é um deus criador de suprema sabedoria e é retratado como uma cabra com cauda de peixe, de onde se deriva a imagem da cabra-peixe capricorniana. É o padroeiro da mágica e o criador do homem que modelou em argila. Esse deus também era conhecido como Oannes.É considerado como sendo o Primal-Oceano, a Serpente antiga, o Deus-Peixe ou Leviatã.Segundo o mito, esse deus oriundo das profundezas das águas e deus da sabedoria, subjugou seu pai Apsû, que era considerado o gerador dos grandes deuses.Existe nesse mito uma alusão à morte dos arquétipos parentais enquanto fator de libertação e crescimento.
EETES
[mitologia grega]
Rei da Cólquida que era filho do deus-Sol Hélio e que tornou-se guardião do Tosão de Ouro e conservou-o até que a filha Medeia, apaixonou-se pelo herói Jasão, fugindo com o amante e o Tosão.Na história de Jasão, ele simboliza o "Pai Terrível" arquetípico, enquanto que Pélias era seu pai pessoal.
EGISTO
[mitologia grega]
Amante da rainha Clitemnestra de Argos e que conspirou com ela para assassinar o marido Agamenon, quando o rei voltou da Guerra de Tróia.O próprio Egisto foi assassinado por Orestes, filho de Clitemnestra e Agamenon.
ENÉAS
[mitologia grega]
Filho de Afrodite e Anquises, que amou a deusa acreditando que ela fosse uma mortal, filha do rei da Frígia que a teria abandonado num bosque.
ENLIL
[mitologia sumeriana]
É o deus da esfera celestial, o Senhor da Treva Celestial, Pai da Lua, Rei das Tempestades e Senhor dos Ventos.Foi esse deus que destronou Anu, o pai dos deuses e cujo nome tem o significado de "demônio-chefe".Enlil era representado por um touro alado posto que acreditava-se que morasse no cume de uma montanha.
Popularmente era conhecido como Bel, o deus que destruiu o dragão.
ENKIDU
[mitologia sumeriana]
Era quase um animal que perambulava e pastava nos matos, um homem cabeludo e selvagem.
Gilgamesh decide capturá-lo por intermédio de uma prostituta sagrada que após alguns dias em sua companhia, venceu sua natureza selvagem.
ENKI
[mitologia sumeriana]
Deus das águas e da sabedoria cujo nome significava "Senhor da Terra".Suas águas eram comparadas ao poder gerador do sêmen e do líquido amniótico e costuma ser representado segurando uma jarra que verte água.É o macho procriador que contém em si os opostos, posto que era de natureza hermafrodita. É um deus escultor, que era protetor dos artesãos e dos artistas, análogo ao Hermes grego, ao Mercúrio romano e ao Loki germânico.
ÉOLO
[mitologia grega]
Deus do vento, filho de Netuno e que habitava a ilha de Eólia, numa caverna onde guardava os ventos.Éolo costumava perseguir as nuvens, levando-as para sua caverna, na intenção de que esse seu ato resultaria em bom tempo.
EOS
[mitologia grega]
Simboliza a aurora.
EPIMETEU
[mitologia grega]
Irmão do titã Prometeu cujo nome significa " o que pensa depois" ou " o que aprende com os fatos".Recebeu como esposa Pandora que uma mulher criada pelos deuses para atormentar os homens. Como dote, ela trouxe a famosa caixa contendo todas as aflições que agora atormentam a humanidade-doença, velhice, morte, depressão, conflito e medo. A esperança também estava na caixa e foi a última à sair, num significado de que a humanidade ainda poderia prosseguir.
ÉREBO
[mitologia grega]
Irmão de Nix que era considerado como sendo uma das faces das trevas do mundo, e que é um símbolo da obscuridade do inferno.
EROS
[mitologia grega]
Filho de Ares com Afrodite, o deus da batalha e a deusa do amor que é representado na arte grega clássica como um garoto rechonchudo com um arco e uma flecha que fere os mortais despertando neles o sentimento de amor. Na mitologia romana era chamado de Cupido.Alguns mitólogos dizem que inicialmente era um deus Criador Primordial cuja paixão criou o universo manifesto. Também é um deus da morte, que Platão chamou de "grande daimon"."DAIMON" significa dispensador do destino.
ESCULÁPIO
[mitologia romana]
Análogo ao grego Asclépio, era o deus da medicina que era responsável pelas curas no mundo dos deuses gregos. Filho de Apolo e Corônis, aprendeu as artes médicas com o centauro Quíron.Zeus fulminou-o com um raio temendo seu poder de ressuscitar os mortos.
ESMINTEU
[mitologia grega]
Uma das mais antigas denominações do deus Apolo quando ele ainda era tido como sendo o filho-amante da Grande-Mãe.
(por Claudia Araujo)
Meio do Céu.
postado por: Vendaval! 5:48 PM
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DEUSES E HERÓIS:
Letra D
DADÓFOROS
[mitologia grega]
Deuses de luz que fazem parte do culto de Mitra e que são representados por um arco e um punhal, armas que também são consideradas como sendo atributos de Mitra.São figuras infantis próximas a de Men, dos Cabiros e dos Dáctilos, todos considerados como sendo símbolos fálicos.
DÁTILOS
[mitologia grega]
Deuses anões, servos da Grande-Mãe.Eles São ferreiros, artesãos e cuidam das plantas e dos animais que simbolizam forças criadoras personificadas que possuem como símbolo o falo.Em Roma os dáctilos eram sacerdotes de Cibele, a deusa romana das cavernas.Segundo uma lenda, eles seriam originários do pó que a Ninfa Anquiale jogou atrás de si.
DÉDALO
[mitologia grega]
Mestre artesão de Creta, incumbido pelo rei Minos de construir um labirinto para abrigar o monstruoso Minotauro que foi morto por Teseu.Esse feito de Teseu valeu o aprisionamento de Dédalo e de seu filho Ícaro, uma vez que o rei Minos achava que ele havia instruído Teseu em como se orientar dentro do labirinto.Na prisão ele constrói asas de cera para si e para seu filho fugindo em seguida para a Sicília.Ícaro aproximou-se tanto do sol que suas asas se soltaram ao derreter a cera que as prendia, quando morreu no mar onde caiu.Dédalo é um símbolo do homem que não conhece seus limites e que possui uma ambição desmesurada.
DEUCALIÃO
[mitologia grega]
Era o filho de Prometeu cuja história possui uma analogia com a de Noé.Zeus resolveu destruir o mundo fazendo com que caísse um dilúvio que durou nove dias, uma vez que a maldade predominava na face da terra. Deucalião e Pirra, sua mulher, que mantinham-se fiéis aos deuses, foram aconselhados a construir um barco para que garantissem sua sobrevivência.Quando as águas baixaram o casal aportou no Monte Párnaso e sós no mundo resolveram consultar um oráculo para decidir o que deveriam fazer. O oráculo lhes ordenou que jogassem os ossos de sua mãe para trás e eles entenderam que ao dizer mãe, o oráculo referia-se a MÚ, Terra e apanharam então pedras que lançaram por sobre seus ombros.As pedras lançadas por eles transformaram-se em seres humanos que se constituíram nos novos habitantes da terra.Existe uma analogia entre essa narrativa mítica e a operação alquímica da solutio como uma forma de livrar-se das impurezas.
DIOMEDES
[mitologia grega]
Herói grego que possuía grande destreza e chegou a machucar Ares numa luta corporal.
DIONISO
[mitologia grega]
Um deus complexo e multifacetado que é ao mesmo tempo uma divindade da vida, do êxtase e da sexualidade além de ser um deus da morte.Filho de Zeus com Sêmele é retratado como sendo um jovem vagamente andrógino.Hera o enlouqueceu e ele perambulou por todo o mundo ensinando a arte da vinicultura e iniciando homens e mulheres em seus mistérios orgiásticos. As mulheres que o reverenciavam e faziam parte de seu cortejo, eram chamadas de Mênades ou Bacantes, que por meio de seus rituais de orgia, imitavam o drama de seu sofrimentoQuando criança foi despedaçado pelos titãs e devolvido à vida por Deméter.Há muita crueldade em sua natureza porém ele é um deus redentor que concede o mistério da vida eterna.Sua mãe Sêmele, era filha de Cádmus e de Harmonia e enquanto amante de Zeus, é tomada pelo desejo de ver o amado em sua verdadeira forma.Zeus se apresenta então em forma de raio e ela cai fulminada. Do seu ventre é retirado Dioniso, o fruto dessa união que Hermes enxerta na coxa de Zeus para que se complete a gestação.Esse deus da vegetação, das vinhas e dos frutos simboliza a fecundidade animal, vegetal e humana.Casou-se com Ariadne que também era considerada uma deusa da vegetação e era considerado como um deus das mulheres que assim como Ártemis, estava associado a montaria e a caça; tanto que as Mênades ou Bacantes, seu séquito de seguidoras eram chamadas de cães de caça.Entre os deuses era o único marido fiel e Ariadne era a mulher a quem ele era fiel o que faz com que simbolize o próprio falo à disposição das mulheres.Mais tarde, o jovem deus vai ao inferno para resgatar sua mãe e a leva para o Olimpo, sendo a partir de então considerado como um símbolo do iniciador ou do condutor de almas.Representa as forças obscuras do inconsciente e a quebra dos tabus, além da regressão da consciência através da submersão no inconsciente para que possa então renascer livre e autêntica.Por vezes era representado como um touro e suas seguidoras costumavam usar chifres como se fossem vacas. Dioniso é também considerado como símbolo da indiferença em relação às diferenças; ele é o próprio curso do tempo que tudo transforma.
DIS
[mitologia romana]
Outro nome de Plutão, o deus do inferno.Esse nome significa "rico".
DONNER
[mitologia germânica]
Era o nome do deus do raio e do trovão, que ele pode evocar com seu martelo mágico; é o irmão de Fricka e de Freya.
DYAUS-PITAR
[mitologia védica]
Era o Pai dos deuses para os vedas, era um ser pessoal. Deva= Deus e Pitar= Pai.
É descrito no Rig/Veda como sendo um touro rubro e berrando para baixo, é comparado ainda à um coral negro recoberto de pérolas.
(por Claudia Araujo)
Meio do Céu.
postado por: Vendaval! 3:30 AM
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DEUSES E HERÓIS:
Letra C
CABIROS
[mitologia grega]
Eram demônios fálicos considerados como sendo filhos de Hefesto e que eram os protetores dos navegantes. São símbolos dos poderes impenetráveis do espírito.
CÁDMUS
[mitologia grega]
Era o nome do filho de Agenor, rei de Tiro e irmão de Europa, que foi raptada por Zeus na forma de um touro, o que fez com que Cádmus partisse à sua procura.Por desígnio divino, porém, ele recebeu ordem de abandonar tal busca e seguir os passos de certa novilha até que esta se deitasse para repousar. Ao mesmo tempo, foi-lhe prometido que ele teria por esposa Harmonia, a filha de Ares e Afrodite.Quando a novilha deitou-se, Cádmus pretendendo sacrificá-la enviou seus companheiros em busca de água para o sacrifício. Eles a encontraram num bosque sagrado, pertencente a Ares e guardado por um dragão filho de Ares, que matou a maioria dos companheiros de Cádmus. Isto tanto o enfureceu que ele matou o dragão e tomou Harmonia por esposa.Cádmus semeou os dentes do dragão na terra, e destes brotaram homens armados, a lutar uns contra os outros até que só restassem cinco deles que então, escolheram Cádmus para ser líder e afixaram a pele do dragão num carvalho.Cádmus era o pai de Sêmele, amante de Zeus e mãe de Dioniso.
CARONTE
[mitologia grega]
O velho barqueiro que conduz as almas dos mortos pelo rio Estige até o inferno e que precisa receber uma moeda em pagamento pois caso contrário, a alma do morto fica eternamente vagando na outra margem.O simbolismo de dar a moeda a Caronte para que faça a travessia, encontra paralelismo na entrega do pão de mel a Cérbero para que esse possa ser apaziguado.Essa doação também pode ter a simbólica de que para se entrar no inferno, algo de valor precisa ser dado.Caronte também é conhecido como "O CAVALGADOR".
CASTOR
[mitologia grega]
Um dos dois gêmeos associados à constelação de Gêmeos.Castor era o irmão imortal, gerado por Zeus sendo que seu irmão Polideuces (Pólux em latim) era mortal, gerado pelo rei Tíndaro de Esparta.Castor e Pólux lutaram contra outro par de gêmeos chamados Idas e Linceu; Pólux foi morto. Castor lamentou-se tão amargamente que Zeus prometeu conceder-lhes períodos alternados no inferno e no Monte Olimpo, para que pudessem ficar juntos.Mais tarde, Zeus transformou-os na constelação de Gêmeos.Existe uma versão que conta que Zeus em forma de cisne uniu-se com Leda, que mais tarde botou um ovo como fruto dessa união e que depois de chocado deu origem a Castor e Pólux, o par de gêmeos em que um é mortal e o outro divino.É um mito que tem como finalidade simbolizar a dualidade humana; de um lado há o sentido do eterno, do espiritual; do outro, o sentido do concreto, do terreno. Um lado no campo divino, enquanto que o outro no campo terreno.
CEFEU
[mitologia grega]
Era o nome do pai de Andrômeda, que era o marido da rainha Cassiopéia da Etiópia.
CENTAUROS
[mitologia grega]
São seres mitológicos, metade homem e metade cavalo e que simbolizam por vezes a força bruta e / ou a disposição para o bom combate. O mais famoso deles foi o médico Quíron.Eram considerados como sendo deuses do vento e símbolos do inconsciente.
CEOS
[mitologia grega]
Era o nome de um titã, filho de Urano e Gaia que era casado com Febe "A Brilhante"; com quem teve Leto.
CÍCLOPES
[mitologia grega]
Eram filhos de Urano e Gaia eram em número de três: Arges que simbolizava "A Luz do Relâmpago"; Esteropes "As Nuvens da Tempestade" e Brontes "O Ronco do trovão".São considerados como sendo símbolo das forças incontroláveis da natureza.
CINIRAS
[mitologia grega]
Era o nome do pai de Adônis, e que era considerado como sendo um excelente carpinteiro.
CIPARISSOS
[mitologia grega]
É o nome de um jovem que foi amado por Apolo, mas que para fugir a seu assédio implorou aos deuses por socorro e foi transformado numa árvore, o cipreste.
COTOS
[mitologia grega]
Era o nome de um dos Hecatônquiros ou Monstros dos Cem Braços.
COXDOX
[mitologia maia]
Análogo à Noé, salvou-se do dilúvio em companhia de sua mulher, construindo uma jangada de ciprestes.
CREONTE
[mitologia grega]
É o nome do rei de Corinto que ao querer casar sua filha com Jasão, sem o saber sentenciou sua morte.Medéia que acompanhava Jasão em sua viagem no Argos finge aceitar o suposto casamento, mas em contrapartida oferece à noiva um vestido impregnado de veneno; em seguida mata os filhos que havia tido com Jasão e foge num carro voador.
CRIOS
[mitologia grega]
Era o nome de um dos titãs, filho de Urano e de Gaia.
CRISAOR
[mitologia grega]
É o Ser da Espada de Ouro, o filho de Possêidon e de Medusa, o irmão de Pégaso, o Cavalo Alado.
CRONO
[mitologia grega]
Eqüivale ao Saturno romano. Filho de Urano e Gaia é uma divindade da terra e um deus da fertilidade que era o mais novo dos Titãs e que foi quem liderou a rebelião deles contra o pai, castrando-o com uma foice e tornando-se rei dos deuses.Temendo ser um dia destronado por um de seus filhos devorava um a um todos os que nasciam.
Crono teve vários filhos com a titanesa Réia, sua irmã, mas devorava os seus filhos em virtude da maldição que Gaia sua mãe lhe havia lançado em virtude da castração do pai, de que um dia seria destronado por um deles. Sendo assim, gerou e engoliu: Héstia, Deméter, Hera, Hades e Possêidon.Réia, quando do nascimento de seu filho mais moço Zeus, temendo que tivesse o mesmo destino que os outros, viaja e dá a luz em Creta. Ao voltar, entrega a Crono uma pedra envolta num manto infantil para que seja devorada.Anos mais tarde, Cronos acabou sendo destronado exatamente por um de seus filhos, Zeus.
Cronos é retratado como um velho e é um símbolo do desejo e da ambição insaciáveis, daí a simbólica de devorar seus próprios filhos visando a manutenção do poder.
CUPIDO
[mitologia romana]
Análogo ao Eros romano, era considerado como sendo o deus do amor. É o apaixonado de Psiquê.Vênus sua mãe, sente-se afrontada com a beleza de Psiquê e pede a Cupido que faça através de suas flechas, com que Psiquê se apaixone pelo homem mais desprezível da terra.Cupido obedece as ordens maternas, mas ao se aproximar de Psiquê espanta-se com a beleza da mortal e fere-se numa de suas flechas apaixonando-se por ela.Segue-se então uma história de amor onde é sempre pedido a amada que não olhe a face do seu amor, que só a procura à noite, amando-a no escuro. Certo dia, Psiquê sucumbe à curiosidade que lhe foi implantada por suas invejosas irmãs, e aproxima-se do amado no intuito de ver-lhe o rosto.O destino então muda o rumo de sua história quando cai uma gota de óleo da lamparina no rosto do deus do amor. Cupido foge de Psiquê que desesperada o procura incansavelmente e mais tarde sem mais saber o que fazer pede auxílio à Vênus.A deusa lhe impõe duras provas das quais Psiquê se desincumbe; exceto a última, que consistia em ir ao Tártaro com a finalidade de buscar com Perséfone, a deusa do inferno, uma caixinha que Vênus dizia conter o óleo da beleza.Psiquê desejosa de fazer-se bonita para o amado, abre a caixinha e desfalece.Cupido então se manifesta, penalizado com a dor da amada e através do amor de Psiquê ele teve a oportunidade de transformar-se de um menino travesso dependente da mãe, num homem capaz de assumir o sentimento com o qual sempre brincou e de partir para a busca de sua realização afetiva.Zeus interfere transformando a mortal numa deusa e levando-a para o Olimpo onde finalmente casa-se com Cupido.
O amor dos dois perpetua-se através do nascimento de sua filha Volúpia.Esse mito retrata o processo de individuação feminino (Psiquê) através do amor por um homem (Eros), além do processo de individuação masculino; retratando inicialmente o homem (Eros) ainda numa fase dependente da mãe ou de uma esposa (mãe) que já não corresponde mais ao que seria o seu anseio e que foge de uma relação amorosa completa com outra mulher (Psiquê), mas que depois então, busca sua inteireza e pode então individuado, realizar a conjunctio.
CURETAS
[mitologia grega]
Demônios turbulentos que inventaram o uso das armas de bronze e dançavam entrechocalhando lanças e escudos.
(por Claudia Araujo)
Meio do Céu.
postado por: Vendaval! 3:28 AM
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ALFABETO DAS MUSAS E DEUSAS
Letra D
DÁFNE
[mitologia grega]
Era filha da Terra e de Landon, o deus fluvial.
Leucipo se apaixonou por ela e vestiu-se de mulher para que pudesse se aproximar da ninfa. As outras ninfas descobriram o seu disfarce e mataram-no.
Apolo algum tempo depois aproxima-se de Dáfne e apaixona-se por ela, tanto mais ao descobri-la exímia caçadora.
Sentindo-se perseguida por Apolo, Dáfne resolve pedir auxílio à mãe que a transforma num loureiro.
O deus entristecido pela perda, vai até o loureiro e com suas folhas, faz uma coroa de louros para si, sendo que essa coroa torna-se a partir de então, um conhecido símbolo da vitória.
DÂNAE
[mitologia grega]
Mortal que gerou Perseu, o fruto de sua união com Zeus. Ela e o filho foram lançados ao mar, encerrados numa caixa de madeira
DEJANIRA
[mitologia grega]
Seu nome significa a destruidora de homens.
Dejanira era filha de Dioniso e mulher de Héracles.
DEMÉTER
[mitologia grega]
Filha de Crono e Réia, foi devorada pelo pai como todos os seus outros irmão, à exceção de Zeus.
É a deusa da agricultura e da colheita, além de ser uma deusa da terra, em geral retratada com sua filha virgem, Perséfone, mas sem marido ou consorte.
Simboliza a fertilidade e ocupa um lugar central nos Mistérios dos Êleusis que é a celebração do ciclo da morte e renascimento dos vegetais semelhante aos ciclos porque passa o aspirante espiritual.
Perséfone é raptada por Plutão e se torna uma deusa da vida e da morte, da forma como se processa o ciclo vegetativo dos cereais.
Chega a beira da loucura com a perda da filha e transforma a superfície terrestre num deserto estéril, somente revertendo esse quadro quando consegue fazer um acordo com Zeus de que a filha passaria parte do ano no submundo e parte na terra em sua companhia, numa analogia ao próprio ciclo da semeadura e da colheita.
Perséfone simbolizaria o grão que ao ser semeado fica parte do ano sob a terra; e sua mãe, o grão da colheita do ano anterior que uma vez semeado, garante o novo ciclo de colheita.
É considerada a mãe dos grãos.
Ela e sua filha Perséfone formam uma unidade, o paradoxo da mulher enquanto virgem e mãe. A virgem sempre precisa ser sacrificada para que possa tornar-se uma mãe e por isso é necessário então que a virgem morra uma vez que é preciso haver contaminação para que a vida seja vivida.
A consciência de Deméter encontrava-se ligada à vida das estações, do crescimento das sementes e da vegetação do campo. Ela só tinha consciência do mundo da superfície, da vida física e mundana.
É um símbolo da inconsciência para com o mundo da alma, daí a necessidade do rapto de sua filha para o sub-mundo, como uma parte dela mesma que necessitasse aprender a lidar com o reino da alma enquanto que seu desespero pelo desaparecimento da filha é uma simbologia da perda da alma por um poder invisível que faz com que o mundo pareça ter dado uma parada.
A integração de Deméter à natureza não lhe permitia a consciência das necessidades humanas para que a vida fosse gerada. Para a deusa era tudo automático, como o próprio ritmo das estações.
DIA
[mitologia grega]
Outro nome de Géia ou Réia, a deusa da terra.
DIANA
[mitologia romana]
Deusa análoga a Ártemis grega, irmã gêmea de Apolo e que era considerada como sendo uma deusa da lua.
Filha de Zeus e Leto, nasceu na Ilha de Delos.
Era uma caçadora que considerava todos os animais sagrados, especialmente o cervo.
Certa vez enquanto caçava, Agamenon feriu um dos cervos de Ártemis e com isso conquistou a cólera da deusa a quem ele ofereceu a filha Ifigênia para que sua ira fosse aplacada, o que lhe valeu seu assassinato.
A deusa Diana, cultuada na Ásia Menor, não era análoga a romana ou a grega.
DIQUÊ
[mitologia grega]
Outro nome de Astréia, a deusa da justiça.
Para Hesíodo, era a filha de Zeus que viveu certa vez na terra, durante a Idade do Ouro, quando não havia ainda contendas ou derramamento de sangue, mas que os homens, com sua corrupção gradual, a desgostaram fazendo com que adquirisse ódio pela raça humana e deixasse a terra.
Costuma ser retratada carregando um feixe de cevada.
Diquê personifica a justiça da natureza, a seqüência ordenada das estações e simboliza a maneira de vida de cada coisa da natureza, cada planta, cada animal e cada homem.
É uma divindade feminina que possui características de Atargatis, a deusa síria.
DONZELAS DO RENO
[mitologia germânica]
Eram três ninfas fluviais cuja tarefa era proteger o ouro do Reno; Flosshilde, Wellgunde e Woglinde.
Elas contam o segredo da forja de um anel de poder a partir do ouro do Reno a Alberich.
(por Claudia Araujo)
Meio do Céu.
postado por: Vendaval! 3:27 AM
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ALFABETO DAS MUSAS E DEUSAS
Letra C
CALISTO
[mitologia grega]
Nome de uma ninfa com quem Zeus teve Arcas, o ancestral dos árcades gregos.
As metamorfoses tanto de Zeus como de suas amantes podem ser consideradas como uma forma de fetichismo.
Calisto era uma companheira de Ártemis que acabou vitimada pelo ciúmes de Hera uma vez que Zeus na intenção de conquistá-la assumiu a forma de Ártemis e se aproximou dela para que pudesse seduzi-la..
A esposa traída transformou a ninfa numa ursa e seu filho sem saber a matou.
Apiedando-se de mãe e filho pelo destino que provocara, Zeus transformou-os em constelação, a Ursa Maior e Ursa Menor.
CÁRIS
[mitologia grega]
É o nome da primeira esposa de Hefesto, famosa por sua beleza.
CÁRITES
[mitologia grega]
Outro nome das Graças, as filhas de Zeus que zelam todo ano pela renovação da vegetação e que são símbolo da Alegria do Mundo.
CASSANDRA
[mitologia grega]
Era o nome da filha de Príamo e Hécuba, os reis de Tróia.
Apolo apaixonou-se por ela e propôs ensinar-lhe a arte da adivinhação e torná-la sua Pítia.
Cassandra aceitou, mas depois de receber o dom que o deus lhe prometera, não aceitou seu cortejo, o que fez com que Apolo cuspisse em sua boca, privando-a do dom da persuasão.
Em conseqüência disso, Cassandra acertava em todas as suas previsões mas desesperava-se pois ninguém lhe dava crédito.
Na Guerra de Tróia tornou-se prisioneira de Agamenon e previu a sua morte. Agamenon sensibilizou-se pela sua semelhança com sua filha Ifigênia e levou-a para o palácio. Chegando ao palácio, recusou-se a entrar gritando que sentia cheiro de sangue.
Clitemnestra imaginando-a amante de Agamenon, resolve matá-la com o mesmo machado com que viria a decapitar Agamenon como vingança pela perda da filha.
Cassandra é um símbolo da mulher que por ter uma ligação negativa com o feminino não pode se permitir a convivência harmoniosa com o masculino, a mulher que embora possuindo uma persona extrovertida, internamente é uma criança assustada e desejosa de proteção e que jamais encontra uma saída para que possa escapar do caos negro de seu inconsciente.
O assassinato de Cassandra por Clitemnestra reedita o triângulo que havia vivenciado na infância, quando por não ter estabelecido uma relação positiva com a mãe, tentava granjear as simpatias do pai, procurando ser exatamente aquilo que o mesmo projetava para ela.
O mito de Cassandra pode ser ainda considerado como o mito-símbolo da histeria como resultado do conflito arquetípico entre os valores matriarcais e patriarcais.
CASSIOPÉIA
[mitologia grega]
Mulher do rei Cefeu da Etiópia, era a mãe de Andrômeda.
CELENO
[Mitologia Grega]
Era o nome da filha de Taumas e Electa.
CERES
[mitologia romana ]
Análoga a deusa grega Deméter, era a deusa dos cereais e da fertilidade para os romanos.
CIBELE
[mitologia frígia]
Era o nome de uma das grandes deusas da fertilidade da Ásia Menor, uma Deusa da terra que era considerada a mãe dos deuses e que era análoga à Gaia e Réia gregas.
Em geral é mostrada num carro conduzido por leões, ou ainda como uma leoa, o que se procurava simbolizar que essa deusa não poderia estar desvinculada do aspecto animal de sua natureza.
Os ritos de seu culto eram particularmente sangrentos e ela era adorada com seu filho-amante Átis, que foi agente de sua auto-castração num acesso de loucura infligido nele pela própria mãe.
Simboliza a fecundidade das deusas ligadas à lua.
CIRCE
[mitologia romana]
Feiticeira mortal que morava num castelo numa ilha da costa do Mediterrâneo, a Ilha de Ea para onde ela foi depois de envenenar o marido.
Era irmã de Eeto e tia de Medeia e costumava transformar os homens em porcos através de suas mágicas quando esses apareciam andando pelas praias de sua ilha.
Circe é o símbolo do feminino inconsciente que renega a integração do masculino em sua vida, além de simbolizar a castração sexual na mulher. É uma imagem de anima bastante negativa.
CLITEMNESTRA
[mitologia grega]
Esposa do rei Agamenon de Argos, que tramou com seu amante Egisto o assassinato do marido após seu regresso da Guerra de Tróia.
Era a filha do rei de Tíndaro e que foi assassinada por seu filho Orestes por ordem do deus Apolo, como vingança pelo assassinato do pai.
Era a mãe de Electa e de Ifigênia.
CLOTO
[mitologia grega]
Uma das três Moiras ou Parcas. Cloto é a fiandeira que tece os fios do destino mortal.
CORÔNIS
[mitologia grega]
Mãe de Asclépio que era considerada como sendo a donzela do corvo. Foi mulher de Apolo, mas quando ainda grávida enganou-o entregando-se a um mortal.
Foi morta por Apolo vitimada por uma flecha e Asclépio foi então retirado de seu ventre.
(por Claudia Araujo)
Meio do Céu.
postado por: Vendaval! 3:26 AM
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.NICOLAS FLAMEL.
(Não, ele não é um personagem de J.K.Rowling, ele existiu de verdade)
Nicolas Flamel nasceu em 1330 em Pontoise, na França, e foi um dos maiores alquimistas da história. Ainda jovem acaba encontrando um antigo livro de autoria de Abraão, o Judeu, que continha textos intercalados com desenhos enigmáticos. Após muito estudá-lo acaba descobrindo que se tratava de cabala e alquimia, assuntos que até então não conhecia.
A história de sua vida pode ser resumida na guarda do livro, que passa a se confundir com o seu dono, e na obtenção da pedra filosofal.
Após a morte de seus pais Flamel vai trabalhar em Paris como escrivão. Em 1364 casou-se com Dame Perrenelle, que era viúva. Consegue algum dinheiro e passa a dedicar-se ao estudo da alquimia.
Flamel, a partir de 1380, começa a se dedicar a alquimia prática. Segundo conta-se, consegue produzir prata em torno de 1382 e depois finalmente a transmutação em ouro. Cerca de dez anos mais tarde do início dos experimentos, começa a realizar um grande número de obras de caridade como a construção de hospitais, igrejas, abrigos e cemitérios e os decora com pinturas e esculturas contendo símbolos alquímicos.
Escreveu "O Livro das Figuras Hieroglíficas" em 1399, "O Sumário Filosófico" em 1409 e "Saltério Químico" em 1414.
Tanto ele como sua esposa gozavam de uma saúde invejável e não aparentavam a idade que tinham, segundo alguns devido aos conhecimentos alquímicos de Flamel.
Flamel faleceu em 22 de março de 1418 e sua casa foi saqueada por caçadores de tesouros e gente ávida por encontrar a pedra filosofal ou receitas concretas para sua preparação. A lenda conta que, na realidade, ambos, Flamel e Perrenelle, não morreram, e que em suas tumbas foram encontradas apenas suas roupas em lugar de seus corpos.
Flamel deixou um testamento escrito a seu sobrinho, em que revelava os segredos que descobrira sobre a alquimia. O "Testamento de Nicholas Flamel" foi compilado na França no final dos anos 1750 e publicado em Londres em 1806. O documento original foi escrito de próprio punho por Nicholas Flamel em um alfabeto codificado e criptografado que consistia em 96 letras. Um escrivão Parisiense chamado Father Pernetti o copiou e um Senhor de Saint Marc pôde finalmente quebrar o código em 1758.
(Wikipédia)
postado por: Vendaval! 3:17 AM
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Segunda-feira, Agosto 06, 2007
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O Centauro
Na mitologia grega, os centauros são uma raça de seres com o torso e cabeça de humano e o corpo de cavalo.
Viviam nas montanhas de Tesália e repartiam-se em duas famílias. Uma, os filhos de Ixiom e Nefele, a nuvem de chuva, que simbolizavam a força bruta, insensata e cega. Alternativamente, consideravam-se filhos de Kentauros (o filho de Ixiom e Nefele) e algumas éguas magnésias, ou de Apolo e Hebe. Conta-se que Ixiom planejava manter relaçôes sexuais com Hera, mas Zeus, o seu marido, evitou-o moldeando uma nuvem com a forma de Hera. Posto que Ixiom é normalmente considerado o ancestral dos centauros, pode se fazer referência a eles poeticamente como Ixiónidas. Outra, os filhos de Filira e Cronos, dentre os quais o mais célebre era Quirão, amigo de Héracles, representavam, ao contrário, a força aliada à bondade, a serviço dos bons combates.
Os centauros são muito conhecidos pela luta que mantiveram com os lapitas, provocada pelo seu intento de raptar Hipodamia no dia da sua boda com Piritoo, rei dos lapitas e também filho de Ixiom. A discussão entre estes primos é uma metáfora do conflito entre os baixos instintos e o comportamento civilizado na humanidade. Teseu, um herói e fundador de cidades que estava presente, inclinou a balança do lado da ordem correcta das coisas, e ajudou Piritoo. Os centauros fugiram.
Cenas da batalha entre os lapitas e os centauros foram esculpidas em baixorrelevos no friso do Partenão, que estava dedicado à sabia Atenea.
Lapitas: povo guerreiro da Tessália.
Centauros lutando contra lapitas.
postado por: Vendaval! 9:14 PM
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O Minotauro
Na Mitologia grega, o Minotauro era uma criatura meio homem e meio touro. Ele morava no Labirinto, que foi elaborado e construído por Dédalo, a pedido do rei Minos, de Creta, para manter o Minotauro.O Minotauro foi eventualmente morto por Teseu.
Minotauro é o grego para Touro de Minos. O touro também era conhecido como Asterião (ou Astérios), nome compartilhado com o pai adotivo de Minos.
Antes de Minos tornar-se rei, ele pediu ao deus grego Poseidon por um sinal, para assegurar-lhe que ele, e não seu irmão, assumiria o trono. Poseidon concordou em enviar um touro branco na condição de que Minos sacrificasse o touro de volta ao deus. De fato, um touro, de incomensurável beleza, saiu inexplicavelmente do mar. Minos, após vê-lo, achou-o tão belo que, ao invés dele, sacrificou outro touro, esperando que Poseidon não notasse. Poseidon ficou bem furioso quando notou o que havia sido feito, e fez com que a esposa de Minos, Pasífae, fosse dominada por uma loucura em que ela se apaixonou pelo touro. Pasífae foi até Dédalo em busca de assistência, e ele inventou uma maneira dela satisfazer suas paixões. Ele construiu uma vaca oca de madeira,e encobriu Pasífae com pele de vaca para que o touro pudesse montar nela. O resultado dessa união foi o Minotauro. Em algumas considerações, o touro branco tornou-se o Touro de Creta, capturado por Hércules em um de seus doze trabalhos. O Minotauro tinha corpo de homem e a cabeça e cauda de touro. Era uma criatura selvagem, e Minos, após receber um conselho do Oráculo de Delfos, mandou Dédalo construir um labirinto gigante para conter o Minotauro. Este foi localizado sob o palácio de Minos em Cnossos. Porém, ocorreu que Androceu, filho de Minos, foi morto pelos atenienses, que invejaram suas vitórias no festival panatináico. Para vingar a morte de seu filho, Minos declarou guerra contra Atenas e venceu. Ele então ordenou que sete jovens e sete damas atenienses fossem enviados anualmente para serem devorados pelo Minotauro. Quando o terceiro sacrifício veio, Teseu voluntariou-se para ir e matar o monstro. Ariadne, filha de Minos, apaixonou-se por Teseu e o ajudou entregando-lhe uma bola de linha de costura para que ele pudesse sair do labirinto. Teseu matou o Minotauro com uma espada mágica que Ariadne havia lhe dado e liderou os outros atenienses para fora do labirinto.
Minos, irado por Teseu ter conseguido escapar, aprisionou Dédalo e o filho deste, Ícaro, no labirinto. Eles conseguiram escapar construindo dois pares de asas para si mesmos usando penas e cera de abelha para grudá-las. Ícaro ficou tão encantado que voou cada vez mais alto, chegando perto do Sol, o que fez derreter a cera e ele morrer durante a fuga. Algumas vezes o Minotauro é representado como um touro com torso humano ao invés da cabeça, como uma versão taurina do Centauro .
O Oráculo de Delfos: Durante mais de 15 séculos, do nascimento ao fim da cultura grega antiga, o Oráculo de Delfos, ou templo de Apolo, serviu como local onde os peregrinos vindos das mais diversas latitudes do mundo helênico consultavam as pitonisas, as sacerdotisas oraculares, para saber qual o seu destino, da sua família ou da sua pátria. Delfos tornou-se um dos lugares sagrados mais venerados pelos gregos, sendo que suas previsões e predições tiveram enorme repercussão nos destinos de reis, de tiranos, etc.
A Lenda do Oráculo de Delfos: Querendo medir com exatidão o centro do mundo, Zeus fez com que duas águias fossem soltas de lugares opostos da terra. Quando o vôo das duas se cruzou, ali bem embaixo o todo-poderoso determinou ser o local – uma pedra situada nas cercanias do monte Parnaso - do ônfalos, o umbigo do mundo. Anunciou então a todos que dali ele entraria em contato com quem desejasse fazer-lhe consultas ou pedir-lhe orientações.
Porém, a região era dominada pela monstruosa Píton, uma cobra gigantesca que espantava qualquer possibilidade de aproximação. Coube então a Apolo oferecer-se para enfrentar a serpente, representante das forças primitivas e irracionais, derrotando-a num formidável combate. O deus vitorioso sepultou os restos do ofídio monstruoso exatamente embaixo do solo em que se ergueu o templo de Delfos, no golfo de Corinto, local em que as mensagens de Zeus, por intermédio de Apolo, chegariam aos interessados.
postado por: Vendaval! 9:12 PM
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Segunda-feira, Janeiro 22, 2007
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O Unicórnio:
Plínio, o naturalista romano, cuja descrição do unicórnio serve de base à maior parte das descrições feitas pelos modernos, pinta-o como "um ferocíssimo animal, semelhante no resto do corpo a um cavalo, com a cabeça de cervo, patas de elefante, cauda de javali, voz retumbante e o único chifre preto, de dois côvados de comprimento, (cerca de 1,20 m.) no meio da testa". Acrescenta que o unicórnio "não pode ser apanhado vivo" e, de certo modo, tal desculpa devia ser apresentada naqueles dias pelo fato do unicórnio não aparecer nas arenas dos anfiteatros.
O unicórnio constituía um problema para os caçadores, que não sabiam como se apoderar de tão valiosa presa. Alguns descreviam seu chifre como podendo mover-se à vontade do animal, uma espécie de espada, em resumo, a qual nenhum caçador que não fosse habilíssimo na esgrima teria possibilidade de enfrentar com sucesso. Outros afirmavam que toda a força do animal estava no chifre e que, quando perseguido de perto, ele se atirava do alto dos mais elevados rochedos, com o chifre para a frente, de maneira a cair sobre ele, e, depois, tranqüilamente, levantava-se, sem nada haver sofrido com a queda.
Finalmente, porém, acabou-se achando um meio de vencer o pobre unicórnio. Descobriu-se que ele era grande admirador da pureza e da inocência e que cedia terreno quando encontrava em seu caminho uma jovem virgem. Vendo-a, o unicórnio se aproximava cheio de reverência, ajoelhava-se diante dela, e, pondo a cabeça em seu regaço, adormecia. A traiçoeira virgem fazia, então, sinal aos caçadores, que se aproximavam e capturavam o simplório animal. Os modernos zoólogos, naturalmente descrentes de tais lendas, não levam a sério a existência do unicórnio. Existem, contudo, animais que têm na cabeça uma protuberância óssea mais ou menos semelhante a um chifre, que podem ter dado origem à lenda. O chifre do rinoceronte, é uma dessas protuberâncias, embora de tamanho bem pequeno e não correspondendo de modo algum à descrição do chifre do unicórnio. O que há de mais semelhante a um chifre no meio da testa é a protuberância óssea que existe na cabeça da girafa, mas, também esta é muito curta e rombuda, e não constitui o único chifre do animal, e sim um terceiro chifre, em frente dos dois outros. Em resumo, embora possa ser excessivo negar-se a existência de outro quadrúpede de um só chifre, além do rinoceronte, pode-se afirmar com segurança que a existência de um chifre comprido e resistente na testa de um animal semelhante ao cavalo e ao veado constitui perfeita impossibilidade.
(Créditos do texto para o site: http://www.mundodosfilosofos.com.br)
postado por: Vendaval! 11:53 PM
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Quinta-feira, Agosto 17, 2006
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VESTA
Fazer fogo nem sempre era fácil na antiguidade, e por isso a manutenção da chama - principal elemento do culto a Vesta - revestia-se de grande importância. O fogo perpétuo em honra da deusa era mantido em todas as casas romanas, juntamente com imagens dos lares e penates, deuses domésticos. Vesta, a deusa romana do lar, identificada com a grega Héstia, era representada inteiramente vestida, às vezes acompanhada de um asno. Seu culto era o mais antigo da religião romana e o que mais resistiu à influência cristã. As vestais (sacerdotisas) presidiam a Vestália, festival anual, realizado entre 7 e 15 de junho, período considerado aziago. No último dia, fazia-se a limpeza ritual do santuário e os maus augúrios só terminavam quando todo o lixo era depositado em um local especial ou lançado ao Tibre. As candidatas a sacerdotisas de Vesta deviam ser filhas de pais livres e respeitáveis e não ter defeito físico ou mental. As seis vestais eram iniciadas entre os seis e dez anos e permaneciam por trinta anos a serviço da deusa, durante os quais deviam conservar-se virgens. Além de zelar pelo fogo, deviam preparar os alimentos sagrados e cuidar da limpeza e dos objetos do santuário. Se faltassem às obrigações eram castigadas fisicamente e, caso violassem o voto de castidade, enterradas vivas. Usufruíam de grande prestígio e inúmeros privilégios, o que incluía a emancipação da casa paterna. Podiam se casar ao fim dos trinta anos de serviço, o que raramente ocorria, pois o casamento com uma vestal era considerado de má sorte. O santuário de Vesta situava-se no Forum, perto da Regia, antigo palácio dos reis romanos. Construído segundo planta circular, lembrava as primitivas cabanas italianas. Somente as vestais tinham livre acesso a seu núcleo, mas uma vez por ano, na Vestália, as mulheres casadas podiam visitá-lo. Na época de Augustus construiu-se diante do templo o Atrium Vestae, espécie de vestíbulo de recepção.
postado por: Vendaval! 3:59 AM
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Sábado, Julho 01, 2006
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A MÃE ASSASSINA
(*título retirado do livro "Assombrações", junto com os textos a seguir, da série "Mistérios do Desconhecido", editora Abril.)
Situada à beira do Tâmisa, cerca de 80 quilômetros a oeste d Londres, a abadia Bisham é considerada a casa mais assombrada de Berkshire. Em sua forma inicial, no século XIII, a abadia foi a casa comunal dos Cavaleiros Templários, uma seita mística de cruzados medievais. Ao longo dos séculos, outros proprietários ampliaram e adornaram a mansão que ainda hoje está de pé.
Na época elisabetana, era habitada pela família Hoby, que reunia estudiosos e diplomatas com títulos de nobreza. Lady Elisabeth Hoby, bem educada e brilhante, era confidente da Rainha Elisabeth I. Segundo a lenda, era também uma assassina de crianças.
Supõe-se que Lady Elisabeth tenha tido seis filhos, dos quais o mais jovem, William, era um anormal embotado, avesso a qualquer aprendizado. William deixou sua orgulhosa e ambiciosa mãe tão irada com uma lição suja em seu caderno que ela o espancou até a morte. Variações da história dizem que Lady Hoby trancou o menino em um armário como castigo, ou que o amarrou em uma cadeira para corrigir o trabalho; então, teria saído para visitar a rainha e voltado dias depois, encontrando-o morto.
Todas as versões dessa história brutal podem ser fábulas; não existe qualquer registro do nascimento de William. Apesar disso, durante reformas feitas na abadia em 1840, alguns trabalhadores acharam, entre as tábuas da sala de jantar, cadernos com as assinaturas de membros da família Hoby. Um deles exibia lições borradas e manchadas em todas as páginas.
Se Elizabeth Hoby matou mesmo o filho, viveu muito tempo com a culpa. Segundo alguns cálculos ela morreu com 81 anos; segundo outros, ela passava dos 90. E talvez nem a morte a tenha livrado dos remorsos. Entre os fantasmas de que se tem notícia na abadia Bisham, fala-se de Lady Hoby caminhando com semblante pesaroso. Diante dela flutua uma cuia de água invisível, na qual ela mergulha as mãos, tentando, como uma Lady Macbeth espectral, lavar sua culpa.
postado por: Vendaval! 1:31 PM
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Fantasmas de Tumbas Aquáticas:
(*título retirado do livro "Assombrações", junto com os textos a seguir, da série "Mistérios do Desconhecido", editora Abril.)
VOZES INEXPLICÁVEIS
Transportando tropas em outubro de 1942, o transatlântico Queen Mary ziguezagueava para despistar os submarinos inimigos quando colidiu com um cruzador da escolta. O enorme navio de 84 mil toneladas cortou em dois o Curaçao, de 4.200 toneladas, lançando cerca de trezentos marujos para a morte nas águas geladas.
Mais de quarenta anos depois, quando o velho transatlântico já estava há muito ancorado como atração turística em Long Beach, na Califórnia, o carpinteiro marítmo John Smith relatou ter ouvido vozes e barulho de água, enquanto trabalhava no porão do navio, na proa _ a parte que passara através do cruzador. Segundo Smith, ele desconhecia o acidente ocorrido durante a guerra ao ouvir os barulhos pela primeira vez.
William G. Roll, o famoso parapsicólogo, examinou o navio em 1988. No compartimento da proa, ele ouviu vozes que não pôde explicar. Um gravador ativado por sons, que ele deixou lá durante a noite, captou vozes e um "ruído que sugeria água corrente". Roll não concluiu que estava ouvindo um eco fantasmático do desastre de 1942, mas julgou que a questão era digna de merecer estudos posteriores.
postado por: Vendaval! 1:17 PM
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Fantasmas de Tumbas Aquáticas:
(*título retirado do livro "Assombrações", junto com os textos a seguir, da série "Mistérios do Desconhecido", editora Abril.)
O GIGANTE ASSOMBRADO
O gigantesco transatlântico de casco de ferro Great Eastern, cinco vezes maior que qualquer outro navio da época, foi forjado pelo infortúnio. Cinco homens morreram durante sua construção, e outro, um rebitador, desapareceu; correu o boato de que seus colegas de trabalho o haviam selado acidentalmente no casco duplo do navio. Quando o barco foi lançado ao mar em 1859, uma caldeira explodiu, matando cinco tripulantes.
O capitão logo se queixou de ter sido várias vezes "rudemente acordado por um constante martelar" nas entranhas do navio _ ruído atribuído pelos marinheiros ao fantasma do rebitador preso no casco. O martelar foi relatado repetidamente ao longo de toda a malfadada carreira do Great Eastern. Nunca foram vendidas passagens suficientes para pagar suas viagens. Era perseguido por tempestades e acidentes. Em 1862 ele atingiu um rochedo submerso ao largo de Nova York. Os trabalhadores que estavam consertando o casco ficaram aterrorizados com um barulho de batidas, mas acabaram por atribuí-lo ao cordoame batendo contra o casco, abaixo da linha d'água.
Em 1865, a infeliz embarcação encontrou emprego na colocação de cabos transoceânicos, tarefa ignominiosa para um transatlântico de luxo. Em 1887, com sua carreira terminada, quase afundou quando estava sendo rebocado para um estaleiro de demolições em Liverpool _ e, segundo consta, o legendário martelar foi mais uma vez ouvido. O fantasma pôde finalmente descansar em 1889, quando os trabalhadores cortaram o casco e encontraram um esqueleto humano ao lado de uma bolsa de ferramentas enferrujadas.
postado por: Vendaval! 1:09 PM
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Fantasmas de Tumbas Aquáticas:
(*título retirado do livro "Assombrações", junto com os textos a seguir, da série "Mistérios do Desconhecido", editora Abril.)
UM ESPECTRO DE FOGO
O navio holandês Palatine zarpou de Amsterdã em 1752, levando cerca de 300 imigrantes para a América. Após uma viagem terrível, atormentada por tempestades, a embarcação teve um fim calamitoso por volta do Natal, ao largo da ilha de Block, na entrada do estreito de Long Island. Segundo um relato, saqueadores de naufrágio usaram falsos sinais de luz para atraí-lo para as rochas, saquearam o navio e depois atearam-lhe fogo. Os passageiros foram desembarcados, mas quando as chamas estavam consumindo o Palatine, um grito silenciou os saqueadores. Entre as chamas e a fumaça, viram uma mulher solitária e atormentada arrastando-se pelo convés incendiado.
Na época do Natal, um ano depois e nos anos seguintes, os moradores da Ilha de Block continuaram a assistir à volta do Palatine em chamas. Em 1869, um velho chamado Benjamin Corydon, que crescera no continente em frente à ilha, admitiu ter visto por oito ou nove ocasiões a nave espectral, "com todas as vela içadas e em chamas", e que suas visitas haviam cessado quando morreu o último dos saqueadores que o tinha atraído para a destruição. Mas talvez ele tenha falado cedo demais: em 1969 foi mais uma vez relatada uma aparição do navio fantasmal em chamas.
postado por: Vendaval! 12:59 PM
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Sábado, Abril 08, 2006
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DEUSES E HERÓIS:
Letra B
BAAL
[mitologia semita]
Era o deus do furacão para os semitas, casado com Belit, a deusa da fecundidade. É um símbolo das forças instintivas.Baal era ainda o nome do filho-amante da deusa do amor e da fertilidade fenícia, Atargatis.
BACO
[mitologia romana]
Análogo ao grego Dioniso.Era filho de Zeus e Sêmele, a amante de Zeus que quando grávida dele foi morta quando Zeus se mostrou em sua verdadeira forma, como um raio.Enxertado na coxa de Zeus para que cumprisse o tempo de gestação, nasceu sem mãe.
BAISBASBATA
[mitologia hindu]
Na mitologia hindu, foi salvo do Dilúvio, possuindo uma história análoga a de Noé.
BÁLDER
[mitologia germânica
Era o mais belo dos deuses do Válhalla e que era amado por todos por seu brilho e sabedoria.A deusa Frigg pediu a todos os seres vivos da terra - animais, vegetais e minerais - que jurassem jamais causar dano à Balder. Todos fizeram o juramento, exceto o broto de visco que era muito pequenino.Lóki, o deus do fogo, que era análogo ao Hermes grego, ficou com ciúme e tramou a morte de Bálder.Durante um jogo, um dos outros deuses atirou um broto de visco em Bálder que morreu na mesma hora.Tanto o broto de visco quanto Bálder, são considerados como símbolo do puer aeternus.Esse mito personifica ainda os irmãos em disputa, os dois lados de uma mesma pessoa e que para sua sobrevivência necessitam de integração, ou o arquétipo da sombra. Bálder é bonito, elegante e idílico, perfeito demais para poder sobreviver; enquanto que Loki é escuro e ladino.
BELOROFONTE
[mitologia grega]
Era o nome do herói que recebeu de presente o cavalo Pégaso para que pudesse prender a Quimera.Chegou perto do céu querendo alcançar o trono de Zeus e por isso, foi derrubado por ele.É um símbolo do desejo de poder humano que tolda a consciência.
BRAHMAN
[mitologia hindu]
Brahman nasceu de Vishnu quando este se encontrava em estado de êxtase. Seu nascimento deu-se à partir do umbigo de Vishnu e ele já saiu sentado numa flor de lótus.Brahman simboliza a energia divina.
BRONTES
[mitologia grega]
Um dos três Cíclopes filhos de Urano e Géia, é o Deus do Ronco do trovão e é símbolo juntoa seus irmãos, das forças incontroláveis da natureza.
(por Claudia Araujo)
Meio do Céu.
postado por: Vendaval! 2:58 PM
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ALFABETO DAS MUSAS E DEUSAS
Letra B
BABA-IAGA
[mitologia russa]
Era o nome que os russos davam ao aspecto sombrio do feminino, uma velha ogra, tida como uma bruxa que personifica as tempestades de inverno e que é um símbolo do aspecto destrutivo do arquétipo da mãe.
BACANTES
[mitologia romana]
Grupo de mulheres que compunham o cortejo de seguidoras de Baco ou Dioniso e que pareciam agir em transe e que eram consideradas como sendo loucas.
Simbolizam o enlouquecimento e a cegueira quando provocados pela paixão.
Alguns mitólogos no entanto, oferecem-nos relatos que mostram-nas como sendo iniciadas nos mistérios femininos. Em Pompéia, foram encontrados afrescos em que as mênades ou bacantes aparecem como sendo uma representação humana da deusa por ocasião do hieros gamos, em que são associadas à Ariádne, esposa do deus Dioniso.
BASTET
[mitologia egípcia]
Inicialmente sua imagem era de uma deusa-leoa que posteriormente humanizou-se e seu animal sagrado tornou-se o gato.
É uma deusa do prazer sensual e também protetora da feitiçaria e da bruxaria que costuma ser associada a deusa grega Ártemis e também a Hécate.
BELIT
[mitologia semita]
Era o nome da deusa do amor e da fertilidade para os povos semitas.
BRIDGIT
[mitologia celta]
Era o nome da deusa trina da lua para os celtas, e que era conhecida como as três Brígidas, simbolizando as três fases da lua. A Santa Brígida cristã é uma derivação da deusa.
BRUNHILDA
[mitologia germânica]
Filha de Wotan com a deusa da Terra Erda, é uma virgem guerreira imortal, uma das nove valquírias, que montam cavalos mágicos em meio às nuvens tempestuosas da guerra e levam os heróis mortos que tombam na batalha pelo Válhalla.
Brunhilde desobedece ao pai e perde a imortalidade. Mais tarde, perde a virgindade com Siegfried. É um símbolo da anima atribuída a divindades masculinas e parte integrante de seu pai, Wotan.
(por Claudia Araujo)
postado por: Vendaval! 2:45 PM
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SUPERSTIÇÕES LIGADOS À ALIMENTAÇÃO
Derramar arroz dá alegria. Jogar arroz nos noivos é fertilidade para a noiva.
Derrubar bule de café é mau agouro.
No dia do aniversário fazer um pedido, antes de apagar as velhinhas, que será realizado.
O bolo se estragará se duas pessoas o mexerem quando estiver sendo feito. Ele desandará e não crescerá.
Carregar uma quantidade de sal durante o dia traz sucesso nos negócios; e à noite protege dos males ocultos na escuridão.
Derramar sal significa abandono, repúdio, traição. Ocorrendo, deve-se jogar uma pitada de sal sobre o ombro esquerdo, acertando em cheio na cara do espírito das trevas.
Não se come com o inimigo. A comida é um pacto, uma aliança tácita de cordialidade afetuosa. Para se afastar dessa pessoa depois, será imensamente difícil.
Não se deve atirar ao fogo a casca de um ovo para que a galinha não deixe de pôr ovos.
Mexer o chá, na xícara, da direita para a esquerda, pode provocar brigas.
Quem come pé de galinha fica bisbilhoteiro.
Encontrar um Trevo-de-Quatro-Folhas dá boa sorte. Os Druidas acreditavam que, quem possuisse um deles, seria capaz de enxergar os maus espíritos e, assim, evitá-los.
Abrir guarda-chuva dentro de algum lugar fechado, e colocá-lo sobre a cabeça, é sinal que vai chover. Abrir guarda-chuva preto com doentes em casa é sinal de piora para o enfermo. Não há nada ligado com a abertura de guarda-chuvas dentro de casa para secagem.
Matar aranhas tira a fertilidade da mulher. Se a mulher estiver amamentando, seca.
Mariposa que entra em casa traz sinal de morte para parentes enfermos. Espantar a mariposa, entretanto, não tem efeito algum.
A língua do cão é benta. Quando Lázaro andava com lepra, foi pedir à porta de um rico e este não lhe deu esmola, açolando-lhe os cães; então os cães em vez de morderem em Lázaro, lamberam-no.
Deixar sapato virado com a sola pra cima mata a mãe.
Guardar a vassoura de pé, atrás da porta, com o cabo virado para baixo, afastavisitas indesejáveis.
Quebrar espelho dá azar, mas se olhar nos cacos de um espelho quebrado é pior ainda!
Se um gato preto cruzar o seu caminho é azar. Se ele caminhar em sua direção é boa sorte. É boa sorte também entrar um gato em sua casa. Encontrar um gato na soleira da sua casa limpando o rosto, é companhia.
postado por: Vendaval! 2:41 PM
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Sexta-feira, Março 17, 2006
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DEUSES E HERÓIS:
ABRAÃO
[mitologia judaica]
Originário da Mesopotâmia, seguiu as ordens de Deus para ir para um país desconhecido, Canaã; seu nome significa Pai da multidão.É um descendente de Sem, filho de Noé e era um pastor nômade casado com Sara que vivia procurando boas pastagens para o rebanho. É um símbolo da necessidade do homem de se livrar dos laços que o prendem a família e a pátria, para poder seguir seu mito pessoal ou seu destino. Faz referência ao processo de Individuação.
ADÔNIS
[Mitologia Grega]
O nome Adônis vem do semita Adon, que se constituía num título de honra atribuído ao deus, e que significa: "senhor". Seu nascimento como o de Odin, deu-se a partir de uma árvore na qual sua mãe se transformara. A deusa Afrodite o encontrou ao nascer e se tornou sua segunda mãe, mas ao brincar com o filho Eros, que se encontrava em seu colo, feriu-se numa das suas flechas, e vendo Adônis logo a seguir apaixonou-se pelo deus.Era um jovem deus da vegetação, de extraordinária beleza e que quando criança foi ocultado pela deusa numa arca e confiado aos cuidados de Perséfone, que ao deparar-se com sua beleza, recusou-se à devolvê-lo a Afrodite.A deusa vai então em pessoa ao sub-mundo na intenção de resgatá-lo.A acirrada disputa entre a deusa do amor e a da morte, faz com que Zeus precise intervir e delibere que
Adônis viveria parte do ano com Perséfone no sub-mundo e parte com Afrodite durante a primavera e o verão, quando se encontraria sobre a terra.Vitimado pelo ciúmes de Ares por Afrodite, foi morto por um javali furioso enquanto caçava, que o deus da guerra lançou contra ele. Afrodite ao vê-lo cair correu ao seu encontro ferindo-se numa roseira branca que ao ser espargida com seu sangue teve suas flores brancas transformadas em rosas vermelhas.Era uma divindade agrícola, sendo sua morte e ressurreição celebradas em conexão com a semeadura e a colheita e seu culto associado à Átis e Osíris, assim como à Dioniso, Damuzzi e Tammuz, todos eles deuses jovens que foram mortos e ressuscitados.O culto de Adônis é originário da Babilônia, onde chamavam-no Tammuz, amante da Grande deusa Ishtar, que era o nome babilônico de Afrodite e que se constituía num símbolo das energias reprodutivas da natureza.Seus ritos eram celebrados em Biblos, na Síria; e em Pars, no Chipre; onde Astarte , representação local de Afrodite tinha seus cultos.Tanto entre os cipriotas como entre os fenícios era chamado de BAAL, que se constituía no princípio masculino de reprodução que fertilizava a terra.Esse mito nos reporta ao tema do incesto e da renovação cíclica, uma vez que Ishtar simbolizava as energias reprodutivas da natureza, e Tammuz era o grão, o filho fecundador da terra.As lamentações anuais por Adônis, denominadas "Pranto por Adônis", nada mais eram do que um rito de colheita e sua morte é um símbolo da destruição do cereal pelo homem; o seu pranto em termos da psicologia junguiana simboliza que para que haja Transformação é preciso haver pranto, é preciso que a dor decorrente da perda da velha identidade ou das velhas atitudes seja reverenciada.Adônis é representativo do arquétipo do puer, do jovem que por jamais haver se desligado da mãe, não pode crescer, daí a precocidade de sua morte.
AGAMENON
[mitologia grega]
Rei de Argos, era membro da casa de Atreu, sobre a qual pairava uma maldição. Foi um dos comandantes dos navios gregos que partiram para a Guerra de Tróia. Quando voltou, foi assassinado pela esposa Clitemnestra e por Egisto, seu amante.Agamenon era considerado o príncipe mais poderoso da Grécia antiga. Ele e seu irmão Menelau foram casados com Helena e Clitemnestra, as filhas do rei de Esparta.Numa caçada, Agamenon matou um cervo, o que levou a deusa Ártemis a se enfurecer com ele. Numa tentativa de aplacar a ira da deusa, resolveu sacrificar sua filha Ifigênia. Ártemis, com pena da menina, decidiu levá-la consigo e substitui-la por um animal.Clitemnestra, jamais lhe perdoou a perda da filha e quando ele volta de Tróia, arquiteta o plano de matá-lo.Seu assassinato consumou-se quando Agamenon ao sair do banho, teve sua cabeça coberta por um manto que Clitemnestra lançou sobre ele, podendo então matá-lo, auxiliada por Egisto.Seu filho mais velho, Orestes, auxiliado por sua irmão Electra, vingou sua morte matando a mãe, o que acarretou o ódio das Erínias, as guardiãs do direito natural.
AGENOR
[mitologia grega]
Nome do rei de Tiro que era pai de Europa.
Ao dar pelo sumiço da filha, quando ela foi raptada por Zeus na forma de um touro, envia seus outros filhos no seu encalço e exige que só voltem após encontrá-la.Dentre eles encontrava-se Cádmus, que já sem esperanças resolve consultar o Oráculo de Delfos. A Pítia manda então que abandone sua busca e que parta para fundar uma cidade.
AGNI
[mitologia védica]
Era o nome do deus do fogo para os vedas. Era um deus ígneo, fálico e criador.Simboliza a libido criadora e na índia, a construção de um altar dedicado ao deus assegurava a posse de um território.Esse deus do fogo em seu mito, está estritamente ligado à luz do luar, ao feminino, tanto que para os vedas, o sangue menstrual nas mulheres, numa associação entre sangue e fogo, era considerado sagrado, porque tinha-se que corresponderia a uma manifestação do deus.Era chamado ainda de "Umbigo da Terra".
AHRIMAN
[mitologia persa]
Deus do mal e da escuridão, eqüivale grosseiramente ao diabo no mito cristão; enquanto o lado sombrio do deus.Entretanto, Ahriman tem poder idêntico ao do deus da luz, Ormuzd, com quem trava eterna batalha pela supremacia.Esses deuses são símbolo da sizígia bem-mal, luz-sombra, constituindo-se portanto numa representação de um par de opostos da psique.
AHURA-MAZDA
[mitologia persa]
Era o outro nome de Ormuzd que era considerado o "Senhor da Luz", sendo ele todo luminosidade, benevolência , poder e conhecimento.Esse deus, O Senhor do Céu, comandava as sete amshaspends, ou hostes celestes, sempre em conflito cósmico com Ahriman e seus demônios da escuridão.
AJAX
[mitologia grega]
Nome de dois heróis que participaram da Guerra de Tróia.O primeiro era conhecido como Ajax, o Grande, filho de Télamon e que foi quem resgatou o corpo de Aquiles das mãos dos troianos. Ele e Ulisses reclamaram a armadura do herói que foi entregue à Ulisses. Sentindo-se injustiçado, suicida-se.O segundo era o filho de Oileu, que era conhecido como Ajax, o pequeno, por sua baixa estatura. Era considerado como sendo o mais ágil dos gregos depois de Aquiles e foi vítima de um naufrágio ao voltar da Guerra de Tróia, Possêidon salva-o, colocando-o num rochedo. Ajax contudo, gaba-se de que teria chegado vivo de qualquer forma, o deus fica tomado de ira, corta o rochedo em duas partes e Ajax morre afogado.
ALBERICH
[mitologia germânica]
Da raça dos anões, dos niebelungos, é o anão que forja o anel de poder a partir do ouro roubado das donzelas do Reno e que renuncia ao amor para fazê-lo.
AMITABHA
[mitologia tibetana]
Era o nome do Buda que simbolizava o "Incomensurável Esplendor".
AMOGHA- SIDDHI
[mitologia tibetana]
Era o nome do Buda que simbolizava " aquele que não será desviado de sua meta".
AMON
[mitologia egípcia]
Análogo ao Zeus grego ou ao Javé bíblico. Era considerado como sendo um deus criador primordial, retratado com cabeça de carneiro.Seu nome significa "o oculto"; e é a força geradora e criadora original que criou o universo manifesto a partir de si mesmo.O seu poder é fálico e criador.
ANDROGEU
[mitologia grega]
Filho do rei Minos de Creta, irmão de Ariadne e do Minotauro.
ANFIÃO
[mitologia grega]
Era um dos personagens da dupla de gêmeos míticos: Anfião e Zeto.Era o mais poético e musical dos dois, e seu irmão Zeto era guerreiro e agressivo. Um desprezava as qualidades diferentes do outro.Esse mito se refere fundamentalmente ao arquétipo da sombra, do nosso lado desprezado e inconsciente.
ANGRA-MAINYU
[mitologia persa]
O oposto de Ahura-Mazda, ou de Ahriman. É o senhor da escuridão, da hipocrisia e da falsidade, um símbolo da sombra.
ANQUISES
[mitologia grega]
Era um dos amantes de Afrodite, que julgava ser a deusa uma mortal, uma vez que ela lhe disse ser uma filha do rei da Frígia renegada e abandonada pelo pai. Da união de Afrodite com Anquises, nasceu Enéas.
ANTEROS
[mitologia grega]
Era um dos filhos de Ares e Afrodite, irmão de Eros (amor). Anteros simboliza o amor recíproco.
ANU
[mitologia sumeriana]
Era considerado como sendo o pai dos deuses, uma espécie de Urano, e que foi destronado por Enlil.Era o deus das águas acima da terra.
ANÚBIS
[ mitologia egípcia]
Filho de Néfti e de Osíris, que dormiu com a deusa pensando tratar-se de Ísis.Divindade do inferno que é representado por uma cabeça de chacal; sendo considerado como psicopompo ou o que leva as almas para o inferno. Como símbolo do psicopompo, eqüivale mais ou menos ao Hermes grego.
ÁPIS
[mitologia egípcia]
É considerado um símbolo do Sol e do espírito de Osíris nos Mistérios de Ísis sendo que o deus seria concebido, sempre que a luz da lua penetrasse numa vaca no cio.Um touro real era criado em Mênfis como sendo a alma de Osíris.
APOLO
[mitologia grega]
O "Senhor da Luz", é o deus do sol, da música e da profecia; filho de Zeus e irmão gêmeo de Ártemis, a deusa lunar.Esse deus presidia a adivinhação e a cura das doenças, mas também a propagação delas. Seu oráculo em Delfos foi usurpado da deusa da terra. Ele não reconhecia as raízes matriarcais, previa o futuro dos consulentes, mas em termos tão ambíguos que era chamado "língua dupla". Também é o protetor dos rapazes e o mais cavalheiresco e racional dos deuses olímpicos. Era um músico que tocava lira.Apolo era pai de Asclépio, o deus responsável pelas curas. Através de sua mãe Leto, está ligado diretamente aos Titãs "astrais", a Ceos e a Febe.À despeito de sua beleza, foi sistematicamente rejeitado em suas investidas amorosas, quer por Dáfne, Cassandra, Hiacinto ou Ciparissos.Inicialmente era tido como sendo um deus selvagem e bravio, um deus da caça que rondava as grutas, as cavernas e os bosques sempre acompanhado de lobos, corvos e gralhas.
APÓPIS
[mitologia sumeriana]
Era este o nome de uma serpente que acreditava-se fosse a encarnação de Set.
APSIRTOS
[mitologia grega]
Irmão mais jovem de Medéia, que foi morto por ela quando a bordo na embarcação Argo, quando teve seus membros dispersos jogados ao mar.
APSU
[mitologia babilônica]
Pai de Ea, é considerado o gerador dos grandes deuses, é uma representação do princípio gerador.
AQUILES
[mitologia grega]
Um dos heróis da Guerra de Tróia, Aquiles era filho da deusa do mar Tétis e de Peleu, um mortal.Quando era bebê, a mãe o mergulhou no rio Estige, para torná-lo imortal, mas esqueceu-se de mergulhar na água o calcanhar, por onde o segurava. Essa parte vulnerável provocou sua morte durante a batalha contra os troianos.
ARES
[mitologia grega]
Deus da guerra e do prazer do combate, nasceu de Hera, a rainha dos deuses, sem pai, como uma vingança da deusa contra Zeus uma vez que a deusa Atena nasceu sem a participação de sua divina esposa, saltando da cabeça de Zeus já adulta.No mito é descrito como brutal, violento e traiçoeiro e seu equivalente romano é Marte.A raiz grega do nome Ares, provém de uma palavra que significa "empolgar-se" ou "destruir-se".É considerado um símbolo da força bruta assim como da paixão insensata, uma vez que é o produto do rancor armazenado no corpo de Hera.Ares possuía quatro escudeiros que sempre o acompanhavam. Um deles era chamado Deimos ( Medo); outro Phobos ( Terror); outro Éris ( Discórdia); e ainda outro, que chamava-se Ênio e que era um demônio feminino da guerra.Foi apaixonado pela deusa da beleza Afrodite, com quem teve três filhos, Eros, Anteros e Harmonia.
ARGES
[mitologia grega]
Um dos três Cíclopes, filhos de Urano e Gaia. É a Luz do Relâmpago e simboliza junto a seus dois irmãos, as forças incontroláveis da natureza.
ARTUR
[mitologia céltica]
Diz-se que conquistou toda a Bretanha aos invasores bárbaros e que foi mortalmente ferido às margens de um rio, quando entregou sua espada "Excalibur" à um espírito das águas.
ASCLÉPIO
[mitologia grega]
Filho de Apolo, o deus Sol e de Carônis, a donzela do corvo. Foi criado pelo centauro Quíron nas artes da cura e da medicina, era o patrono dos curadores e também podia levantar os mortos.Algumas vezes mostram-no na forma de serpente, símbolo das artes médicas, ou segurando uma serpente enroscada num bastão.Ressurgiu dos mortos depois de ser atingido por um dos raios de Zeus. Retratam-no como um aleijado, coxo, como numa alusão ao seu destino incomum.
ASVINS
[mitologia hindu]
Dois gêmeos divinos, criadores da chuva e concessores da fertilidade; eram chamados os condutores do céu, uma vez que conduziam a carruagem celeste.Esses gêmeos, filhos do Céu, eram eternamente jovens. Às vezes, os dois desciam à Terra para que pudessem livrar os humanos das dificuldades e agiam como médicos divinos.Costumavam ser associados à Castor e Pólux.
ÁTIS
[Mitologia frígia]
Filho e amante da grande deusa da fertilidade Cibele. É um deus da vegetação, semelhante a Tammuz, Dammuzi e Adonis.Foi infiel à Cibele que, para se vingar, tornou-o louco; quando ele mesmo se castrou.Diz-se que a Gruta de Belém onde se deu o nascimento de Cristo, era um antigo santuário desse deus.O mito de Átis trata fundamentalmente da questão do incesto e a sua castração eqüivale a uma expiação pelo desejo incestuoso.Simboliza a necessidade de cortar os laços que prendem o homem à mãe, para que possa viver a sua interidade pois a dependência materna levaria fatalmente à morte ou à castração.Cibele transformou-o num pinheiro. Na festa por seu luto, uma árvore, o pinheiro era derrubada, os seus galhos cortados e o deus amarrado a seu tronco, numa simbólica de ligação com a mãe.
ATLAS
[mitologia grega]
Era o filho de Japeto e Climene que foi obrigado à sustentar o céu sobre os ombros.Atlas teve sete filhas com Pleione, filha de Oceano, essas filhas eram as Plêiades: Alcíone, Kelaino, Electa, Sterope, Taygete e Maia que dizia-se viviam na companhia dos pais na Atlântida, o continente submerso e que foram as responsáveis pelo crescimento da legendária civilização.Perseu petrificou-o através da cabeça de Medusa, ao ter-se recusado a hospedá-lo, e posteriormente auxiliado pelos deuses do Olimpo, transformou-se na cadeia de montanhas que leva seu nome.Esse mito também era bastante difundido entre os povos incas.
ÁTON
[mitologia egípcia]
Era um deus solar, fálico e criador, que também possuía componentes espirituais. Era um símbolo do sol para os egípcios.
ATREU
[mitologia grega]
Rei de Argos, envolveu-se numa luta fratricida com o irmão Tiestes e assassinou os filhos deste. Em vingança, Tiestes amaldiçoou a linhagem do irmão sendo essa maldição foi transmitida à Orestes irmão de Electa que mais tarde veio a se tornar o assassino da própria mãe, Clitemnestra, para vingar a morte do pai Agamenon.
ATUM
[mitologia egípcia]
Uma das formas do deus-sol Rá. Era considerado como sendo o Criador e que enviou seu olho divino para salvar seu filho Shu, deus do ar e Lefnut sua esposa-irmã.Quando a humanidade conspirava contra Rá, ele arremessava seu Olho Divino contra seus inimigos.Fala-nos o mito de um episódio em que seu Olho extraviou-se e Rá enviou seu mágico, o deus Thot para que o trouxesse de volta.
(Por Claudia Araujo)
Meio do Céu.
postado por: Vendaval! 9:30 PM
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ALFABETO DAS MUSAS E DEUSAS
Resolvi colar um texto do site Meio do Céu que fala de Deusas e Musas e Deuses e Heróis. Mas como a mitologia tem diversas interpretações, como a Bíblia também tem, não é possível atestar a veracidade dos nomes com seus personagens estóricos, já que são nomes parecidos, traduzidos para o português, que podem ter se confundido n'alguma tradução ou releitura.
Hoje vou postar somente os de letra inicial A:
DEUSAS E MUSAS:
AELO
[mitologia grega]
Uma das Hárpias, filhas de Taumas e Eléctra, e que era considerada como sendo símbolo da Borrasca.
AFRODITE
[Mitologia grega]
Deusa do amor sensual e da beleza, nasceu da união do mar com os órgãos genitais cortados do deus Urano, que foi castrado por seu filho Crono Quando Crono castrou Urano, arremessou seu falo desmembrado ao mar, que emergindo das espumas com as ondas, deu origem à Afrodite. . Ela é um resultado da união das espumas do mar, com o esperma de Urano.
A espuma branca que resultou da mistura entre o esperma do deus e o mar, espalhou-se ao redor dos genitais castrados, e deu-lhe origem, nascendo totalmente desenvolvida e bela em sua nudez.
É uma filha portanto das água do mar e da violência e da luta pelo poder e pela supremacia; eqüivale a Inanna no mito sumeriano; a Ishtar no babilônico; a Hátor no Egito, Vênus em Roma.
Rege a criatividade assim como as artes e artimanhas do amor; ela também é uma deusa da batalha, como é retratado por ocasião de seu nascimento, incitando os homens ao combate sangrento.
É vaidosa, ciumenta e vingativa, mas sempre irresistível, simbolizando o desejo apaixonado, a paixão cega capaz de gerar luta, o amor físico e a paixão como resultado do instinto, além da transitoriedade do afeto, uma vez que ela não prega a eternidade do amor, mas sua transitoriedade, cônscia de que toda a paixão é finita.
Seu poder de reprodução não é uma decorrência de seu instinto maternal, mas sim, fruto de sua paixão por um homem.
Afrodite era casada com o ferreiro Hefesto, o deus defeituoso dos artesãos, filho de Hera, a quem foi sistematicamente infiel . Ela pode ser considerada como sendo um símbolo do desejo sensual, totalmente desvinculada dos assuntos da alma. Essa deusa que era patrona de toda a criatividade, é possível que tenha desposado o coxo e aleijado ferreiro Hefesto, por amor aos seus dons artísticos e sua criatividade, assim, seu casamento parece representar a união da beleza com o artesanato, que originam a arte.
Essa deusa valorizou sua independência acima da experiência emocional com o outro. Valorizava as ligações, mas só a curto prazo, sem laços que se estabelecessem pela dependência.
É considerada como sendo a amante arquetípica.
AGLAÉ
[mitologia grega]
Essa deusa foi casada com Hefesto. Era a mais jovem das Cárites ou Graças.
ALCIPÉIA
[mitologia grega]
Nasceu da união de Ares com Aglares. Seu pai ao presenciar a tentativa por parte de Halirrótio, filho de Possêidon de violentá-la, enfureceu-se e matou o estuprador, fato que o levou a julgamento num tribunal em que com o apoio da deusa Atena, defensora da castidade, foi absolvido.
ALCíONE
[mitologia grega]
Filha de Éolo, o deus do vento e esposa de Ceíce. É considerada como sendo um símbolo da Paz.
Atraiu sobre si a fúria dos deuses e foi transformada em pássaro.
Alguns mitólogos descrevem-na como sendo uma das Plêiades, as filhas de Atlas e Pleione e afirmam ainda que Alcíone coabitou com Possêidon.
AMALTÉIA
[mitologia grega]
A cabra que amamentou o pequeno Zeus no período em que ficou escondido de Crono, seu tirânico pai. Em gratidão por ter-lhe salvo a vida, Zeus, ao tornar-se rei dos deuses, colocou-a no céu como a constelação de Capricórnio, e transformou um de seus cornos na Cornuscópia ou Corno da Abundância.
A cabra simbolicamente pode ser considerada uma representação da mãe, e é interessante se observar, que a casa dez na astrologia, ou seja o setor do mapa natal associada ao signo de Capricórnio, possui uma associação com a mãe, ou com o arquétipo materno sendo ainda que Saturno (Crono) é o planeta que rege o signo de Capricórnio.
AMAZONAS
[mitologia grega]
Era uma raça de mulheres guerreiras que dizia-se na antigüidade, serem filhas da ninfa Harmonia numa união com seu pai Ares.
Eram caracterizadas por seu estado de virgindade psicológica, que as aproximava do padrão arquetípico de Ártemis.
Apartavam-se dos homens com quem só se
relacionavam com a finalidade de procriarem, mas de uma forma indiscriminada e jamais se permitindo a coabitação ou o vivenciar o afeto.
Em suas imagens são retratadas montadas à cavalo, num simbolismo de que estariam perfeitamente integradas com sua vida instintiva e munidas de arco e flecha, já que eram famosas como guerreiras.
Costumavam cauterizar o seio direito num simbolismo de renúncia ao puramente feminino.
ANDRÔMEDA
[mitologia grega]
Filha do rei Cefeu e da rainha Cassiopéia da Etiópia.
Possêidon irado com a soberba de seus pais, oferece-a em sacrifício a um monstro marinho, quando é acorrentada à uma rocha.
O herói Perseu ao vê-la, apaixonou-se por ela, matou o monstro utilizando-se da cabeça da Medusa e salvou-a, tirando Andrômeda da rocha onde estava acorrentada, e casando-se em seguida com ela.
ANFITRITE
[mitologia grega]
Era esposa de Possêidon, filha de Nereu e Dóris.
ALATUR
[mitologia babilônica]
Era o nome da deusa do sub-mundo para os babilônicos, a irmã de Ishtar, que luta com a deusa pela posse de Tammuz. Análoga à Ereshkigal suméria.
APSARAS
[mitologia védica]
Eram esposas de deuses, sendo ninfas sedutoras das águas do espaço.
Essas ninfas aéreas eram amantes dos gandarvas, sendo que por vezes, uma apsara descia a Terra e enamorava-se de um mortal.
Elas nasceram da espuma do mar, da sua leveza, e eram excelentes dançarinas.
Eram consideradas como sendo as mensageiras de Kali, que tinham por atribuição, convocar os homens ao amor à divindade.
ANAÍTA
[mitologia persa]
Era o nome da mãe de Mitra.
Era uma deusa da lua no mazdeísmo e que assegurava a fertilidade.
ARETUSA
[mitologia grega]
Era o nome de uma ninfa da floresta que quando voltava de uma caçada nadava nua para se refrescar quando o deus do rio foi tomado de ardente desejo por ela e perseguiu a ninfa que fugiu aterrorizada pedindo socorro à Ártemis.
A deusa ouviu seu choro, resgatou-a numa nuvem de neblina e a transformou numa fonte.
ARIADNE
[mitologia grega]
Filha do Rei Minos de Creta, que auxiliou Teseu a matar o Minotauro, seu irmão, um monstro metade touro metade homem, que vivia dentro do Labirinto de Creta e com o auxílio de um novelo de linha garantiu o retorno de Jasão a salvo do Labirinto. Foi a responsável pelo processo de individuação de Teseu, que foi alcançado graças à seu amor.
É considerada como sendo um símbolo da mulher oculta, da virgem , daquela que é capaz de transformar a criatura viva num verdadeiro indivíduo.
Ariadne era uma figura de anima bastante positiva na história de Teseu; uma anima cheia de iniciativa e que por isso mesmo precisava ser abandonada por Teseu como de fato o foi no mito, uma vez que não apenas a projeção da anima precisava ser superada, mas porque ela mesma não possuia as características necessárias à mulher capaz de representar o papel de anima para um homem.
É à partir desse abandono que Ariadne pode viver sua interidade com Dioniso, um deus que havia conseguido integrar em si o feminino, e que era uma versão evoluida de Teseu, uma forma mais integrada, quando passa a ser a supervisora dos rituais femininos na Vila dos Mistérios em Pompéia.
Vários fatos sugerem que tivesse um vínculo com Afrodite tanto que por vezes era citada como "Ariadne-Afrodite" e usava a coroa de Afrodite que dizem Teseu trouxe do fundo do mar.
ÁRTEMIS
[mitologia grega]
Filha de Zeus e Leto, irmã gêmea de Apolo, o deus sol, é considerada uma divindade lunar, retratada como uma destemida virgem caçadora, senhora dos animais selvagens. Passava seu tempo na caça, acompanhada de seus cães.
Vestia-se com uma túnica curta equipada com um arco de prata e aljava de setas ao ombro; é a potência misteriosa que preside a fecundidade animal das florestas além de ser considerada como sendo a deusa principal das Amazonas enquanto caçadora divina.
Na Ásia Menor também é retratada como prostituta e deusa da fertilidade, mas paradoxalmente também é virgem e protetora da gravidez e do parto.
A sua fama de protetora do parto, deveu-se ao fato de que por ter nascido antes de Apolo, auxiliou sua mãe Leto, no parto do irmão.
Também é associada à Hécate, outra deusa lunar e regente do inferno que fazia-se acompanhar por cães tal qual Ártemis, e nesse seu aspecto de deusa da lua, associa-se também a Selene. Hécate, Ártemis e Selene eram consideradas como sendo uma trindade lunar.
As veneradoras da deusa Ártemis chamavam-se ursas.
Ártemis simboliza o aspecto dominador e castrador da mãe e as feras que a acompanham simbolizam o instinto que precisa ser domado.
Ela era considerada como símbolo da fecundidade e não do casamento e era também chamada de "a que acerta de longe" ou " a Senhora das feras."
É ainda um símbolo da mulher que é individualista e que se movimenta sozinha fazendo o que lhe interessa sem a necessidade de amparo ou de aprovação quer masculina ou feminina. Personifica o espírito feminino independente que possui imunidade à paixão, uma vez que esse arquétipo permite que a mulher sinta-se completa sem a presença de um homem.
ASTAR
[mitologia moabita]
Deusa do amor e da fertilidade para os moabitas, análoga à Ishtar babilônica.
ASTARTE
[mitologia fenícia]
Era considerada uma deusa do amor e da fertilidade, análoga a Vênus romana, a Afrodite grega, a Inanna sumeriana, a Ishtar, a Ísis e Hátor gregas, a a Freya germânica.
Em seu santuário em Biblos, durante o luto anual por Adônis, as mulheres eram obrigadas a raspar seus cabelos e caso não o fizessem, eram obrigadas a se prostituir com estrangeiros.
O ato de oferecer o cabelo ou a castidade à deusa simbolizava a oferenda de sua própria fertilidade.
Podemos deduzir desse fato , de que era bastante comum que se oferecesse aos deuses aquilo de que eles necessitavam para continuar representando o seu papel divino, os deuses necessitavam do homem, tanto quanto esse necessitava dos deuses.
ASTÉRIA
[mitologia grega]
Nome da ilha que posteriormente chamou-se Delos e onde Leto teve Apolo e Ártemis.
Esse era ainda o nome de uma deusa, filha de Ceos e Febe e que era irmã de Hécate.
ASTRÉIA
[ mitologia grega]
Deusa da Justiça também chamada de Diquê. Era uma das filhas de Zeus e que viveu certa vez na terra misturando-se aos homens. Foi ficando cada vez mais desgostosa de sua vileza e acabou retirando-se para os céus, onde Zeus entronizou-a, transformando-a na constelação de Virgem.
ATALANTA
[mitologia grega]
Foi abandonada por seu pai no topo de uma montanha logo após seu nascimento e foi encontrada e alimentada por uma ursa sendo que mais tarde tornou-se uma bela mulher, bastante corajosa e capaz como caçadora.
Um caçador chamado Máleagro tornou-se seu amante e companheiro e os dois partiram para a caça ao javali de Cálidon, quando Máleagro morreu em seus braços.
Atalanta deixa então a montanha e parte para um confronto com seu pai e ser reconhecida como herdeira do trono. Vários pretendentes se aproximam dela que os trata com desdém até que propõe que aquele que fosse capaz de vencê-la numa corrida seria aceito por ela.
Hipomênedes que a amava se candidata e pede auxílio à Afrodite para que pudesse vencer. A deusa lhe dá três maçãs de ouro que conforme o plano de Afrodite fazem-no ser o vencedor.
ATAR
[mitologia mesopotâmica]
Deusa do amor e da fertilidade para os mesopotâmicos, a análoga à Ishtar babilônica e a Astarte fenícia.
ATÁRGATIS
[mitologia síria-fenícia]
Uma das grandes deusas da fertilidade da Áia Menor, também é uma divindade lunar.
Como Ishtar e Inanna, é ao mesmo tempo virgem e prostituta, cultuada através de ritos orgiásticos.
Era freqüente a sua imagem montada num leão, que era um símbolo da integração de sua natureza animal à sua personalidade. Também era retratada como sendo um peixe ou com cauda de peixe como uma sereia, acompanhada pelo filho-amante Áctis, que também retratado como um peixe e o que era retratado nessa sua imagem era a inconsciência em grande parte de seu instinto.
ATENA
[mitologia grega]
Deusa da sabedoria e da estratégia de guerra, também é protetora de heróis.
É uma filha de Zeus, nascida de sua cabeça, sem mãe, já saiu adulta da cabeça do deus e é eternamente virgem.
Seu nome significa "recipiente", "vaso" ou "panela" e é protetora dos artesãos e tecelões, sendo ela quem ensinou os ofícios à humanidade.
Na mitologia romana era equiparada à Monerva, era a deusa da fecundidade e da sabedoria; uma protetora dos lugares altos.
Nos dias festivos dedicados à ela, oferecia-se à essa deusa, doces em forma de falo e de serpente, pedindo pela própria fecundidade.
Simboliza o empenho na conquista e manutenção dos valores espirituais, assim como o pensamento racional.
Atena pode ainda ser considerada um símbolo da inteligência fria, que não se permite o vivenciar os sentimentos.
ÁTROPOS
[mitologia grega]
Uma das três Moiras ou Parcas. Atropos era denominada "a cortadora", porque cortava o fio do destino que punha fim à vida mortal.
Essa três eram as tecedeiras responsáveis pelo fiar ou tecer do destino humano.
(Por Claudia Araujo)
postado por: Vendaval! 9:27 PM
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OS INCAS,
Parte II:
OS RITUAIS INCAS
Em agosto e setembro, os campos eram lavrados e semeados. Os homens cavavam, enquanto as mulheres semeavam os grão de milho. No início do ano agrícola, o povo pedia ao Sol para o ajudar a obter boas colheitas.
Em setembro, os incas celebravam a "Coya Rayni", a Festa da Lua e da Rainha.
Em outubro e novembro, surgiam os primeiros brotos. Os jovens eram enviados aos campos para espantar os pássaros e as mulheres tinham o encargo de manter as valas de irrigação desimpedidas. A principal preocupação neste período era proteger as plantas que começaram a germinar.
Dezembro e janeiro eram meses em que os incas cuidavam dos tenros pés de milho e plantavam a coca. Quando mascadas, as folhas deste arbusto atuam como estimulador, entretanto, tal regalia só era permitida aos sacerdotes e à elite inca.
A Capac Raymi, a Festa Grandiosa, era celebrada em dezembro. O Sapa Inca, vestido a rigor, conduzia seu povo na adoração do Sol.
Em fevereiro e março, a família inca voltava aos campos com a finalidade e espantar pássaros e roedores. Até as raposas constituíam uma ameaça. Este era um período crucial para os lavradores, já que seu sustento dependia totalmente das colheitas.
Na Pacha-puchuy (Maturação), festa celebrada em março, o Inca sacrificava um lhama preto para resgatar os pecados de seu povo.
Em abril e maio, as espigas de milho já estavam granadas e garantiriam a cota de alimentos necessária para passar o inverno.
Em junho e julho, meses de inverno nos Andes, fazia-se a colheita da batata, da qual os incas cultivavam diversas variedades. Elas eram guardadas em cabanas especiais, frias e secas.
Em junho era realizada o Inti Raymi, a Festa do Sol.
Nas concepções mágicas dos incas, o céu e a terra estão sempre estreitamente associados, suas influências se completam harmoniosamente. A festa de Inte Raymi, apresentava, em associação com o culto prestado ao deus Sol, com as características de uma festa da fecundidade.
Cristóvão Molina descreve uma das cerimônias a que assistiu. Os ritos possuem notável simbolismo e mística primitiva de caráter telúrico. Estas festividades que duravam uma semana, marcavam, cada ano, o início dos trabalhos nos campos.
AS FESTAS DO SOL
Desenrolavam-se a princípio no recinto do templo do Sol, e daí, a seguir, chegavam às províncias do império.
Antes do alvorecer, uma procissão, com as imagens dos deuses e as múmias, eram carregadas às costas de homens, que dirigiam-se para o vale situado a leste de Cuzco. Um dossel feito de plumas reunidas abrigava cada efígie; a trinta passos de distância, um grupo de nobres, membros das principais famílias da cidade, escoltava as imagens. Só participavam dessa festa os membros do clã do Sol, os próprios caciques eram excluído dela. Para a ocasião, os dignitários vestiam trajes esplêndidos: túnicas de lã de vicunha, mantos bordados de outro e prata, etc. Braceletes luziam-lhes nos punhos e tornozelos e, sobre seus "Ilautos", emblema distintivo do clã do Inca, cintilava um disco de ouro, insígnia de sua raça.
Chegados ao adro sagrado, os carregadores depunham as imagens, de rosto voltado para o ponto do céu em que o Sol iria erguer-se, depois, enfileiravam-se de um e outro lado do Inca, cada um segundo o posto e o lugar que ocupava na hierarquia, o soberano estava sentado um pouco à frente, num trono baixo, esculpido e dourado, o "tiyana".
Em silêncio, os assistentes esperavam o aparecimento do "puncha Inca", o "Senhor do dia", isto é, o Sol.
Logo que os primeiros raios acariciavam o cume das montanhas, o Inca se colocava a frente para os nobres e entoava o hino de Inti. Depois, sentava-se no tiyana e os espectadores repetiam em coro o canto sagrado, cujo ritmo se acelerava à medida que o Sol se elevava no horizonte, ao mesmo tempo, inclinavam-se e levantavam-se alternativamente, de olhos fitos no astro que subia sobre os cumes.
No decorrer da manhã, duzentas nustas vinham de Cuzco, trazendo cada uma um cântaro de chica e um ramalhete de folhas de coca. Coroada de flores, como as sacerdotisas de Ceres, entravam em fila de cinco no adro em que se iam realizar os sacrifícios. Sob um cedro, avermelhava-se um braseiro, em que os servidores lançavam os cordeiros imolados.
À tarde, efetuavam-se múltiplas cerimônias. Depois ao se aproximar o entardecer, os cantos alegres eram substituídos por tristes e melancólicas melopéias, enquanto o Sol desaparecia por trás dos cimos da cordilheira. Os assistentes erguiam as mãos para o céu, em sinal de súplica e se prosternavam para adorar o astro evadido.
Escoltadas pelos nobres, as imagens e as múmias dos Incas, voltavam então para a Inti-huasi.
Ao fim do dia, traziam pás ao campo do Sol e eram de puro ouro. O Inca Capac tomava uma e trabalhava a terra de Coe Campata. Depois dele, todos os grandes de Cuzco faziam o mesmo. Abria-se assim a estação dos trabalhos agrícolas.
A FESTA DE INICIAÇÃO
Quando se tornavam púberes, os príncipes e filhos das famílias nobres incas submetiam-se a uma série de provas, sendo que a última era a perfuração dos lobos das orelhas, precediam elas sua admissão na casta dos Hatun-Rincriyoc. Este conjunto de ritos tinha o nome de festa de iniciação e desenrolava-se durante a "Festa do Inca", a Capac Raymi. Primeiro deveriam haver cumprido certo número de provas, de modo a demonstrarem que eram capazes de desempenhar-se das funções administrativas que lhes seriam confiadas.
As jovens nobres, também se preparavam para esta festa e lhes era dado o título de "sapay coya nusta", que significa "princesa virgem". A presença delas servia como encorajamento para os rapazes. Ao fim das provas, elas também eram encarregadas de dar de beber aos participantes e para tanto, muniam-se de cântaros de prata contendo chica.
A chegada do Inca ao recinto de ouro dava o sinal para o início das festividades. Dali os jovens se dirigiam em procissão ao templo do Sol e depois ao santuário de Huanacauri. Passavam a noite ao pé da colina sagrada e, na manhã seguinte, ao romper do sol, subiam ao templo para assistir aos sacrifícios rituais. Os sacerdotes lhes entregavam os huaracás (fundas de guerra). Os iniciados desciam então o vale, onde seus pais e os chefes dos ayllus os aguardavam. Tocavam eles com as fundas nas pernas dos rapazes dizendo: "Sede valorosos como nós temos sido. Sede justos e retos, herdeiros da honra de vossa raça, mostrai-vos dignos de vossos antepassados!" Com essas invocações terminavam os ritos preparatórios. Rapazes e espectadores voltam para Cuzco, onde encerram o dia com danças.
Os dias seguintes eram dedicados a lutas esportivas, a exercícios e a cerimônias religiosas.
A FESTA DE CAPAC RAIMI
A 14 de novembro, eram buscadas em procissão as imagens de Viracocha, do deus Sol e das outras divindades e as múmias dos Incas, que eram transportadas para o recinto sagrado. Ali, conduzindo o misterioso moroy-urco, os príncipes dos ayllus davam volta à praça. Ao centro, um braseiro consumia os cadáveres das vítimas imoladas e as oferendas. Começava assim a festa de Capac Raimi. Cercado de toda a pompa devida ao deus soberano, entre os altos dignitários do império, o Inca assistia a cerimônia. Era essa a mais importante festa do ano.
Perante as imagens dos deuses e as múmias dos Incas, o grão-sacerdote do Sol entregava aos jovens nobres a "mirca uncu", uma veste colorida, bordada de branco e vermelho e um manto branco de que pendiam cordões azuis terminados em borlas vermelhas, emblemas de sua posição, além de um gládio de pau de palmeira, uma funda e uma lança. Brandindo as armas, prestavam eles homenagem às imagens dos deuses e depois juravam obediência ao Inca.
A seguir, as moças se aproximavam ao grão-sacerdote, que lhes distribuía as vestes reservadas às mulheres ayllus: vestido comprido (asco), pequena blusa com folhos e a Iliclla, espécie de mantilha.
Ao cair da tarde, os jovens se reuniam num campo afastado da cidade e ali passavam a noite, em uma grande tenda. As nustas, nome dado as moças que acabaram de receber os vestidos de mulher, os acompanhavam. Levavam cântaros cheios de chicha, na previsão das provas e exercícios físicos que iriam se realizar nos dias seguintes. Ao amanhecer, os participantes dirigiam-se a correr até o santuário de Anahuarca, distante três quilômetros. O deus ali cultuado tinha fama de correr tão depressa quanto o vôo da falcão. As nustas aguardava, os concorrentes, estimulando-lhes com palavras e gritos.
A esta altitude de 3.500 metros, tal corrida exigia muito de seus participantes e muitos não conseguiam alcançar a meta. As cerimônias se alternavam com sacrifícios e trabalhos esportivos. O ponto de partida e a meta eram sempre santuários que comemoram a lembrança de episódios religiosos ou históricos incas. Ao fim de cada prova, os anciãos fustigavam os jovens, para ensinar-lhes a disciplina e a idéia do sacrifício. O dia sempre encerrava-se com danças, festas e cânticos.
O vigésimo primeiro dia era o mais importante. No alto da colina de Yavira, após grandes sacrifícios oferecidos às divindades dos ayllus, o Inca entregava aos iniciados as insígnias de sua casta, brincos de ouro para as orelhas e mantos bordados de azul. Das mãos do grão-sacerdote recebiam o vestuário vermalho, o "pielco cassa", o diadema de plumas e um colar formado de placas de ouro e prata.
Daí para frente, os jovens nobres tornavam-se "Hatun Rincriyoc", "orelhas grandes", alcunha que lhes deram os espanhóis e, como tais, gozavam dos mesmos direitos que os adultos.
Danças mímicas recordavam as peripécias da partida dos ancestrais do Inca ao deixarem a gruta de Pacaritambo. Flautas e tambores marcavam o ritmo, acompanhados pela voz de homens e mulheres. Os dançarinos se fantasiavam com peles de pumas e cobriam as cabeças com crânios de leopardos, anéis pendiam-lhes das orelhas e placas de ouro luziam-lhes na fronte.
A execução do hino da vitória, o "quihuallina", dava fim a essa cerimônia grandiosa e enfeitiçadora. A seguir, durante seis dias, desenrolavam-se festas organizadas em honra dos deuses. Os sacerdotes velavam para que nenhum deles fosse esquecido, do contrário, julgando-se lesadas, as divindades poderiam se vingar. De todos os altares do império inca subia a fumaça de incenso e de sacrifícios para Viracocha, o senhor do mundo, para Inti, o deus Sol protetor da raça, para a Lua, para o deus Raio, simbolizado por uma serpente e para a estrela Órion, guardiã celeste dos rebanhos de Ilhamas do deus Sol.
A cerimônia da purificação encerrava as festas da iniciação, os jovens banhavam-se nas águas sagradas da fonte de Calizpulquio. Nesta ocasião, tirando as vestes, trajavam um manto amarelo e preto, marcado com uma cruz vermelha.
Após haver adorado o deus do santuário de Calixpuquio, os rapazes recebiam dos padrinhos as armas dos chefes incas: um escudo e clava de combate. Os membros de seu clã davam-lhes felicitações e ricos presentes: roupas, ouro, prata, rebanhos, que materializavam seu ingresso no escol. Em seguida, eram-lhes furadas as orelhas. Se o lobo se rompia, era mau presságio. Depois, com uma grande pompa, ia-se buscar a imagem de Huyana Punchao, "o dia novo", depositada no templo do outono enquanto duravam as festas de iniciação. Conduziam-na ao templo do Sol. Ante a imagem, os sacerdotes em procissão carregavam o cetro, a insígnia da majestade do Inca e dois ídolos, um de ouro, outro de prata, representando dois carneiros: "cullquinapa"e "curinapa". As imagens das outras divindades também retornavam ao templo, juntamente com as múmias.
Estavam, então, terminadas a festa do Inca, Raimi Capac e as cerimônias da iniciação dos jovens nobres.
Rosane Volpatto
Bibliografia
O Segredo dos Incas - Siegfried Huber
Os Incas - C. A. Burland
Tiahuanaco - Simone Waisbard
Incas e Astecas - Jorge Luiz Ferreira
Atenção, nota da autora: Foram encontrados muitos erros ortográficos no textos, portanto corrigi-los, espero tê-los corrigidos corretamente. Para um trabalho mais completo, peço que leiam os livros indicados na Bibliografia.
postado por: Vendaval! 8:53 PM
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OS INCAS,
Parte I:
A FAMÍLIA INCA
Os incas não eram nem uma tribo, nem uma nação. Eram uma família que inicialmente governou um pequeno reino situado nas montanhas do atual Peru. Foram dilatando-se pouco a pouco as fronteiras de seu império até que, no final do século XV, estas tinham cerca de 3.000 Km de extensão.
Sob o seu poder, foram incorporados centenas de grupos étnicos, culturais e lingüísticos, com aproximadamente 8 milhões de habitantes. A justificação lógica de tamanha expansão era semelhante à do espanhol: levar a civilização aos povos que viviam na bárbarie. Para os Incas, as inúmeras culturas que viviam nos Andes Centrais praticavam o incesto, eram antropófagos, vivem em guerra, não sabiam plantar o milho e desconheciam as relações de parentesco. Coube aos Incas a missão de inseri-los no mundo civilizado e ensiná-los a viver em paz. Ao contrário dos astecas, os incas não tinham uma mentalidade belicosa e a paz era o bem supremo da humanidade e uma dádiva dos deuses. Os Incas guerreavam em busca da paz e exercia, a dominação como missão civilizatória. Entretanto, os povos conquistados eram submetidos à dominação e tributação, e os chefes das comunidades derrotadas eram levados a Cuzco, sendo pisoteados até a morte e seu crânio era usado para beber "chicha".
A tendência à expansão nasce do próprio êxito da expansão que se inicia com a vitória sobre os chancas. O desequilíbrio de forças nos Andes Centrais, com a vitória inca, gera a hostilidade dos povos vizinhos e o receio de serem atacados leva os Incas a novas conquistas. É nesse processo que surge um projeto de unificação geral de toda a região andina central.
A ECONOMIA INCA
Este imenso reino, que se estendia sobre quarenta paralelos e compreendia inúmeros povos e tribos, possuía uma administração rígida que mantinha a coesão do conjunto.
A unidade de produção agrícola e social era o "ayllu", formado por famílias ligadas por laços de parentescos, apresentando tendência à endogamia com descendência paralela, ou seja, linha masculina para os homens e feminina para as mulheres.
A posse da terra no "ayllu" era comunal e se dividia em terras cultiváveis e de pastos de uso coletivo. O propósito do governo inca era fazer com que todos se ajudassem mutuamente. Até as crianças trabalhavam, criando lhamas e alpacas. Cada família recebia lotes de acordo com o número de membros e sua distribuição era rotativa e anual, impedindo assim que determinadas famílias obtivessem privilégios com o usufruto por longo tempo das melhores parcelas de terras.
Quando dois jovens casavam, mudavam-se para uma casa especialmente construída para eles. Durante o primeiro ano não pagavam impostos. Quando nascia um bebê era-lhes concedido mais terreno. Aos velhos eram atribuídas tarefas leves, tais como catar lenha e ajudar a educar as crianças.
A chefia do ayllu era exercida pelo Kuraka, que assumia esta função por ser, a nível ideológico, o descendente direto dos fundadores do ayllu e do Huaca, entidade divina local, protetora e tutelar do ayllu. Cabia ao Kuraka velar pela segurança material, organizar a produção, distribuir os lotes de terras às famílias e arbitrar os conflitos que surgissem, além de assegurar o sustento dos órfãos, viúvas e desvalidos.
Periodicamente, um certo número de homens trabalhavam em suas terras e nas do Huaca, cuja produção era acumulada pelo chefe que a redistribuía em épocas de má colheita ou catástrofes climáticas, além de garantir o sustento dos inativos. Esta prestação de serviços ao Kuraka, a mita, levou este chefe a acumular bens, concentrando riquezas e reforçando sua autoridade no ayllu.
A economia inca não se baseava na circulação de numerário. Não havia desemprego, nem dinheiro, nem comércio. Messes e colheitas eram divididas em três partes: a primeira, reservada ao palácio; a segunda ao deus Sol, e a terceira aos camponeses.
AS ESTRADAS DOS ANDES
Guardadas as devidas proporções, o povo inca levava uma bela vida, no sentido de lhes ser poupada a preocupação com o futuro. Este comunismo agrário era praticado em todo o império.
Terminados os trabalhos rurais, os homens eram encarregados da construção de estradas e depósitos militares. Inúmeros carregadores traziam, de todas as partes do império, os produtos dos vales quentes, do mar e dos planaltos, para a Kolkampata, o armazém central inca.
Numa zona tão escarpada e agreste como os Andes, os incas necessitavam de uma boa rede de estradas para ligar todos os pontos do império. As estradas principais dirigiam-se de norte à sul e eram atravessadas por estradas secundárias, que se estendiam na direção leste-oeste, ligando cidades e aldeias. Nas costas arenosas, as estradas não eram aplainadas e geralmente estavam assinaladas apenas por troncos de árvores. Nas terras altas, elas eram pavimentadas com blocos de pedras ou escavadas na rocha. Estas vias montanhosas exigiam freqüentemente grandes obras de engenharia, subindo por vezes como uma escadaria, outras atravessando pequenos túneis. Nos locais onde a estrada tinha que atravessar rios ou gargantas eram montadas pontes suspensas.
Os incas não conheciam a roda, por isso todas as suas viagens se faziam a pé. Ao longo das estradas principais havia "tampus", lugares de repouso construídos de tantos em tantos quilômetros. Nestes locais, os viajantes podiam dormir, cozinhar uma refeição e alimentar seu rebanho.
OS FILHOS DO SOL
O primeiro Inca chamava-se Manco Capac e a primeira rainha Mama Ocllo Huaco. O sangue sagrado que corria nas veias dos filhos do Sol não deveria misturar-se com os dos mortais comuns. O Inca deveria obrigatoriamente desposar sua irmã, igual a ele de nascimento, para que não deslustrasse o brilho divino.
O Sapa Inca era o "Imperador Supremo", o filho do Sol. Quando subia ao trono, como já foi dito desposa sua irmã, a coya. Seu casamento, que dava ensejo a uma cerimônia solene, sucessão de ritos bizarros e simbólicos que lembravam os do culto de Inti, celebrava-se no templo do Sol. A coya comparecia, ao lado de seu irmão e esposa, às grandes festas oficiais. Somente o filho mais velho do casal seria o futuro Inca. O imperador podia ter outras mulheres, mas os filhos que tivesse delas não tinham direito a herdar sua posição.
O Sapa Inca e sua família usavam roupas tecidas pelas Virgens do Sol. O Inca revestia-se do Ilauto, insígnia de seu poder, espécie de turbante formado de faixas três vezes enroladas em torno da cabeça, de onde caía, sobre o supercílio esquerdo, a mascapaicha, uma borla auri-rubra.
O filho do Sol raramente aparecia diante do povo. Este soberano encarnava a um só tempo a lei, o estado e a consciência pública. Obediência absoluta era-lhe devida e essa passividade se explica quando se sabe que ele era igualmente o chefe espiritual da nação. Os grandes do reino aproximavam-se dele com os pés nus, profundamente curvados e carregando um fardo.
Pachacutec foi o melhor e o mais ativo dentre os soberanos incas. Empreendeu a reconstrução e embelezamento de Cuzco. Também a atribuída a ele, o início da construção de Machu Picchu, hoje conhecida como a cidade perdida dos incas.
A PIRÂMIDE SOCIAL INCA
O império inca sofreu, no decorrer de seu desenvolvimento, uma grande evolução, a qual terminou se transformando, progressivamente, numa monarquia absoluta, originada da magistratura militar da confederação cuzquiana, optando, por fim, pela teocracia.
A sociedade inca era extremamente ordenada e organizada. Aos olhos dos povos do império, o Sapa Inca encarnava o deus e a nação. Como todos os césares divinos de Roma, concentrava todo o poder nas mãos. Portanto era ele com sua esposa Coya, que ocupava o topo da pirâmide. Imediatamente abaixo, encontrava-se o Sumo Sacerdote (Villac Umu) e o Chefe do Estado-Maior do Exército. No mesmo nível, havia os quatro Apus, os oficiais comandantes das Quarto Províncias. Eram todos descendentes dos antigos Sapa Incas. Os postos mais elevados da Administração Pública eram quase todos ocupados por membros da família inca. Estes juízes, generais e funcionários civis mais destacados formavam as classes privilegiadas, encontrando-se abaixo deles os administradores locais. Abaixo das classes privilegiadas vinham os funcionários públicos de categorias inferiores e os artífices especializados, como os marceneiros, ourives e pedreiros.
A grande massa popular (hatun-runa), constituía a base da sociedade inca e era composta pelas famílias rurais que habitavam as aldeias, onde cultivavam a terra e cuidavam do gado.
Por fim, na base da escala social, os "servos negros", os yanacona, que eram escravos, ou prisioneiros de guerra.
AQUELE QUE RECUPEROU O PAÍS
Com Yupanqui Pachacutec, a dinastia inca sai das sombras da lenda e entra para a história. Seu reinado começou por volta do ano 1400 de nossa era. Esse monarca é o nono soberano inca e seu sobrenome Pachacutec significa , "aquele que recuperou o país".
Alguns historiadores apresentam-no como o quarto filho do Inca Viracocha.
O jovem príncipe subiu ao trono numa época em que se achava ameaçado o território de Cuzco. Os chancas, uma tribo guerreira que morava à oeste e cujos chefes têm nomes aimarás, exercia forte pressão sobre a capital inca, mal defendida e mal fortificada.
O conselho dos anciãos recomenda que o velho Viracocha que se retire para Caquia, povoação situada na planície de Xaquixaguana e que entregue a chefia dos exércitos a Yapanqui.
Confiantes em sua superioridade numérica, os chancas haviam-se aproximado de Cuzco. À frente de uma tropa de guerreiros especialmente escolhidos, Yupanqui conseguiu, num ataque surpresa, tomar o emblema tribal do inimigo.
Após essa vitória, os Ayluus deram a Yupanqui o título de Pachacutec. Os chancas juraram vingar sua derrota e arrasar Cuzco. Mas em um novo confronto o Inca saiu novamente vitorioso. O aniquilamento do poderio chanca foi o início do desenvolvimento de Cuzco, capital do reino inca e o prelúdio de novas conquistas.
A euforia que reinou após a vitória, favoreceu os planos de Yupanqui, que projetava apoderar-se legalmente do poder. E realmente o conseguiu.
Yupanqui Pachacutec entrou para história como o salvador do reino inca e ainda como reformador e grande edificador.
postado por: Vendaval! 8:50 PM
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Domingo, Fevereiro 26, 2006
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PROJEÇÃO ASTRAL - COMO FAZER?
O Corpo Astral
Há um corpo natural(físico) e um corpo espiritual. Assim afirma São
Paulo, na sua Epístola aos Corínthios. Também há muito tempo que a
pesquisa psíquica estabeleceu o princípio de que dentro de cada ser
material existe um "duplo" não material, uma entidade oculta com
minusciosa exatidão, com o mesmo mecanismo físico de cada centro e
cada célula. Esse ser não-material, é o chamado corpo astral. É
composto de matéria etérica e normalmente se encontra mergulhado no
corpo físico. A separação desses dois corpos se dá com certa
dificuldade, mas no caso de sonhos, de grande energia mental e sob
certas condições de desenvolvimento interno, o corpo astral pode sair
e fazer longas viagens, numa velocidade apenas inferior à das ondas
luminosas. Nessas viagens, está sempre ligado ao nosso corpo físico
pelo chamado cordão astral, ou cordão de prata. É um fino fio, e caso
se quebre, a morte acontece.
Catalepsia Astral
Quando partimos para uma projeção astral, muitas vezes acontece algo
estranho, do tipo "o corpo não se move, os músculos estão duros ,
estou preso e sufocado" - acabamos associando tal sensação (que não é
lá das melhores) a algum demônio, à morte, ou coisa do gênero. Esse
fenômeno é a chamada "catalepsia astral". Estando uma pessoa em estado
cataléptico, o subconsciente pode manobrá-la a vontade. A catalepsia
astral atua desde o começo da projeção até o ponto em que o corpo
astral fica em posição vertical, ou de pé. Algumas pessoas ficam com medo de tal sensação e acabam por não
concluir a projeção, interiorizando-se novamente.
Os tipos de projeção
Há três tipos de projeção: consciente, inconsciente e parcialmente
consciente. No tipo consciente, podemos dizer que temos consciência de
tudo do príncipio ao fim. Parcialmente inconsciente, podemos sair de
um estado cataléptico e ficarmos conscientes, imóveis ou em
ação(sonambulismo) e temos o terceiro tipo: totalmente incoscientes.
Não nos lembramos de nada, não sabemos se aconteceu ou não. O fato é
que, no mínimo, nosso corpo astral fica oscilando cerca de pelo menos
duas polegadas sobre o nosso corpo físico, todas as noites. Existem
também as chamadas projeções à distância. É como entrarmos numa
máquina ultra-veloz e darmos de cara com um lugar que nunca vimos, no
tempo e no espaço. Não existe recordação do percursso feito, o fato é
que num piscar de olhos você está em outro lugar, às vezes até em
outro tempo, passado ou futuro. Existem projeções de percursos mais curtos também. Há
casos em que você permanece o tempo todo em seu quarto, observando seu
corpo físico (e isso é um choque para quem não sabe do assunto, pois
acaba achando que está morto e fica desesperado), há casos em que o
corpo astral passeia pela casa, pela vizinhança ou visita pessoas
próximas. E há também, os casos onde encontramos outros corpos
astrais, de pessoas vivas ou não, esses últimos habitando outras
dimensões (conforme sua evolução espiritual),buscando ajuda ou
ajudando outros, mas aí já entramos no terreno religioso, e pretendo
fugir disso aqui.
Forçar uma projeção? É possível?
Uma pancada violenta, especialmente na cabeça, da qual se resulte a
perda da consciência, é outra causa comum da projeção astral. Mas não
vá tentar isso...você pode vir a ter consciência de que está projetado,
mas é muito mais certo de que não se lembre de nada. Existe uma
espécie de "lei"(segundo alguns autores que li), sobre a projeção
astral. É a seguinte: "Se a vontade subconsciente for tomada pela
idéia de mover o corpo e a parte física for tolhida, a vontade
subconsciente moverá o corpo astral independente do corpo físico".
Trocando em miúdos e resumindo bem: temos uma mente (consciente),
certo? Temos um subconsciente, certo? Não sabemos quase nada acerca
dele, e ele fica lá, dentro de cada um de nós. Sua vontade e
determinação têm força muito superior a da nossa mente consciente,
então, caso desejemos ter algum êxito, devemos começar a enviar
mensagens ao nosso subconsciente. Nossa mente deve deixar claro o que
deseja, de maneira que nosso pensamento vá se infiltrando e se
firmando até alcançar nosso subconsciente. Talvez em função disso não
seja tão fácil fazer projeção. Não é um desejo de nossa mente
consciente. Também não é fácil termos tudo o que desejamos...nossa
mente não tem toda essa força. Mas o subconsciente sim. E como é bem
complicado lidar com ele e entendê-lo, o meio mais fácil é tentar
transmitir algo através da mente consciente. Quando dormimos, nossa
mente não pode se opôr à vontade inconsciente.
O cordão astral é de estrutura elástica, ligando o corpo
astral ao físico. Algumas pessoas quando se projetam, têm o receio de
que ele se estique demais e acabe por se romper. Outras, maravilhadas
com o que vêem, nem se lembram dele. Quanto menor o espaço entre dois
corpos, tanto maior o seu impulso magnético e tanto mais difícil é
manter a estabilidade do corpo astral. Ele tende a ser puxado
novamente para o corpo físico pelo simples fato de estar muito
próximo. quanto mais longe estivermos de nosso corpo físico, mais
longa será a nossa projeção. E assim que alcançarmos o chamado limite
de atividade do cordão, nos encontraremos livres e entregues à nossa
própria vontade, sem qualquer submissão às excentricidades de nossos
sentidos, instabilidade do corpo ou quaisquer outras complicações.
Projeções prolongadas
Nesse tipo de projeção, distante e prolongada, o corpo físico pode
tomar um aspecto cadavérico, em função de que recebe pouca quantidade
de força cósmica. Em alguns casos, pessoas foram tidas como mortas.
Nesse tipo de projeção, a temperatura do corpo tende a cair.
O Projetor se perde?
Não, não é possível isso ocorrer. O projetor NÃO se perde. Mesmo que
fique um longo período fora de seu corpo físico. Em regra, a força de
controle subconsciente sabe exatamente o que está fazendo. Em certas
circunstâncias, ficamos maravilhados com lugares e coisas que vemos no
plano astral.
Cordão Astral e Cordão Umbilical
Qual o mais misterioso? A contradição dos céticos considerarem o
nascimento como sendo algo natural e a projeção astral como
sobrenatural, visto que não podemos explicar nenhum dos dois
fenômenos. Apenas estamos "mais acostumados" a um do que ao outro.
A Consciência Durante a Projeção
A princípio, é uma questão de sorte. Mas, se podemos induzir a
projeção, através do envio de mensagens ao nosso subconsciente, por
que não fazer o mesmo solicitando a presença de nossa consciência, no
decorrer de uma projeção? É possivel ficar consciente desde o início
de uma projeção sim, mas voltamos ao fato de que pode ser sorte, visto
não ser comum. É mais comum ficarmos conscientes durante a projeção.
Controlando Um Sonho Para a Projeção
Já estamos entrando na parte técnica. Sigo aqui, alguns conselhos de
Sylvan Muldoon, dados em seu livro "Projeção Astral". Aliás, grande
parte do material aqui exposto, vem dele. Apesar de ser bastante
formal, é um livro muito interessante. Sylvan nos aconselha a seguir
alguns passos para alcançarmos a projeção astral, e recomenda: não
acreditem, experimentem primeiro. Vejam se funciona! Então, aqui vai:
Em primeiro lugar, tente manter ao máximo sua consciência enquanto
entra no processo de adormecimento. Force-se a ficar consciente.
Tarefa díficil, né? Com o passar do tempo, conseguirá cada vez mais
ficar próximo do momento em que o sono vem. Um bom exercício? Tente
manter um braço levantado, e quando ele começar a cair(você está
adormecendo), lembre-se de que está consciente.
Crie um sonho para si mesmo. Um sonho em que faça algo que goste e que
esteja em primeiro plano, sempre em ação. Por ex: sonhe que está
voando(se gostar) ou nadando. Algum tipo de sonho assim. Construa-o
mentalmente todos os dias, como se fosse algo muito importante. Vá
firmando esse sonho em seu subconsciente. Crie riqueza de detalhes,
recorde-se deles todos os dias. Até que consiga sonhar (de verdade) o
sonho construído.
Lembre-se do sonho criado quando for dormir - mantenha a consciência.
Imagine que o sonho está começando no exato momento em que adormecer
de verdade.
Isso feito, pode ser que você esteja sonhando. E como você já sabe
todos os detalhes desse sonho (você o criou), lembre-se de que está
num sonho e que deve ficar consciente.
Outros Fatores Estimulantes da Vontade Subconsciente
Sede. Exatamente. Sentir sede antes de dormir. Não, não se levante e
vá beber água. Deixe seu corpo astral tentar fazer isso. Provoque uma
situação dessas (coma sal, fique sem beber água umas 3 horas antes de
deitar) e veja os resultados. Mas, caso não se sinta preparado, nem
tente fazer isso...o nosso corpo astral sente de maneira muito mais
intensa todas as sensações (medo, dor, amor, etc), então, pode ser que
sua sede se transforme em algo horrível e incontrolável - pelo menos
para a sua mente consciente. Seu subconsciente pode criar ilusões que
não lhe farão bem. Se esse é o seu caso, nem tente esse método.
Alguns Fatores Negativos
Luz. O corpo astral se separa do físico com mais facilidade quando em
repleta escuridão. Uma luz fraquinha é o ideal. O sexo é outro fator
negativo, devido ao fato do sangue circular mais intensamente,
praticamente impedindo a projeção astral. Então, recomendo um bom sexo
e alívio de todos os desejos antes de tentar fazer uma projeção.
Ruídos atrapalham, assustam, enfim, não colaboram. Por isso é mais
fácil a projeção durante a noite. Há menos barulho. Um barulho
estranho pode causar uma repercussão em seu corpo astral, jogando-o
contra seu corpo físico de forma brusca, já que as sensações são bem
mais intensas.
Alguns Fatores Positivos
Temperatura adequada do corpo (nem frio nem calor), cobertas não muito
pesadas (para não ter a sensação de estar sendo sufocado e para não
induzir a um sonho do tipo), alimentação leve, não usar remédios
estimulantes ou bebidas são fatores que auxiliam no preparo de uma
possível projeção com êxito. Já a mente, deve estar perturbada.
Perturbada no sentido de inquieta, podendo criar o esforço adequado
para a projeção. Na hipnose, é necessário absoluta placidez mental do
paciente, visto que as ordens vem do operador. Em caso contrário, é
necessário estimularmos nossa mente a fazer tal esforço, já que o
fator vital na projeção é a força da mente agindo sobre o
subconsciente.
Sobre o Corpo e o Plano Astral
Já disse que ele se trata de uma réplica exata de nosso corpo físico,
e isso se deve ao fato de que o plano astral é constituído basicamente
pelas chamadas "formas-pensamentos". Você pensa, você cria. A
diferença é percebida no que diz respeito às sensações, elas são mais
intensas e bem diferentes das do plano físico. Exemplo simples: faço
uma projeção astral e vejo um anjo. Pode ser um anjo mesmo, mas também
pode ser uma simples projeção da minha mente! Eu criei um anjo! Em
todos os sentidos. Ele não está lá, não é nenhum corpo astral. Mas eu
o desejei ali e acabei por criá-lo. Bem, vamos à segunda hipótese:
eu vi um anjo. Mas não era um anjo de verdade, era apenas outro corpo
astral. Qual a imagem que temos de um anjo? Na minha cabeça, ainda
fala mais alto as recordações de infância. Então ele é loiro, com
cachos e olhos azuis. E usa roupas brancas e tem asas. Logo, eu o
verei assim. Mesmo que ele não seja assim. É a minha vontade sendo
projetada sobre uma forma-pensamento. Poderia ser um demônio também.
Voltando às sensações. Você passou sua vida
fumando. Morreu. Foi pro plano astral, certo? Lá, ainda tem hábitos
terrenos, visto que não se acostumou com o plano astral. Então você
cria uma forma pensamento de um cigarro e fuma. Mas não vai ter o
mesmo prazer que tinha aqui na Terra. A sensação não é completa. É
como beber e nunca ficar bêbado. Lembram-se de "Ghost, do outro lado
da vida" ? Eles colocam bem isso. Mais detalhes...até onde li (mas não
visitei) existem sete esferas no plano astral. Começamos pelas mais
baixas e terminamos na mais alta, onde o homem não passa de uma mente
conversando por telepatia com outras que estão ali. Sugiro que leiam "A viagem
de uma alma" de Peter Richelieu, Editora Pensamento. Apesar de
romanceado, o livro tem dados importantíssimos acerca dos planos
astrais.
Você não anda no plano astral, você flutua. Se tentar andar, é como se
estivesse bêbado, sai cambaleando. Então, solte o corpo e flutue, cerca
de 1 metro do chão. Mais uma curiosidade:
não tente falar. As palavras se engasgam na boca e não sai
nada...pense...apenas pense...e se estiver conversando com outra
pessoa ela entenderá perfeitamente o que você está "pensando".
Pra quem já conseguiu conscientemente, desejo sorte e que consiga de novo.
Pra quem nunca se lembrou, desejo arduamente que se lembre, que esteja consciente na
próxima projeção. Temos uma mundo novo à nossa
volta e acho um absurdo nos contentarmos em apenas dormir. No mínimo,
lembrem-se de seus sonhos, que também não deixa de ser um mundo tão
interessante quanto o da projeção.
postado por: Vendaval! 9:28 PM
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MAGIA DO KAOS: (EX.III)BUSCANDO ESVAZIAR A MENTE
É pedido aos praticantes do curso de magia do caos que executem os
seguintes exercícios:
a)Durante um período de inércia estabeleça como foco de observação
o ato de respiração, o qual poderá ser executado em qualquer ritmo
que lhe for confortável. Esvazie a mente e busque o ´não
pensamento´, ou seja, deixe a mente vazia de pensamentos. Acaso
ocorra algum pensamento,
simplesmente deixe-o passar, mantendo sua atenção na respiração.
Este exercício deve ser executado em 3 etapas sucessivas. Na primeira
tentativa, busque esvaziar a mente por 1 a 2 minutos, sem se
preocupar em precisar exatamente o tempo. Após conseguir sucesso na
primeira etapa, proceda o exercício buscando esvaziar a mente por
aproximadamente 5 minutos.
Após ter sucesso na segunda etapa, busque manter a mente vazia de
pensamentos por 15 minutos.
b) Durante um período de movimentos repetitivos ou automáticos,
estabeleça como foco de observação o ato do movimento em si,
esvaziando a mente de quaisquer pensamentos. Acaso ocorra algum
pensamento, simplesmente deixe-o ir, sem desviar a atenção do
movimento que estiver executando.
Este exercício deve ser desempenhado em duas etapas, na primeira,
busque concentrar-se no movimento por 5 minutos, aproximadamente.
Obtendo sucesso na primeira etapa, proceda o exercício buscando
concentrar-se nos movimentos repetitivos por 10 minutos.
Anote em seu diário mágico o dia, a hora, o exercício tentado e o
resultado.
Lobo Solitário.
postado por: Vendaval! 9:13 PM
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MAGIA DO KAOS: (EX.II)O OBSERVADOR E O OBJETO
É pedido aos participantes do curso de magia do caos que executem,
durante os próximos 3 dias ou 72 horas o seguinte exercício:
1 - No exercício 1 foi pedido q vc observasse momentos de inércia
e de movimentos repetitivos no seu dia a dia.
2 - Quando ocorrer um destes momentos de inércia e de movimentos
repetitivos, é pedido que vc use sua mente como observador, e que
fique atento aos pensamentos, imagens e sons que ocorram no seu
processo mental. Você deve utilizar ao menos um momento de inércia e
outro momento de movimentos repetitivos em cada dia, mas se quiser,
pode fazer o exercício em mais de um momento de cada tipo.
3 - Durante o exercício, assuma que sua atenção mental é em primeiro
lugar um observador. Durante este processo, poderão ocorrer na mente
pensamentos, imagens ou sons, sendo que este é o objeto da
observação.
4 - Relate em seu diário mágico, após ocorrida a observação, o dia,
a hora, o tipo de controle de mobilidade (se inércia ou movimentos
repetitivos), a duração aproximada da observação (em minutos) e o
objeto que foi observado (se pensamento, imagem ou som e sua
descrição do mesmo).
5 - Se relevante e relacionado com o resultado, anote também o
fator emocional ou físico que possa ter influído no resultado.
Que seja feita a Grande Obra da Magia!
Pássaro da Noite.
postado por: Vendaval! 9:09 PM
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MAGIA DO KAOS: (EX.I)OBSERVANDO SEU CORPO
É pedido aos participantes do curso de Magia do Caos que
realizem o EXERCICIO 1 do curso, seguindo estas orientações:
- Anote em seu diário mágico do curso todas as oportunidades
de inércia de seu corpo físico que ocorrerem no período de
observação, que deve ser de 48 horas ou dois dias completos.
Exemplos de inércia: Deitado, sentado sem movimento,
em pé sem movimento.
- Anote também, no mesmo período de 48 horas, todas as
oportunidades em que seu corpo seja colocado em movimentos
repetidos, que sejam executados automaticamente.
Exemplos de movimentos repetitivos: Corrida, natação.
As anotações devem descrever o tipo de inércia ou movimento
repetitivo, o dia, a hora e a duração do fato observado.
Pássaro da Noite.
postado por: Vendaval! 9:06 PM
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Sábado, Fevereiro 18, 2006
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MAGIA DO KAOS: Lucidez Extrafísica e Rememoração Projetiva
Tecerei alguns comentários a respeito de lucidez extrafísica e
rememoração projetiva, assuntos esses que estão sendo sempre
discutidos aqui na lista, os quais achei que precisavam ser
mais detalhados ou mais especificados:
LUCIDEZ - capacidade do ser consciente, é ter raciocínio
crítico, poder de análise, capacidade de fazer comparações,
capacidade de fazer investigações.
Quando no nosso dia-a-dia alguém tenta nos passar a perna, nos
enganar - e começamos a questioná-lo - analisamos a situação e
chegamos a conclusões, etc... Isso se dá porque estamos
lúcidos.
LUCIDEZ EXTRAFÍSICA - é essa propriedade descrita acima - só que
fora do corpo físico, quando projetados no corpo astral ou mental.
Quando estamos projetados e fazemos a pergunta se estamos
acordados ou não, se aquilo é sonho ou projeção,... isso é porque
estamos lúcidos.
NÍVEIS DE LUCIDEZ - para níveis didáticos podemos dividir a lucidez
extrafísica em superconsciente, consciente, semi-consciente e
inconsciente.
a) SUPERCONSCIENTE - estado alterado das experiências místicas de
samadhi, expansões do corpo mental,... nesse estado o nível de
conhecimento está além desse conhecimento comum de nossa vigília
física, é um conhecimento que abrange um entendimento que é
difícil de explicar, como temos visto nos relatos de
nossos amigos aqui da lista, como aconteceu essa semana com o
Lázaro. Nesse estado o nosso cérebro físico não consegue abarcar
com a imensidade de informações e passa tudo pelo funil da
tridimensionalidade encolhendo e desgastando as informações em seu
formato original;
b) CONSCIENTE - este é o estado de percepção consciente dos fatos,
com suas analises e investigações apropriadas. As vezes essa
lucidez excede a lucidez física ordinária, pois o nosso corpo
astral é dotado de maiores potencialidades que o nosso corpo
físico, assim é possível a visão remota, a longas distâncias
(físicas e dimensionais), a visão em 360º, seria uma visão de
tudo a sua volta, ao mesmo tempo. Mais o estado consciente é
definido pela capacidade de perceber que estar ali projetado,
fazendo isso, aquilo, por isso, por aquilo OU fazendo
investigações para saber o quê esta fazendo ali, como chegou ali,
etc...
c) SEMI-CONSCIENTE - este estado possui uma escala variadíssima, as
vezes aproxima-se da lucidez, noutras da inconsciência. Nesse
estado você pode perceber que esta projetado mais irá se comportar
como se estivesse acordado, você pode ter medo de voar pois vai
achar que vai cair, pode ter medo de um "bandido" achando que ele
vai te matar,.... as vezes nesse estado você acha que
esta projetado e de repente perde a lucidez e começa a sonhar,
denotando uma perda progressiva da lucidez,... nesse estado você
sonha com um ser querido que já faleceu, perceber que esta
ocorrendo algo "anormal", fora dos padrões, mais por não poder
compreender a situação se comporta como se a outra pessoa ainda
estivesse aqui na realidade física...
d) INCONSCIENTE - é o estado do dorminhoco extrafísico, literalmente
você pode estar fora do corpo mais viajando em seu mundo interno,
de sonhos e imaginações. Logo é possível se projetar inconsciente,
veja um exemplo, o cara vai dormir preocupado em fazer uns
pagamentos urgentes no banco, ao dormir o cara se projeta ao banco,
lá esta ele, na fila de espera, dentro do banco pode
ser que só esteja ele, mais ele tá lá, e dentro de sua paracabeça
esta rodando um filme com ele já no outro dia fazendo pagamentos,
conversando com o gerente, preocupado com outras coisas e tal...
isso também ocorre com os carentes sexuais que partem pra regiões
do umbral onde podem "saciar" seu desejo e viver romances com
"pessoas lindíssimas", tudo isso ao lado de obsessores nada
engraçados e evidente criando imagens adequadas as suas fantasias.
Evidentemente esses estados podem variar de um para o outro em uma
única experiência. É o caso do cara que carente sexual se projeta
pra um desses bordeis extrafísicos e lá começa a lambança
(INCONSCIENTE), e a orgia segue noite a dentro, QUANDO ele
pergunta-se o que esta fazendo naquele local, pois oras, ele estava
deitado em sua cama dormindo (SEMI-CONSCIENTE) então percebe
que esta fora do corpo e começa a questionar aquelas cenas todas em
sua frente (CONSCIENTE) aí resolve aplicar passes naqueles imagens
e naqueles seres que estão em sua frente, ai vê realmente onde está,
as vezes ao lado de cadáveres e lama gosmenta, obsessor horripilante
e cenários macabros e tal... mas já LÚCIDO resolve ajudar e pede
amparo do amigos extrafísicos e faz umas doações de energia e ajuda
o pessoal, desmancha aquelas formas pensamento, manda alguns
obsessores pra tratamento em alguma colônia.... e volta pro corpo só
lembrando que teve uns sonhos estranhos, pois sua REMEMORAÇÃO não
foi das melhores.
Então vamos falar agora de REMEMORAÇÃO, que como vamos perceber é bem
diferente de lucidez extrafísica.
REMEMORAR - ato de recordar algum fato ocorrido com você ou com outros.
Nesse ato de recordar você pode não estar lúcido, como no caso de um
porre alcoólico, você lembra as besteiras que fez, as porcarias que
disse, mais você não tava tão lúcido, mas lembra, rememora. Noutras
vezes você esteve muito lúcido, como naquele encontro com sua namorado
ocorrido a uns anos atrás, só que agora você não REMEMORA, não lembra,
nem o nome da mina, ... e por aí vai. LOGO você pode estar:
LÚCIDO fora do corpo MAS NÃO REMEMORAR depois - no exemplo que eu dei
acima do cara no bordel, ele em determinado momento ficou lúcido mas
quando acordou só lembrou de uns sonhos confusos.
INCONSCIENTE FORA DO CORPO mas REMEMORAR - quando você acorda e lembra
do seu "sonho" inteirinho, mas na verdade foi uma verdadeira de uma
projeção, só que sua lucidez não estava presente. Outra coisa, as
imagens desse recordação podem estar totalmente recheadas de imagens
oníricas.
LÚCIDO e REMEMORAR - você sai do corpo percebe que saiu e desperta em
algum local, percebe-se projetado faz questionamentos, e após a
experiência, quando volta ao corpo, recorda a experiência toda ou em
partes (rememoração fracionada).
INCONSCIENTE E SEM REMEMORAÇÃO - infelizmente esse é o estado da
maioria das pessoas. Quando acordamos muito mal, todo quebrado, pode
ser um sintoma que andamos inconscientes em terras umbralinas, sendo
vampirizados por obsessores sedentos de fluidos animais humanos.
voltamos chupados e não lembramos de nada, as vezes só uns pesadelos
que navegaram por nossa mente durante a noite.
"Teognis Jorge de Holanda."
PS:  A autora do blog Esoteric's gostaria de lembrar que os textos sobre Magia do Caos foram retirados parcialmente da lista de discussão Kaos-Brasil. Não posso, com isso, ser responsável por algum conteúdo errado ou displicente, já que Caos não é minha especialidade. Quero lembrar também que, por outro lado, leio todo o conteúdo que coloco no blog a fim de não haver discriminação com outras religiões porque mesmo sendo vindo uma lista de discussão diretamente do moderador, há textos pouco explicativos ou discriminatórios. Estes eu cortei. Espero que compreendam. ("Isabela F.")
postado por: Vendaval! 8:05 PM
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Sonhos, o Mistério que Persiste
Por Paulo Urban
Podemos chamar de sonho ao fenômeno psíquico espontâneo de produção de imagens e representações de idéias que involuntariamente ocorrem durante o período de sono.
Desde a antigüidade mais remota o ser humano se preocupa com a elucidação dos mistérios oníricos. As culturas arcaicas os interpretavam como oráculos ou instrumento de premonição, e as mitologias de todos os povos, sem exceção, valorizavam-nos como linguagem de seus deuses. Homero reforça tal idéia tanto na Ilíada como na Odisséia (séc. VIII a.C.).
Referências mais remotas são encontradas no Antigo Egito, a partir da 10ª dinastia (cerca de 2070 a.C.), no texto do faraó Mervkare, que incluía chaves para a decifração dos sonhos. Já o Papiro Chester Beatty III, datado por volta de 1785 a.C., atribuído à 12ª dinastia, oferece 28 fórmulas de agouro para entendimento dos elementos oníricos, algo como: "Se um homem se vê em sonho comendo, isto é bom, significa que nada lhe faltará; se vê uma serpente, isto é bom, pois haverá abundância; se um homem se vê olhando por uma janela, é favorável, haverá promoção social; se se vê fazendo amor com um gerbo, isto é mau, significa que intentam contra ele na Justiça..."
Mas coube ao grego Artemidoro de Héfeso o primeiro compêndio Oneirocritica, datado de 150 d.C., composto por 5 Livros, a documentar centenas de sonhos que lhe foram relatados. Com base no que ouviu, e contrariando o pensamento
predominante de sua época, Artemidoro concluiu que a simbologia onírica deveria ter um significado antes particular que universal. A propósito, com a consolidação a partir do séc. V a.C. do culto de Asclépio, seus templos medicinais, espalhados por toda a Grécia, sendo os de Epidauro, Cós e Atenas os mais famosos, previam que seus visitantes enfermos primeiramente se
purificassem através de orações, jejuns, exercícios e beberagens, também pelos ritos de incubação, quando se deitavam cobrindo a cabeça com ramos do loureiro, planta sagrada capaz de propiciar-lhes os sonhos por meio dos quais lhes seriam revelados os caminhos para a cura. Esta valorização do mundo onírico encontra berço no orfismo, de onde derivou a corrente filosófica pitagórica, a influenciar mais tarde o platonismo.
Cumpre lembrar aqui uma célebre passagem: certa noite, Sócrates sonha com um pássaro magnifíco. De asas abertas, a ave pousa-lhe no peito e canta mavilhosamente. No dia seguinte, um jovem interessado em conhecê-lo era-lhe apresentado. Seu nome? Platão, que registrou este relato.
Esta milenar idéia de que os sonhos sejam via de comunicação entre os homens e os deuses serve de base a muitas Escolas esotéricas que, inferindo um pouco adiante, advogam a existência de mundos paralelos, aos quais a consciência se transporta enquanto dorme.
A neurociência, entretanto, reduz os sonhos a mero produto de reações bioquímicas desencadeadas por estímulos bioelétricos. Opõem-se a este pensamento as correntes psicológicas e psicoterápicas que enxergam, nos sonhos, um fenômeno abstrato muito mais complexo e de natureza transcendente ao mundo simplesmente bioquímico.
Freud, por exemplo, creditava aos sonhos suma importância. Via em sua ocorrência a prova indireta da existência do Inconsciente. Na "Interpretação dos Sonhos", 1900, afirma serem os sonhos a "estrada real para o inconsciente", facilitadora da realização de nossos desejos proibidos centrados na esfera da sexualidade (uma das idéias fulcrais da psicanálise), que se ocultariam por detrás das imagens bizarras e fantásticas do mundo onírico.
Jung, transcendendo os limites da psicanálise na qual se iniciou, passaria mais tarde a entender os sonhos como a autêntica linguagem da alma, a expressar o que, de modo específico, o inconsciente esteja tentando nos dizer. Na Psicologia Junguiana, a principal função onírica é a de orientar e equilibrar o psiquismo como um todo, aliviando assim nossas neuroses e predispondo a consciência (nosso intelecto) para novas idéias e concepções mais amadurecidas, compensando, destarte, certas deficiências da
personalidade, prevenindo-nos até mesmo quanto a certas situações que estejam na iminência de acontecer em nossas vidas.
Mas, do que são feitos os sonhos? Não o sabemos. Impossível capturá-los, apreendê-los, estudá-los em nossas mãos, gravá-los em DVD ou ampliá-los pelas lentes de um microscópio. Procuremos, entretanto, entender de
modo mais simples possível o processo que os produz.
Mesmo durante o sono mais profundo, o neocórtex, camada de uns 3 mm de espessura que recobre todo o nosso cérebro, mantém-se funcionante, ainda que esteja praticamente isolado dos estímulos proprioceptivos (função que nos permite saber a exata posição de nosso corpo sem que precisemos olhar para ele), bem como dos que são trazidos pelos órgãos dos sentidos. Mas então, como se promove esta atividade mental latente? Ora, como nas demais áreas de massa cinzenta do cérebro humano, o neocórtex está formado por célulasnervosas chamadas neurônios. Até as últimas décadas estimava-se existir cerca de 14 bilhões de neurônios processando informações em nosso cérebro. Estudos mais recentes, porém, feitos pelo Dr. Vernon Mountcastle da The Johns Hopkins University, apontam para algo em torno de 50 bilhões de neurônios cerebrais, isto sem levar em conta o número de células nervosas da glia, camada de sustentação do tecido nervoso, que chega a 500 bilhões. Todo o nosso sistema nervoso central tem massa aproximada de 1.400 gramas, sendo que o cérebro responde por 96% deste peso.
Site-Amigosdaalma
Nota da autora do blog: Às vezes um ou outro me pede para que lhe interprete um sonho. É imposível outra pessoa interpretar o seu sonho sem lhe conhecer muito bem. Existem zilhões de livros e revistas que mostram o significado dos objetos nos sonhos. Esses significados são populares e não têm efeito para você se você não tivesse conhecimento prévio daquilo. Por exemplo, minha mãe diz que sonhar com dente caindo é morte de pessoa próxima. Se eu sonho com dente, se ela sonha com dente, posso prever que alguém próximo vai morrer nas próximas duas semanas. Mas se você não sabia dessa história do dente e sonha com isso, não quer dizer que vai acontecer.
Não confie nas revistas de significados porque, se na antiguidade sonhar com cobra era fartura, hoje, sonhar com cobra é traição. E cada um diz uma coisa. Interpretação dos sonhos pode se dar através das suas supertições e crenças populares as quais você tem acesso, e também, através da sua interpretação única. Se você sonha que um homem estranho entrou no seu quarto de noite, não quer dizer que você tem desejo de ser assediada por um estranho, como suporia Freud...Só você vai poder buscar um significado na sua personalidade que lhe faça sentido. No caso do homem, pode ser que seja uma relação nova que virá na sua vida, pode ser especulação alheia sobre você... Só você pode dizer do que tem medo, o que deseja, e até prever, o que poderá lhe acontecer ;-)
Paz e luz.
postado por: Vendaval! 7:38 PM
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MAGIA DO KAOS: FNORDS
O Livro dos Fnords."Fazes o que queres há de ser tudo da lei." (Magia Thelêmica)
1. Nenhum sistema é completo pois não é possível explicá-lo
completamente partindo dele mesmo. (Ex. Para explicar o universo
seria necessário um computador fora do universo, o que é um
paradoxo. Isso é provado pelo teorema de Gödel.)
2. Não existe nenhuma verdade. Esta afirmação é falsa.
Paradoxos transcendem paradoxos. (Ex. A única maneira de resolver
uma questão é desistir da pergunta. Por isso alguns sistemas de
crenças afirmam que quando não se guarda conceitos arbitrários
sobre particularidades a onisciência é obtida.)
3. Todos os conceitos são válidos (apenas e somente) dentro de
seus sistemas de crenças. Um sistema de crenças é um conjunto
de conceitos que se complementam ou se justificam. (Ex. Uma
religião neolítica satisfaz a necessidade do povo neolítico.
O cristianismo funciona para os cristãos. A ciência satisfaz
a tecnologia. A matemática serve ao contador. Todos carregam
coerência interna, embora nenhum desses sistemas carregue o que se
chamaria, caso tivesse existência possível, verdade.)
4. Todos os critérios, julgamentos, arbitrariedades e morais são
baseados em sistemas de crenças específicos, e portanto são
circunstanciais e não universais. (Ex. As regras de um jogo de
futebol dificilmente se aplicariam ao parlamento, a moralidade
cristã dificilmente seria aplicada a marcianos, intelectuais ou
tartarugas.)
5. Abandonar quaisquer sistemas de crenças embora desejável é
impossível. Existem programas compulsórios tanto biológicos quanto
ambientais. O livre arbítrio é paradoxal. Quem abandona quaisquer
referências "externas" se torna um psicótico, e está condenado a
não interagir. A liberdade verdadeira surge da capacidade de
utilizar os elementos relativos dentro de seu ambiente (semântico,
social, etc.).
6. Cada elemento particular, do mais diminuto neutrino à galáxia,
passando pelos homens, carrega sua peculiaridade intransferível.
(A maioria dos sistemas de crenças chamam de Amor o que cria a
interação entre as partes. Ex. "A separação é uma ilusão criada
pelo Amor ao Amor", etc.)
7. A consciência é o foco da atenção. "Ampliar" a consciência é
alterar este foco. Graus podem ser assinalados, e esses níveis podem
ser descritos por sistemas de crenças. (Ex. os oito circuitos, os
chacras, as sephiroths da cabala.) Existem técnicas para alterar
este foco, alguns sistemas de crenças chamados "Religiões" tinham
originalmente o objetivo de promover estas técnicas. (Ex. Yoga,
drogas, privação sensorial, choque elétrico, sexo, ritual, etc.
recomendadas pelas diferentes religiões.)
8. Nenhuma ação é ilícita, porém todo ato tem seu momento ideal.
A consciência estando capaz de transitar por diversos focos,
experimentando diversas realidades, pode determinar que ato e que
momento devem ser utilizados no sacramento da interação com o mundo.
Uma pessoa fazendo uso do método acima sem ter internalizado os
pontos 1 a 6 corre grande perigo. (Ex. A razão é apenas o software
básico linear que permite examinar e decidir ações simples, caso não
contaminada pela prisão a um sistema de crenças que se considera auto-
justificável.)
9. Já existem algumas pessoas ou seres que alcançaram esses estados e
estabeleceram uma rede de símbolos para indicar o caminho. Não faz
sentido falar qualquer coisa sobre essas pessoas visto que estão além
do tempo e do espaço, e com certeza além dos conceitos usados pelos
homens. Essas pessoas não precisam ser identificadas ou rotuladas;
devemos prestar atenção somente aos sinais que deixaram.
10. O mundo é cheio de detalhes que nos passam desapercebidos, mas
nem por isso ficamos irritados com nossa falta de atenção. A Grande
Obra
é realizada fora do mundo das imagens, símbolos e categorias; ela se
faz
na liberdade do mundo real.
Este texto é um excerto do livro ciberxamanismo, de eduardo pinheiro.
é um dos anexos do folhetim, sendo "verdades universais - o livro dos
fnords" o título completo do anexo, fazendo par com "fnord - o livro
das verdades universais"
postado por: Vendaval! 6:59 PM
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Quarta-feira, Fevereiro 08, 2006
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Uma bobagem sobre KAOS...
. Exercícios Básicos de Magia do Caos
por Phil Hine
Estes exercícios foram compilados de várias fontes, e possivelmente têm
pouco valor inerente por si só, apesar de poderem ser engraçados para tentar
e podem ter grandes consequências. Uma pessoa conhecida minha começou
a sua aventura na Magia do Caos tomando o sistema de crenças de ser um
Cristão Renascido. Ele continua ser um Cristão Renascido, mas parece ser mais
feliz.
1. Quando conseguir obter qualquer resultado mágico (incluindo falhas)
pense sempre em várias explicações para tal. Estas explicações devem
pelo menos conter um destes tipos:
I. Uma explicação baseada nos parâmetros do sistema mágico que
empregou.
II. Estritamente materialista
III. Algo excepcionalmente pateta
2. Quando já estiver algum tempo a experimentar sistemas de crença,
contemple dois que parecem mutuamente se excluírem, tais como
Cristandade e Tantra, Islamismo e Feminismo Radical, Revivalismo New Age
Céltico e Marxismo.
3. Meditação em Menzies. Leia revistas especializadas em que não tem
nenhum interesse, especialmente as escritas por amadores entusiastas. Também
leia revistas com visões opostas no que se sucede, tais como a PlayBoy e a
A.O. Spare, ou Sentinela e o Marquês de Sade.
4. Nunca ponha sapos vivos na boca.
5. Toda a gente no mundo é um Buda, menos você! E todos estão à espera
que você consiga desempenhar corretamente o seu papel, por isso saia da
cama e comece a trabalhar! (a síndrome Budista manifesta-se especialmente nas
pessoas que tenta evitar na rua).
6. Tente estar consistentemente errado, faça uso da palavra de maneira
selvagem, e quando alguém abrir um buraco nos seus argumentos, admita
o seu erro, em profundidade, se necessário. Pode estar enganado quanto
ao tempo, o dia da semana, qualquer declaração política expressa, etc.
7. Deuses e Gurus
A possessão por uma entidade (Deus, espírito, droga, etc) permite-lhe
fazer coisas que normalmente não se sentiria capaz de fazer. Assim,
até um certo ponto, funciona a confiança de ter um Guru. Tais figuras
dão-lhe confiança para atravessar uma falésia sobre uma corda sem
cair, brincar no fundo de uma piscina sem se afogar ou dar umas voltas
com um robe cor de laranja ou tocar tambor num centro comercial cheio.
A sanidade "está lá fora" em vez de estar na sua cabeça.
Muitas pessoas tem tendência a dizer que eles são loucos "comparados
com o resto" (da mesma maneira muitas pessoas afirmam que são
estúpidas. No entanto poucas admitem serem um lixo sexual, por quê?).
A Magia do Caos permite-lhe deixar que os seus pensamentos loucos
dêem uma volta ocasional por uma noite. Ao contrário do que vem em
livros, a magia é uma atividade feita ao nível da rua (mesmo nível da
sarjeta). Vejam o caminho de zig-zags de um malandro, como expresso
por Crowley, Cagliostro, Simon Magus, e os restantes. Aprenda a
brincar, mímica, tirar coelhos da cartola. Passe o chapéu alto e ganhe com isso
uma ou duas gargalhadas. No espaço, ninguém pode ouvi-lo rir, mas
o caos não é mais do que Matéria de Riso. Se quer ver magia verdadeira
em ação, veja um filme dos irmãos Marx. Harpo consegue rebentar com
uma luva e transforma-la em leite. Como diabo ele conseguiu isso?
8. Atratores Caóticos
Ocasionalmente você vai encontrar alguém que parece atrair o caos
aonde quer que vá. Obviamente têm um estranho e poderoso poder, mas muitas
vezes nem se percebem disto, ou simplesmente ficam embaraçados pela
freqüência com que acontecem coisas estranhas nas suas vizinhanças. Estude-os
cuidadosamente (mesmo que a uma distancia segura), e pode aprender
algumas coisas.
9. Descondicionamento.
Como já referi anteriormente, é relativamente fácil mudar de sistemas
mágicos e produzir resultados em concordância. Isto não é dizer, no entanto,
que as mudanças de sistema sejam fáceis. Na verdade, algumas estruturas
das nossas atitudes/crenças são extremamente resistentes à mudanças
conscientes, permanecendo evasivas e "invisíveis" à percepção
consciente, e têm que ser arrastadas, aos pontapés, até a luz dolorosa
da auto-revelação.
Se Eu pudesse usar a analogia das crenças seria como o construir da
cidade dos Eus (personalidade), em volta dessas paredes (da cidade dos
Eus) o uivo do vento de Kia, então o processo de descondicionamento pode
ser comparado ao destruir de torres, com a "bomba" ocasional fornecida
pelo recurso, a uma forma poderosa de gnose tal como o êxtase sexual,
sobrecarga de dor, ou o elixir de Albert Hoffman. O descondicionamento
é um processo contínuo, mesmo quando descarta um conjunto de
limitações (no Tantra isto é chamado de ´esmagar do Klesha´), pode
descobrir que adquiriu novos condicionamentos, normalmente
inconscientemente. Muitas vezes, as estruturas de crenças estão em
"ninhos" umas com as outras, e podem ter as suas raízes em
experiências de formação poderosas. Timothy Leary chama a este processo "imprimir
de uscetibilidades", aonde esta impressão forma a linha de base de
resposta a experiências, estabelece os parâmetros em que posteriores
aprendizagens tomam lugar. O modelo dos 8 circuitos de Meta programação,
criado por Leary, pode ser usado para auxiliar o descondicionamento.
Tenha presente que o Processo de Descondicionamento não é apenas uma
experiência intelectual, é relativamente fácil de "aceitar
intelectualmente" alguma experiência ou crença que previamente
rejeitou ou excluiu. É preciso mais re-silêncio ao tomar a ação da sua nova
posição, e arriscar a dor emocional que pode surgir depois.
Por exemplo, um jovem mágico masculino do meu conhecimento olhou
para as suas próprias crenças sobre a sua sexualidade, e decidiu que
ia focar a sua atenção sobre a sua própria distância/medo do erotismo
masculino. Descobriu que "intelectualmente" podia aceitar a sua
atração por outros homens, e assim pensou que estava liberto.
Depois teve vários encontros homossexuais que ele disse não lhe terem
dado nenhum prazer físico, mas simplesmente reforçaram a sua crença de
que se tinha libertado sexualmente. O descondicionamento só muito
raramente é simples. Muitas vezes as pessoas que tiveram uma
experiência de "Iluminação" dizem que todas as suas estruturas
repressivas foram embora. Se deitar abaixo um edifício na cidade
das identidades e ele voltar a crescer, às vezes com uma forma
diferente.
Um dos efeitos da Gnose intensa é o estilhaçar de "peles" da estrutura
de crenças, mas geralmente é descoberto que se não houver trabalho em
que se ocupar em seguida, o sentimento do despedaçar do sistema de
crenças é transitório.
Também deve considerar os efeitos que este processo provavelmente vai
ter n'outros. ( veja o livro de Luke Rhinhart, "The Dice Man" para um
divertido e instrutivo conto da aproximação de um homem ao
descondicionamento.) O Ego é uma estrutura auto-regulada que mantêm a
ficção de ser um ser único, não gosta do processo de se tornar mais
facilmente adaptável à experiência. Uma das defesas mais sutis que
aparece é a de lançar suspeita (que depressa pode se transformar em
obsessão), de que é melhor que todos os outros. Em alguns
círculos, isto é chamado de "Magusite", e não é desconhecida para aqueles com
a preocupação de se declararem a si mesmos como magos, Rainhas das
Bruxas, avatares de Deusas, ou Mestres Espirituais. Se apanhar a
si próprio a referir-se aos demais como "o rebanho", ou "gado humano",
etc, então é altura de se ver outra vez para onde se vai. Eu próprio,
prefiro os benefícios da empatia e da habilidade de se conseguir
relacionar com outras pessoas do que as limitações de ser uma
tentativa reclusa de Raskalnikov a sonhar com os escravos serventes. Enquanto
nós ecoamos as palavras de Hassan I Sabbah que "Nada é Verdade,
Tudo é Permitido", agir totalmente a partir desta premissa é provável
que lhe traga conflitos com aqueles indivíduos e autoridades a verem
o que é, e o que não é permitido. Assim, apesar do charme, a Magia
do Caos raramente é totalmente amoral. Um dos axiomas básicos da
filosofia mágica é que a moralidade cresce a partir de dentro,
depois de ter começado a notar as diferenças entre aquilo em que
aprendeu a acreditar, e aquilo em que vai acreditar.
Alguns pontos de vista excelentes sobre o descondicionamento podem
ser encontrados em: 'Liber Null' de Pete Carrol, 'Magick' por Aleister
Crowley, e 'Tantra Magick', uma colecção de textos das ordens Tantricas
do Oriente-Ocidente, chamada AMOOKOS.
10. Manter um Diário
Apesar do fascínio da Magia do Caos como sendo espontânea,
faz-o-que-quiseres, esmaga-a-sephirot e perde os demônios
da magia, geralmente é considerado que manter um diário de
experiências e trabalho mágico é essencial. Um registo mágico marca
os seus progressos, falhas, experiências e perspectivas interiores.
Depois de um ritual que esmagar o cérebro, você tem uma iluminação,
e se não a escrever, as probabilidades são de que a vai esquecer, e
essa pérola especial de sabedoria se vai perder para sempre. Mas,
frequentemente, é uma boa disciplina a seguir (escrever um diário),
e muitas vezes descubro que, quando escrevo um sumário de um
trabalho, me recordo de coisas que ainda não aconteceram antes a mim.
Também é uma das poucas vezes em que não se tem de censurar os
seus pensamentos, apesar de ter que alterar nomes para proteger
a privacidade de outros participantes.
postado por: Vendaval! 12:01 AM
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Terça-feira, Fevereiro 07, 2006
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TEORIA DO KAOS III (MAGIA E RESPONSABILIDADE)
O lema mais conhecido da Magia do Caos é 'nada é verdadeiro,
tudo é permitido'. A má interpretação desta frase levou
muitas pessoas que realizam atos inconsequentes
a se auto-entitularem 'magistas do caos' ou 'caoístas'.
A própria palavra 'caos' sub-entende as idéias de 'desordem',
'anarquia' e para muitos o indesejável. É tempo de lançar
uma luz sobre o assunto e separar o joio do trigo.
Seria impossível definir o Caos em conceitos, mas por uma
aproximação de idéias poderíamos dizer sobre o Caos:
'imóvel movedor por tras de todas as coisas';
'o imanifesto na eterna transformação do universo';
'o manifestador das sincronicidades não-lineares'.
Por entender que nada no universo das coisas manifestas
é imutável, os caoístas dizem que 'nada é verdadeiro',
nada é derradeiro, ou seja, não existem verdades absolutas.
Não existem barreiras que sejam sempre intransponíveis.
Isto nos leva a segunda parte do lema : "tudo é permitido".
A frase é assim dita para desprogramar as mentes sobre
seus limites. Para construir uma sociedade controlável,
o poder estabelecido pelo estado e pelas religiões
utilizou sempre da programação restritiva: 'Isso não pode',
'você não vai conseguir', 'é difícil demais', 'é impossível',
'é proibido', etc. Esta é a forma mais eficaz de não alcançar
um objetivo: não acreditando que seja possível fazê-lo.
A Magia do Caos usa a crença e o desejo do sub-consciente
como agentes da sincronicidade. O primeiro passo é
acreditar que tudo é possível, que tudo é permitido,
pois 'os raios do Caos movem todas as coisas' -
Kaos Keraunos Kybernetos.
Então para o caoísta, não existem verdades absolutas e
tudo é possível. É possível agir na transformação do
universo, preparando a chegada de uma nova era, onde
as verdades impostas hoje como valores de conduta moral
e organização social sejam revistas, por não serem absolutas.
É possível fazer a revolução da crença para a consciência,
iniciando por si próprio, ao admitir a mudança de seus
próprios valores e convicções. Sobretudo, é possível
transformar magicamente a realidade usando a mente
em sintonia com a eterna mutação do universo.
Ao ser o agente da transformação desejada, o caoísta
em um ato pessoal e intransferível usa de seu treinamento
mental, de sua força de vontade e das técnicas mágicas
que conhece para carregar o seu sub-consciente com a magia.
Mesmo após fazê-lo, ao deixar o ato mágico fora de seu fluxo
de idéias, evitando que a razão contamine a magia realizada,
o caoísta está agindo no 'não-fazer'. Até no não pensar
existe uma responsabilidade para que o desejo vire realidade.
Magia do Caos é controle de seus atos e responsabilidade.
(Pássaro da Noite.)
postado por: Vendaval! 11:50 PM
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Sexta-feira, Fevereiro 03, 2006
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Decidi que não posso colocar assuntos sexuais num site aberto a todo público. Então, passaremos ao próximo exercício da Teoria do Kaos, esquecendo, de todo, os Pranas sexuais.
TEORIA DO KAOS II
-O que eles têm a dizer sobre Magia do Kaos:
"...se você quer uma definição curta com a qual a maioria dos
caoistas provavelmente não discordariam, então ofereço a seguinte:
Caoístas usualmente aceitam a metacrença de que a crença é uma
ferramenta para alcançar efeitos; ela não é um fim em si mesma."
- Peter Carroll, January, 1992.
"Caos não é em si mesmo um sistema ou filosofia. É mais uma atitude
que um aplica em sua magia ou filosofia. É a base para toda magia,
e é a força criativa prima. Um magista do Caos aprende uma
variedade de técnicas mágicas, usualmente tantas quantas ele(a)
consegue ter acesso, mas vê além dos dogmas e sistemas até a
física por trás da força mágica e usa quaisquer métodos que estiverem
atraindo a ele(a)."
- Mark Chao, "Defining Chaos".
"O Magista do Caos procura entender as leis naturais por trás dos
trabalhos de magia, e as razões por trás do uso de ritual
na performance de um trabalho mágico."
- Jaq D. Hawkins, Understanding Chaos Magic.
"Magia do Caos é uma extraordinária desconstrução da magia,
semântica e filosifica desenhada para erradicar estruturas
consensuais de crença e, usando a energia liberada por este ato,
vislumbrar os contornos fractais da realidade."
- Marik.
"Magia do Caos é em essência shamanismo desprovido de cultura."
- The Heretic Heathen, on alt.magick.chaos.
"Caos pode ser bonito e bom. Ordem pode ser perigosa e má. Como
qualquer carpinteiro irá lhe dizer, algumas ferramentas são
perigosas. Ferramentas perigosas são mais seguras quando
devidamente afiadas, e usadas por especialistas. Você consegue ser
um especialista praticando suas habilidades em afiar, não por
afiar fora (n.t.- mandar alguém afiar)."
- raudlee@xyplex.com, alt.magick.chaos FAQ V 1.00.
"Existe basicamente dois tipos de magia. Existe a magia do sopro e
magia da pedrada*. Caos é magia da pedrada*."
*( n.t. Git´ard - Durão, durona, pedreira, pedrada)
- Mick McMagus. Leeds, 1987.
"Ao invés de tentar recobrar e manter uma tradição que liga ao
passado (e as glórias passadas), Magia do Caos é uma aproximação
que habilita o indivíduo a usar qualquer coisa que ele(a) ache
apropriado como uma crença temporária ou sistema simbólico. O que
importa são os resultados que você consegue, não a ´autenticidade´
do sistema usado. Magia do Caos, então, não é um sistema - ela
utiliza sistemas e encoraja adesistas a construir os seus
próprios, dando à magia um sabor verdadeiramente pós-modernista."
- Phil Hine, Condensed Chaos.
"Muito do que passa por teoria mágica é, em sua raiz, uma questão de
crença.
Desta forma, é mais relevante para o resultado bem sucedido
dos encantamentos do magista, que ele tenha algum grau de crença
naquilo que esteja fazendo.
Além disso, visto que as teorias científicas são baseadas (ao menos
assim que nos é dito pelos cientistas) em provas matemáticas, as
teorias mágicas são enraizadas na opinião pessoal de quem quer que
as esteja expondo. Onde as teorias científicas ao menos têm a
aparência de serem unificadas e consistentes, as teorias mágicas
não têm, nem é este um requerimento, do prisma da prática mágica,
que elas tenham.
"Mais à frente, mesmo que haja um grande número de teorias e modelos
propostos para como, ou porque, a magia opera (baseada em energias
sutis, magnetismo animal, conceitos psicológicos, teoria quântica,
matemática ou o assim chamado princípio antropomórfico) não é o
caso que algum deles ser mais ´verdadeiro´ do que outros, mas o
caso de qual teoria ou modelo você escolhe para acreditar, ou qual
teoria você acha mais atrativa. De fato, para a perspectiva da
magia do Caos, você pode acreditar seletivamente que um modelo ou
teoria particular de ação mágica é verdadeiro somente pela
duração de um determinado ritual ou fase de trabalho. "
- Phil Hine, Prime Chaos.
"Caos apareceu antes de todos os princípios de ordem e entropia, não
é nem um deus nem uma larva, seus desejos idiotas abrangem e
definem todas coreografias possíveis, todos etéres sem sentido,
suas máscaras são cristalizações de sua própria falta de face, como
nunvens, Caos nunca morreu."
- Hakim Bey, T.A.Z.
postado por: Vendaval! 3:31 PM
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Domingo, Janeiro 22, 2006
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TEORIA DO KAOS
Estive escolhendo algum material novo e cheguei à conclusão que é melhor divulgar um curso grátis que fiz por e-mail sobre a Teoria do Caos(Kaos) numa lista de discussão(Kaos-Brasil). Porém, preciso lembrar-vos que meus conhecimentos desse aspecto são limitados e, bem, não posso afirmar que todas as informações que vos passarei são verídicas e mesmo co-relativas. Mesmo assim creio que, mesmo que algumas informações pareçam não ter muito a ver com a Teoria do Caos, os exercícios são de natureza evolutiva. E por isso, aconselháveis.
Pranayama - Controle básico da respiração
1 - Introdução
Prana tem sido traduzido como "respiração". Na atualidade,
a palavra sânscrito 'Prana' significa 'força vital' ou
'energia vital'. De fato, Pranayama clássico com o ciclo
de inalação/retenção/expiração ensina que durante a
fase de retenção, o praticante deve conscientemente
reter o prana, e então soltar o oxigênio descarregado
de prana durante a exalação, armazenando o prana
no chakra do plexo solar.
Pranayama é a 'ciência do prana', sendo base da Hatha Yoga
e deve ser estudado por qualquer um no caminho espiritual,
ocidental ou oriental, mas pelo fato de termos inúmeros
livros e vasta informação sobre esta arte, iremos nos
reter no aspecto prático de alguns exercícios básicos.
2 - Noções Básicas
Muitos dos antigos Tantras afirmam que o corpo é um Yantra
e que a respiração é seu mantra. De forma a facilitar o
entendimento deste conceito, a respiração "Bhramari" é
um excelente ponto de partida. É simples, ajuda na concentração
e provê um sentimento de unidade entre o corpo e a respiração,
uma consciência antes de simplesmente uma função do sistema
nervoso autônomo.
TÉCNICA 1 - Bhramari : Tome uma inspiração profunda,
exale todo o ar dos pulmões, concentrando em contrair os músculos
abdominais para expeli-lo todo. Inale através do nariz fazendo
um som de zunido, como uma abelha. Retenha por alguns segundos,
enquanto se sentir confortável (trabalhe para que possa se
sentir confortável com períodos cada vez mais extensos de
retenção do ar), concentrando em armazenar a energia vital
do ar no plexo solar (Chakra Manipura, que significa literalmente
'centro da jóia da grande consciência'), separando assim a
energia vital do ar. Então exale, através do nariz, fazendo um
som de zumbido (esta característica do zumbido é feita pela
passagem do ar pelas cordas vocais, muito simples de ser executado).
Focalize sua mente nos sons durante a inalação e exalação e na
força vital sendo armazenada no plexo solar durante a retenção.
Cada inspiração - retenção - exalação conta com um ciclo.
Comece inicialmente com 5 ciclos, aumentando o número quando
dominar a respiração 'Bhramari' e ela se tornar natural para você.
TÉCNICA 2 - Respiração Completa : A maioria das pessoas respiram
rasamente, e mesmo aqueles que trazem a respiração conscientemente
pelo abdomem podem estar deixando algum detalhe de fora.
Inicialmente exale todo o ar, usando o abdomem para auxiliá-lo.
Inale profundamente, puxando o ar pela expansão do abdomem.
Continue inalando até preencher de ar todo o pulmão superior e a
região da garganta. Mantenha o rosto relaxado. Retenha por alguns
segundos, ainda com o rosto relaxado. Exale lentamente, primeiro o
ar da parte inferior, depois superior dos pulmões e finalmente o ar
que estiver na região da garganta. Contraia o abdomem até forçar todo
o ar para fora. Trabalhe para aumentar o tempo de cada fase de
inspiração - retenção - expiração , sempre que o tempo do ciclo
em exercício seja alcançado de forma natural e não forçada.
Não conte o tempo com um relógio, permita que seu corpo seja o
relógio! A proporção da inspiração - retenção - expiração na
respiração completa deve ser de 1:1:1.
TÉCNICA 3 - Respiração Vital : Muito simples de ser praticada.
Energiza e fortalece os pulmões. Inspire pelas narinas em movimentos
curtos e rápidos, até os pulmões estarem complemente cheios.
Exale o ar pela boca, enquanto emite um alto som 'AAAAAHHH'.
Mantenha o foco em trazer o prana energizado para dentro durante a
inspiração e para mandar para fora toda a tensão do corpo, durante
a exalação.
TÉCNICA 4 - Kapalabhathi : Também é fácil de ser dominada.
Dentre outras variações, uma das mais simples é a seguinte :
Sente na posição de Lotus, ou com as pernas cruzadas e as costas e
pescoço eretos. Inale e mantendo a boca fechada, espirre. Com a boca
fechada, a parte inferior do abdomem irá inchar. Retorne-a
imediatamente a posição inicial. Comece com ciclos de dez a quinze e
gradualmente suba até ciclos de 50 respirações, naturalmente e sem
forçar. Você não deverá sentir nada na parte superior dos pulmões
ou na área da garganta. Pode ser usada com grande benefícios por
fumantes e asmáticos. A atenção deve ser focada na área do plexo
solar. Após um ciclo completo, permanece quieto e observe as
mudanças físicas e mentais em si mesmo.
TÉCNICA 5 - PRANA-VAYU RASA : Também chamada de ciclo vigoroso. Um
ciclo de respiração restauradora. Deve ser executada de pé, com
olhos fechados ou voltados para cima, com atenção focada no região
do terceiro olho ( chakra Ajna) , localizada no meio da testa.
(1) Inale, prenda o ar nos pulmões. Cruze os braços duas vezes
para trás e para a frente, vigorosamente. Exale.
(2) Inale. Cruze os braços à frente, com antebraços estendidos
perpendicularmente ao corpo. Balance-os lateralmente para a esquerda
e direita, duas vezes, na altura natural dos ombros. Exale e deixe
os braços caírem.
(3) Inale. Balance os braços paralelamente ao corpo, para cima
e para baixo duas vezes de forma a ultrapassarem levemente o limite
das costas. Exale e deixe os braços caírem.
(4) Inale. Retenha o fôlego novamente. Estique vagarosamente os
braços para frente. Segure com as mãos no punho e volte os braços
até tocar no peito. Sacuda o corpo inteiro. Exale enquanto deixa
os braços caírem.
(5) Inale. Balance os braços sobre a cabeça e dobre o corpo para a
direita à partir da cintura, sem dobrar o peito. Concentre nas partes
que estão sendo alongadas. Exale enquanto volta à posição normal.
Repita a operação para a esquerda.
(6) Inale. Segure o fôlego e massageie as costelas. Exale.
(7) Inale. Segure o fôlego, bata com as mãos fechadas nos músculos
peitorais. Exale.
Nota: A idéia de recarregar prana é liberar força vital individual
(Atman) e uni-la com a força vital universal (Brahman) .
TÉCNICA 6 - PRANA-SUKHA / Respiração curativa : Literalmente,
"respiração da alegria, força vital alegrante". Esta respiração é
a mais simples extensão do prana a um ritmo. O praticante deve
conscientemente alterar o tempo desprendido em cada parte dos
ciclos de respiração. O ritmo do Prana Sukha é dito ser
perfeito para extração de força vital da atmosfera. A razão da
inspiração - retenção - expiração deve ser de 1:4:2.
A inalação estabelece pela razão exposta o tempo das fases de
retenção e exalação de cada ciclo, ou seja, retêm-se o ar
por um tempo quatro vezes maior que gasto na inalação e expele-se
o ar no tempo duas vezes maior que o da inalação.
Deve-se iniciar com inalações quase similares as da respiração
involuntária e ir aumentando o tempo, sempre respeitando que o
exercício deve ser confortável e não forçado.
IMPORTANTE : não conte mentalmente ou verbalmente os tamanhos
das fases para estabelecer o ritmo. Contagem é um processo lógico
que interfere com a prática abstrata da medicação. Meça o ritmo
focando a mente nos ruídos da inspiração e expiração durante a
respiração e se necessário pelas batidas do coração durante a
retenção. Ter um ritmo pela audição é ideal e ajuda a unir corpo
e mente. O Gheranda Samhita sugere : "Ao entrar, a inspiração
faz o som 'SOH' e ao sair o som 'HAM'. Assim a respiração
profere a palavra de poder 'SOHAM' (ou EU SOU). O som sutil
reverbera no chakra da raiz, do coração e do terceiro olho.
O Yogi deverá perfazer esta repetição conscientemente" .
Outro processo de medida do ritmo é pela concentração no mantra
AUM, ou qualquer outro de preferência do praticante, que deve
sentir o ritmo a cada mantra.
postado por: Vendaval! 11:54 PM
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Sábado, Janeiro 07, 2006
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Maçãs Encantadas
Para quem costuma ter pesadelos.
6 maçãs cortadas
1/2 xícara (chá) de aveia
1/2 xícara (chá) de farinha integral
1/2 xícara (chá) de gergelim
1/2 xícara (chá) de castanhas
1/4 xícara (chá) de óleo de girassol
1/2 colher (chá) de sal
1/2 xícara (chá) de água
1/2 colher (chá) de canela
Misture as farinhas, o gergelim, a castanha, o óleo, o sal e os demais ingredientes até obter uma mistura crocante. Coloque as maçãs numa fôrma refratária untada, despeje sobre elas e cubra com tampa ou papel alumínio. Asse por 45 minutos. Retire a tampa e deixe no forno até dourar. Consagre o feitiço aos duendes e peça para acabar com os pesadelos.
Fonte: Magia Prática
Pão de Alecrim
Para invocar bons fluídos para o futuro.
2 colheres (sopa) rasas de água morna
15g de fermento biológico
1 xícara (chá) de leite morno
1 colher (sopa) de margarina
1/4 xícara (chá) de mel
1 colher (chá) de sal
3 xícaras (chá) de farinha de trigo
1/2 colher (sopa) de alecrim seco
Numa tigela, coloque o fermento, a água, o sal e o mel e deixe descansar por 15 minutos. Acrescente o leite morno, a farinha e a margarina e misture até formar uma massa que desgrude das mãos (se necessário, acrescente mais farinha). Ponha o alecrim e amasse novamente. Deixe descansar até dobrar de tamanho, coloque em fôrmas para pão e asse em forno pré-aquecido até dourar.
Fonte: Magia Prática
postado por: Vendaval! 10:34 PM
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Quarta-feira, Dezembro 28, 2005
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Nossa amada Deusa Ísis foi cultuada e adorada em inúmeros lugares, no Egito, no Império Romano, na Grécia e na Alemanha. Quando seu amado Osíris foi assassinado e desmembrado pelo seu irmão Set, que espalhou seus pedaçospor todo o Egito, Ísis procurou-os e os juntou novamente. Ela achou todos eles, menos seu órgãos sexual, que substitui por um membro de ouro. Através de magia e das artes de cura, Osíris volta à vida. Em seguida, ela concebe seu filho solar Hórus.
Os egípcios ainda mantêm um festival conhecido como a Noite da Lágrima. Tal festival tem sido preservado pelos árabes como o festival junino
de Lelat-al-Nuktah.
ARQUÉTIPO DA MÃE-NATUREZA
Ísis, deusa da lua, também é Mãe da Natureza. Ela nos diz que para este mundo continuar a existir tudo que é criado um dia precisa ser destruído. Ísis determina que não deve haver harmonia perpétua, com o bem sempre no ascendente. Ao contrário, deseja que sempre exista o conflito entre os poderes do crescimento e da destruição. O processa da vida, caminha sobre estes opostos. O que chamamos de "processo da vida", não é idêntico ao bem-estar da forma na qual a vida está neste momento manifesta, mas pertence ao reino espiritual no qual se baseia a manifestação material.
Com certeza, se a morte e a decadência não tivessem dotados de poderes tão grandes quanto as forças da criação, nosso mundo inteiro já teria alcançado o estado de estagnação. Se tudo permanecesse para sempre como foi primeiramente feito, todas as capacidades de "fazer" teriam sido esgotadas há séculos. A vida hoje estaria hoje totalmente paralisada. E, assim, inesperadamente, o excesso de bem, acabaria em seu oposto e tornar-se-ia excesso de mal.
Ísis, tanto na forma da natureza, como na forma de Lua, tinha dois aspectos. Era criadora, mãe, enfermeira de todos e também destruidora. O nome Ísis, significa "Antiga" e era também chamada de "Maat", a sabedoria antiga. Isto corresponde a sabedoria das coisas como são e como foram, a capacidade inata inerente, de seguir a natureza das coisas, tanto na forma presente como em seu desenvolvimento inevitável, uma em relação à outra.
ÍSIS E OSÍRIS (segundo Plutarco)
No Egito, assim como na Babilônia, o culto da lua precedeu o do sol. Osíris, deus da lua, e Ísis, a deusa da lua, irmã e esposa de Osíris, a mãe de Hórus, o jovem deus da lua, aparecem nos textos religiosos antes da quinta dinastia (cerca de 3.000 a. C.).
É difícil fazer um estudo conciso sobre o significado do culto de Ísis e Osíris, pois, durante muitos séculos nos quais esta religião floresceu, aconteceram mudanças na compreensão dos homens em relação a ele.
Nos primeiros registros, Osíris, parece ser um espírito da natureza, concebido como o Nilo ou como a lua, o qual, pensava-se, controlava as enchentes periódicas do rio. Era o deus da umidade, da fertilidade e da agricultura. Durante o período da lua minguante, Sey, seu irmão e inimigo, um demônio de um vermelho fulvo incandescente, devorava-o. Dizia-se que Set tinha se unido a uma rainha etíope negra para ajudá-lo na sua revolta contra Osíris, provavelmente uma alusão à seca e ao calor, que periodicamente vinham do Sudão, assolavam e destruíam as colheitas da rigião do Nilo.
Set era o Senhor do Submundo, no sentido de Tártaro e não de Hades, usando-se termos gregos. Hades era o lugar onde as sombras dos mortos aguardavam a ressureição, correspondendo, talvez, à idéia católica do prugatório. Osíris era o deus do Submundo neste sentido, Tártaro é o inferno dos condenados, e era deste mundo que Set era o Senhor.
Nas primeiras formas do mito, Osíris era a lua e Ísis a natureza, Urikitu, a Verde da história caldéia. Mas, posteriormente, ela tornou-se a lua-irmã, mãe e esposa do deus da lua. É neste ciclo que este mito primitivo da natureza começou a tomar um significado religioso mais profundo. Os homens começaram a ver na história de Osíris, que morreru e foi para o submundo, sendo depois restituído à vida pelo poder de Ísis, uma parábola da vida interior do homem que iria transcender a vida do corpo na terra.
Os egípcios eram um povo de mente muito concreta, e concebiam que a imortalidade poderia ser atingida através do poder de Osíris de maneira completamente materialista. Era por essa razão que conservavam os corpos daqueles que tinham sido levados para Osíris, através da iniciação, como conta o "Livro dos Mortos"; com efeito, acreditavam que, enquanto o corpo físico persistisse, a alma, ou Ka, também teria um corpo no qual poderia viver na Terra-dos-bem-aventurados, como Osíris que, no texto de uma pirâmide da quinta dinastia, é chamado de "Chefe daqueles que estão no Oeste", isto é, no outro mundo.
Ísis e Osíris eram irmãos gêmeos, que mantinham relações sexuais ainda no ventre da mãe e desta união nasceu o Hórus-mais-velho. No Egito, nesta época, era hábito entre os faraós e as divindades a celebração de núpcias entre irmãos, para não contaminar o sangue.
A história continua contando que quando Osíris tornou-se rei, livrou os egípcios de uma existência muito primitiva. Ensinou-lhes a agricultura e a feitura do vinho, formulou leis e instruiu como honrar seus deuses. Depois partir para uma viagem por todo o país, educando o povo e encantando-o com sua persuasão e razão, com a música, e "toda a arte que as mesas oferecem".
Enquanto ele estava longe sua esposa Ísis governou, e tudo correu bem, mas tão logo ele retornou, Set, que simbolizava o calor do deserto e da luxúria desenfreada, forjou um plano para apanhar Osíris e afatá-lo.
Confeccionou um barril do tamanho de Osíris. Então convidou todos os deuses para uma grande festa, tendo escondido seus setenta e dois seguidores por perto. Durante a festividade, mostrou seu barril que foi admirado por todos. Prometeu dá-lo de presente àquele que coubesse nele. Então todos entraram nel por sua vez, mas ele se ajustou somente a Osíris. Neste momento, os homens escondidos apareceram e, rapidamente
lacraram a tampa do barril. Levaram-o e jogaram no rio Nilo. Ele boiou para longe e alcançou o mar pela "passagem que é conhecida por um nome
abominável".
Este evento ocorreu no décimo sétimo dia de Hator, isto é, novembro, no décimo oitavo ano de reinado de Osíris. Ele viveu e reinou por um ciclo de vinte e oito períodos ou dias, porque ele era a lua, cujo ciclo completa-se a cada vinte e oito dias.
Quando Ísis foi sabedora dos acontecimentos fatídicos, cortou uma mecha de seu cabelo e vestiu roupas de luto e vagou por todos os lugares, chorando e procurando pelo barril. Foi seu cachorro Anúbis, que era filho de Néftis e Osíris, que levou-a até o lugar onde o caixão tinha parado na praia, no país de Biblos. Ele havia ficado perto de uma moita de urzes, que cresceram tanto com sua presença, que tornou-se uma árvore que envolveu o barril. O rei daquele país mandou cortar a tal árvore e de seu tronco fez uma viga para a cumeeira de seu palácio, sem
sequer imaginar que o mesmo continha o barril.
Ísis para reaver seu marido, fez amizade com as damas de companhia da rainha daquele país e acabou como enfermeira do príncipe. Ísis criou o
menino dando-lhe o dedo ao invés de seu peito para mamar.
Os nomes do rei e da rainha são: Malec e Astarte, ou Istar. Bem sugestivo, pois nos faz ver que Ísis teve que recuperar o corpo de Osíris de sua predecessora da Arábia.
Acabou tendo que revelar-se para a rainha e implorou pelo tronco da árvore que continha o corpo de Osíris. Ísis retirou o barril da árvore
e levou-o consigo em sua barcaça de volta para procurar seu filho Hórus, para ajudá-la a trazer Osíris de volta à vida.
Set que havia saído para caçar com seus cachorros, encontra o barril. Abriu-o e cortou o corpo de Osíris em catorze pedaços espalhando-os. Aqui temos a fragmentação, os catorze pedaços que óbviamente referem-se aos catorze dias da lua.
Ísis soube do ocorrido e saiu à procura das partes do corpo. Viajou para longe em sua barcaça e onde quer que achasse uma das partes
fazia um santuário naquele lugar. Conseguiu reunir treze das peças unindo-as por mágica, mas faltava o falo. Então fez uma imagem desta parte e "consagrou o falo, em honra do qual os egípcios ainda hoje conservam uma festa chamada de "Faloforia", que significa "carregar o falo".
Ísis concebeu por meio dessa imagem e gerou uma criança, o Hórus-mais-jovem.
Osíris surgiu do submundo e apareceu para o Hórus-mais-velho. Treinou-o então para vingar-se de Set. A luta foi longa, mas finalmente Hórus
trouxe Set amarrado para sua mãe.
Este é o resumo do mito.
Os cerimoniais do Egito eram relacionados a esses acontecimentos. A morte de Osíris, interpretada todos os anos, bem como as perambulações de Ísis e suas lamentações, tinham um papel conspícuo. O mistério final de sua ressureição e a demonstração pública, em procissão, do emblema de seu poder, a imagem do falo, completavam o ritual. Era uma religião na qual a participação emocional da tristeza e alegria de Ísis tinha lugar proeminente. Posteriormente, tornou-se de fato uma das religiões nas quais a redenção era atingida através do êxtase emocional pelo qual o adorador sentia-se uno com deus.
ARQUÉTIPO DA PROVEDORA DA VIDA
É pelo poder de Ísis, através de seu amor, que o homem afogado na luxúria e na paixão, eleva-se a uma vida espiritual. Ísis, antes de tudo, é provedora da vida. Comumente é representada amamentando seu filho Hórus, pois ela é a mãe que nutre e alimenta tudo que gera. Ísis com seu bebê no colo, acabou transformada na Virgem Maria com o menino Jesus.
Embora Isis fosse considerada como mãe universal ela era venerada como protetora das mulheres em particular. Sendo aquela que dá a vida, que
presidia sobre vida e morte, ela era protetora das mulheres durante o parto e confortava aquelas que perdiam seus entes queridos. Em Ísis, as mulheres encontravam o apoio e a inspiração para prosseguirem com suas vidas. Ísis proclamava ser, em hinos antigos, a deusa das mulheres e dotava suas seguidoras de poderes iguais aos do homem.
Esta deusa é também freqüentemente representada como uma deusa negra. Este fato está diretamente associado ao período de luto de Ísis (morte de Osíris), quando ela vestia-se de preto ou ela própria era preta.
As estátuas pretas de Ísis tinham também um outro sentido. Plutarco declara que "suas estátuas com chifres são representações da Lua Crescente, enquanto que as estátuas com roupa preta significavam as ocultações e as obscuridades nas quais ela segue o Sol (Osíris), almejando por ele. Conseqüentemente, invocam a Lua para casos de amor e Eudoxo diz que Ísis é quem os decide".
No Solstício de Inverno, a deusa, na forma de vaca dourada, coberta por um traje negro, era carregada sete vezes em torno do Santuário de Osíris morto, representando as perambulações de Ísis, que viajou através do mundo pranteando sua morte e procurando pelas partes espalhadas de seu corpo. Este ritual, era um procedimento mágico, que tencionava prevenir que a seca invadisse as regiões férteis do Nilo, pois a ressurreição de Osíris era, naquela época, um símbolo da enchente anual do Nilo, da qual a fertilidade da terra dependia.
ÍSIS E HÓRUS
Muita conhecida de todos os nós é a história de Hórus, o filho de Ísis, a deusa do Egito, tanto quanto os também tão estimados e conhecidos Maria e o menino Jesus no cristianismo. Entretanto, existem algumas diferenças entre os dois: a Ísis é adorada como uma divindade maternal muito antiga. Algumas vezes é representada com um disco do sol (ou lua) na cabeça, flanqueada à direita e à esquerda por dois chifres de vaca. A vaca era e é por seu úbere dispensador de leite o animal-mãe, usado
em muitas culturas como símbolo materno. Outra diferença fundamental entre Ísis e Maria é também o fato de Ísis ter sido venerada como a
grande amada. Ainda no ventre materno ela se casou com seu irmão gêmeo Osíris, que ela amava acima de tudo.
Nos rituais antigos egípcios, executados para obter a ressurreição, o olho de Hórus tinha papel muito importante e era usado para animar o
corpo do morto cujos membros tinham sido reunidos. Hórus, filho e herdeiro por excelência, é invocado também, para que impeça a ação do réptéis que estão no céu, na terra e na água, os leões do deserto, os crocodilos do rio. Protetor da realeza, Hórus desempenha ainda, o papel capital do deus da cura. A magia de Hórus desvia as flechas do arco, apazigua a cólera do coração do ser angustiado.
ARQUÉTIPO DE CURA
Ísis era invocada nas antigas escrituras como a senhora da cura, restauradora da vida e fonte de ervas curativas. ela era venerada como a senhora das palavras de poder, cujos encantamentos faziam desaparecer as doenças.
À noção de magia liga-se também, imediatamente ao nome de Ísis, que conhece o nome secreto do deus supremo. Ísis dipõe do poder mágico que Geb, o deus da Terra, lhe ofereceu para poder proteger o filho Hórus. Ela pode fechar a boca de cada serpente, afastar do filho qualquer leão do deserto, todos os crocodilos do rio, qualquer réptil que morda. Ela pode desviar o efeito do veneno, pode fazer recuar o seu fogo destruidor por meio da palavra, fornecer ar a quem dele necessite. Os humores malignos que perturbam o corpo humano obedecem a Ísis. Qualquer pessoa picada, mordida, agredida, apela a ísis, a da boca hábil, identificiando-se com Hórus, que chama a mãe em seu socorro. Ela virá, fará gestos mágicos, mostrar-se-á tranqüilizadora ao cuidar do filho. Nada de grave irá lesar o filho da grande deusa.
Ísis aparece em na nossa vida para dizer que é hora de meditar. Você tem desperdiçado sua energia maternal sem guardar um pouco para si mesma? Sua mãe lhe deu todo o amor que você precisou? Pois agora é tempo de você se dar "um colo" para curar as mágoas do passado. Todos nós precisamos de cuidados maternos, independente de sermos donzela, mãe ou mulher madura.
postado por: Vendaval! 6:25 PM
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Quinta-feira, Julho 21, 2005
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RÉQUIEM
O Ritual de Morte Wiccano.
PREPARAÇÃO
A decoração do círculo e do altar para um Requiem será, neste caso, uma questão de gosto pessoal, dependendo das circunstâncias, da época do ano e do caráter do amigo que está sendo lembrado, bem como das associações com ele feitas.
Deposita-se ao lado do altar uma pequena tigela de louça (um caneco ou xícara com asa é o mais adequado) com um cordel prateado a ela atado; é preciso dispor também de um martelo para quebrar o pequeno recipiente e um pano para embrulhá-lo.
Para a Lenda da Descida da Deusa deve-se deixar à disposição, próximos do altar, jóias e um véu, bem como uma coroa para o Senhor do Mundo Subterrâneo. Também à disposição sobre o altar deve haver um colar.
O RITUAL
O Ritual de abertura deve ser realizado como sempre até o fim da invocação do Deus Cernunnos. A Grã Sacerdotisa e o Sacerdote, em seguida, encaram os membros do coven de diante do altar.
A sacerdotisa diz:
NÓS NOS REUNIMOS HOJE EM MEIO À TRISTEZA E ALEGRIA. ESTAMOS TRISTES PORQUE UM CAPÍTULO SE ENCERROU E, NO ENTANTO, ESTAMOS JUBIOLOSOS PORQUE, COM O ENCERRAMENTO, UM NOVO CAPÍTULO PODE COMEÇAR.
NÓS NOS REUNIMOS PARA MARCAR O PASSAMENTO DE NOSSA AMADA IRMÃ ..................... PARA QUEM ESTA ENCARNAÇÃO FINDOU. ESTAMOS REUNIDOS PARA CONFIÁ-LA AO ZELO DA BENÇÃO DO DEUS E DA DEUSA, PARA QUE ELA POSSA REPOUSAR, ISENTA DE ILUSÃO OU TRISTEZA ATÉ QUE ADVENHA O TEMPO DE SEU RENASCIMENTO NESTE MUNDO. E SABENDO QUE ISSO SERÁ, SABEMOS TAMBÉM QUE A TRISTEZA NÃO É NADA E QUE O JUBILO É TUDO.
O Sacerdote permanece em seu lugar e a Sacerdotisa conduz o coven numa dança em espiral, lentamente fechando o círculo num sentido anti-horário, mas não o fechando de maneira demasiada.
O Sacerdote diz:
NÓS TE CONVOCAMOS, MÃE SOMBRIA E ESTÉRIL, TU PARA QUE TODA A VIDA MANIFESTA CUMPRE RETORNAR ADVINDO SEU TEMPO; MÃE SOMBRIA DA TRANQUILIDADE E DO REPOUSO, ANTE QUEM OS HOMENS TREMEM PORQUE FALTA-LHES A COMPREENSÃO DE TI. NÓS TE CONVOCAMOS, QUE É TAMBÉM HÉCATE DA LUA MINGUANTE, SENHORA SOMBRIA DA SABEDORIA, QUE OS HOMENS TEMEM PORQUE TUA SABEDORIA SE ELEVA ACIMA DA DELES. NÓS, OS FILHOS OCULTOS DA DEUSA, SABEMOS QUE NADA HÁ A TEMER EM TEU ABRAÇO, DO QUAL NINGUÉM ESCAPA; QUE QUANDO ENTRAMOS EM TUA ESCURIDÃO, COMO DEVEM TODOS, SERÁ COMO ENTRAR NOVAMENTE NA LUZ. ASSIM, COM AMOR E SEM TEMOR, CONFIAMOS A TI ...................... NOSSA IRMÃ. TOMA-A, PROTEGE-A, NORTEIA-A, ADMITA-A À PAZ DE SUMMERLAND, QUE SE ENCONTRAM ENTRE A VIDA E A VIDA. E SABE, COMO SABES TODAS AS COISAS, QUE NOSSO AMOR COM ELA VAI.
O sacerdote apanha a tigela, o cordel, o martelo e o pano. A dança cessa e os membros se afastam a fim de admitir a Sacerdote ao centro da espiral, onde ele deposita o pano sobre o chão e a tigela sobre o pano. Em seguida, a extremidade livre do cordel à Donzela.
A sacerdotisa diz:
SOLTE-SE O CORDEL PRATEADO, OU SE QUEBRE A TIGELA DOURADA, OU SE QUEBRE O CÂNTARO NA FONTE, OU SE QUEBRE NA CISTERNA E ENTÃO O PÓ RETORNARÁ À TERRA COMO ERA, E O ESPÍRITO RETORNARÁ À DEUSA QUE O CONCEDEU.
O sacerdote desata o cordel prateado e a Donzela o colhe. O Sacerdote embrulha então a tigela com o pano e a quebra com o martelo. A seguir recoloca o pano dobrado com os fragmentos da tigela e o martelo ao lado do altar. O Coven retorna, fechando novamente o círculo.
A Donzela carrega o cordel prateado e durante a invocação que se segue, movendo-se em sentido horário em torno do círculo, o oferece primeiramente aos senhores das Atalaias do Oeste (Senhores da Morte e da Iniciação), depois aos Senhores das Atalaias do Leste (senhores do Renascimento). Em seguida, ela deposita o cordel no chão diante da vela do leste e se reúne ao Sacerdote, junto ao altar (movendo-se sempre em sentido horário). Enquanto isso, a Sacerdotisa dirige-se novamente a dança, repetindo o movimento de volta em sentido horário, a fim de desfazer a espiral até que se torne mais uma vez um círculo completo, continuando a se mover em sentido horário.
Logo depois de recolocar o pano e o martelo ao lado do altar, o Sacerdote encara o coven e diz:
NÓS TE CONVOCAMOS, AIMA, MÃE LUMINOSA E FÉRTIL, TU ÉS O ÚTERO DO RENASCIMENTO, DE QUEM TODA VIDA MANIFESTA PROCEDE E EM CUJO SEIO QUE JORRA TODOS SÃO NUTRIDOS. NÓS TE CONVOCAMOS, QUE É TAMBÉM PERSÉFONE DA LUA CRESCENTE, SENHORA DA PRIMAVERA E DE TODAS AS COISA NOVAS. A TI CONFIAMOS .............., NOSSA IRMÃ. TOMA-A, PROTEGE-A, NORTEIA-A; A CONDUZ NA PLENITUDE DO TEMPO A UM NOVO NASCIMENTO E UMA NOVA VIDA. E CONCEDE QUE, NESSA NOVA VIDA, ELA POSSA SER AMADA NOVAMENTE, COMO NÓS, SEUS IRMÃOS E IRMÃOS, A AMAMOS.
O Sacerdote e a Donzela juntam-se novamente ao coven, que desenvolve um movimento circular e a sacerdotisa inicia a Runa das feiticeiras, os demais se unindo a ela. Finda a runa, a Sacerdotisa ordena:
AO CHÃO!
Os membros se sentam, formando um círculo olhando para o interior deste. A Sacerdotisa atribui papéis para a Lenda da Descida da Deusa ao Mundo Subterrâneo: o Narrador, A Deusa, O senho do Mundo Subterrâneo, e o Guardião dos Portais.
A Deusa é adornada com jóias, coberta com véu e fica na borda do círculo ao sudeste. O senhor do Mundo Subterrâneo coloca sua coroa, toma a espada e permanece com suas costas para o altar. O Guardião dos Portais toma seu athame e o cordel vermelho e fica de pé encarando a Deusa.
A LENDA DA DESCIDA DA DEUSA AO MUNDO SUBTERRÂNEO
Narrador:
NOS TEMPOS ANTIGOS, NOSSO SENHOR, O CORNUDO, ERA (E AINDA É) O CONSOLADOR, O CONFORTADOR. MAS OS HOMENS O CONHECIAM COMO O TERRÍVEL SENHOR DAS SOMBRAS, SOLITÁRIO, INFLEXÍVEL E JUSTO. MAS NOSSA SENHORA , A DEUSA RESOLVERIA TODOS OS MISTÉRIOS, ATÉ MESMO O MISTÉRIO DA MORTE; E ASSIM ELA VIAJOU AO MUNDO SUBTERRÂNEO. O GUARDIÃO DOS PORTAIS A DESAFIO...
O Guardião dos portais desafia a Deusa com seu Athame.
TIRA TUAS VESTES, PÕE DE LADO TUAS JÓIAS POIS NADA TU PODES TRAZER CONTIGO AO INTERIOR DESTA NOSSA TERRA.
A Deusa retira seu véu e as jóias. Nada deve permanecer sobre seu corpo (se o Requiem é realizado com os participantes vestidos, somente o manto simples dela deve permanecer sobre seu corpo). O Guardião então a prende com o cordel vermelho à maneira da iniciação de primeiro grau, com o centro do cordel em torno da frente do pescoço dela e as extremidades passando por seus ombros e indo atar seus pulsos por trás de sua cintura.
ASSIM ELA SE DESPOJOU DE SUAS VESTES E DE SUAS JÓIAS E FOI AMARRADA COMO TODOS OS VIVOS QUE BUSCAM INGRESSAR NOS DOMÍNIOS DA Morte, A PODEROSA, TÊM QUE SER.
O Guardião dos portais conduz a Deusa perante o Senhor do Mundo Subterrâneo e, depois, se afasta para um lado.
TAL ERA A BELEZA QUE A PRÓPRIA MORTE SE AJOELHOU E DEPOSITOU SUA ESPADA E COROA AOS SEUS PÉS.
O Senhor do Mundo Subterrâneo se ajoelha ante a Deusa, deposita sua espada e sua coroa no chão a cada lado dela, e em seguida beija os pés direito e esquerdo dela.
...E BEIJOU SEUS PÉS, DIZENDO: ABENÇOADOS SEJA TEUS PÉS QUE TE TROUXERAM POR ESTES CAMINHOS. PERMANECE COMIGO, MAS DEIXA QUE EUPONHA MINHAS MÃOS FRIAS SOBRE TEU CORAÇÃO.
O senho do Mundo Subterrâneo ergue suas mãos, com as palmas para a frente e as retém a algumas polegadas do coração da Deusa.
E ELA RESPONDE: EU NÃO TE AMO. POR QUE FAZES TODAS AS COISAS QUE AMO E NAS QUAIS ME COMPRAZO FENECEREM E MORREREM?
O senho do mundo subterrâneo estende seus braços para baixo, com as palmas das mãos para a frente.
SENHORA... - RESPONDEU A MORTE - TRATA-SE DA IDADE E DA FATALIDADE, CONTRA OS QUAIS SOI IMPOTENTE. A IDADE, O ENVELHECIMENTO LEVA TODAS AS COISAS A DEFINHAREM; MAS, QUANDO OS HOMENS MORREM AO DESFECHO DE SEU TEMPO, CONCEDO-LHE REPOUSO, PAZ E FORÇA PARA QUE POSSAM RETORNAR. MAS TU, TU ÉS LINDA. NÃO RETORNES, PERMANEÇA COMIGO.
MAS ELA RESPONDE:
EU NÃO TE AMO!"
O senhor do Mundo subterrâneo se levanta, vai até o altar e pega o açoite. Volta-se para encarar a deusa.
E ENTÃO DISSE A MORTE: SE NÃO RECEBES MINHAS MÃOS SOBRE TEU CORAÇÃO, TENS QUE TE CURVAR AO AÇOITE DA MORTE.
É A FATALIDADE - MELHOR ASSIM... Ela Disse e se Ajoelhou. E a morte a açoitou brandamente.
A deusa se ajoelha encarando o altar. O senhor do mundo subterrâneo aplica-lhe de maneira muito branda três, sete, nove, vinte e um golpes do açoite.
E ELA BRADOU: EU CONHEÇO AS AFLIÇÕES DO AMOR!
O Senhor do Mundo Subterrâneo recoloca o açoite no altar, ajuda a deusa a levantar-se e se ajoelha, encarando-a.
E A MORTE A ERGUEU E DISSE: SEJAS ABENÇOADAS. E LHE DOU O BEIJO QUÍNTUPLO, DIZENDO: ASSIM APENAS PODES ATINGIR A ALEGRIA E O CONHECIMENTO.
O Senhor do Mundo subterrâneo dá na Deusa o beijo quíntuplo. Em seguida, desamarra os pulsos dela, depositando o cordel no chão.
E ELE A ELA ENSINA TODOS OS SEUS MISTÉRIOS E LHE DÁ O COLAR QUE É O CÍRCULO DO RENASCIMENTO.
O senhor do Mundo Subterrâneo pega o colar no altar e o coloca em torno do pescoço da deusa. A Deusa então, toma a coroa e a recoloca na cabeça do senhor do Mundo Subterrâneo.
E ELA ENSINA A ELE O MISTÉRIO DA TAÇA SAGRADA, QUE É O CLADEIRÃO DO RENASCIMENTO.
O Senhor do Mundo Subterrâneo move-se diante do altar, no extremo leste deste, e a Deusa move-se diante do altar, no extremo oeste deste. A Deusa toma o cálice em ambas as mãos, eles se entreolham e ele coloca ambas as mãos das dela.
ELES AMARAM E SE TORNARAM UM, POIS HÁ TRÊS GRANDES MISTÉRIOS NA VIDA DO HOMEM, E A MAGIA OS CONTROLA A TODOS. PARA REALIZAR O AMOR, TENDES QUE RETORNAR NOVAMENTE AO MESMO TEMPO E NO MESMO LUGAR DAQUELES QUE SÃO OS AMADOS; E TENDES QUE ENCONTRÁ-LOS, CONHECÊ-LOS, LEMBRÁ-LOS E AMÁ-LOS DE NOVO.
O Senho do Mundo Subterrâneo solta as mãos da Deusa e esta recoloca o cálice no altar. Ele toma o açoite em sua mão esquerda e a espada em sua mão direita e fica na posição do Deus, antebraço cruzados sobre o peito, espada e açoite apontados para cima, com suas costas para o altar. Ela fica ao lado dele na posição de Deusa, pernas escarranchadas e braços estendidos formando o pentagrama.
MAS PARA RENASCER, TENDE QUE MORRER E SER PREPARADO PARA UM NOVO CORPO. E PARA MORRER TENDES QUE NASCER E SEM AMOR NÃO PODES NASCER. E NOSSA DEUSA SEMPRE SE INCLINA PARA O AMOR , E O JÚBILO, E A VENTURA; E ELA PROTEGE E ACARICIA SUAS CRIANÇAS OCULTAS NA VIDA, E NA MORTE MINISTRA O CAMINHO DA COMUNHÃO COM ELA; E MESMO NESTE MUNDO ELAS LHES ENSINA O MISTÉRIO DO CÍRCULO MÁGICO, QUE É DISPOSTO ENTRE OS MUNDOS DOS HOMENS E DOS DEUSES.
O senhor do mundo subterrâneo recoloca o açoite, a espada e a coroa sobre o altar junto deste. Isto completa a Lenda e os atores se juntam de novo aos demais membros.
A Grã Sacerdotisa diz:
QUE PARTICIPEMOS AGORA, COMO A DEUSA NOS ENSINOU, DA FESTA DE AMOR DO VINHO DOS BOLOS; E A MEDIDA QUE O FAZEMOS, QUE NOS LEMBREMOS DE NOSSA IRMÃ ..................., COM A QUAL NÓS TÃO AMIÚDE COMPARTILHAMOS TAL FESTA. E MEDIANTE ESTA COMUNHÃO, NÓS COLOCAMOS AMOROSAMENTE NOSSA IRMÃ NAS MÃOS DA DEUSA.
Todos Dizem:
QUE ASSIM SEJA
O vinho e os bolos são consagrados e passados por todos.
O mais cedo possível, após o Requiem, os fragmentos da tigela deverão ser ritualmente arremessados num rio, com a tradicional ordem:
RETORNA AOS ELEMENTOS DOS QUAIS VIESTE
(Texto Extraído do livro Oito Sabás para Bruxas, de Janet & Stewart Farrar)
postado por: Vendaval! 4:00 PM
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WICCANING
Ritual de bruxaria correspondente ao batismo.
"Os cristãos, quando batizam seus filhos, o fazem em geral com a intenção de compromissá-los com o cristianismo, de preferência perpetuamente - e ao próprio ramo particular de cristianismo dos pais. Espera-se via de regra que os filhos endossarão tal compromisso, ratificando-o quando tiverem idade suficiente para aquiescer conscientemente (embora sem maturidade para discernir). Para sermos justos, esses pais - quando não estão meramente acatando uma convenção social - amiúde assim agem porque sinceramente acreditam que isso é essencial para a segurança das almas de seus filhos. Foram ensinados a crer nisso e freqüentemente mediante o medo.
Essa crença segundo a qual existe apenas um tipo de ingresso para o céu e que um bebê precisa recebê-lo com toda a rapidez para sua própria segurança é, evidentemente, estranha a Wicca. A crença de bruxas e bruxos na reencarnação a nega em todos os casos. Mas, independentemente disto, feiticeiras e feiticeiros sustentam o ponto de vista que era virtualmente universal antes da era do monoteísmo patriarcal, a saber, que todas as religiões são diferentes sendas de expressão das mesmas verdades e que a validade delas para qualquer indivíduo depende da natureza e das necessidades deste.
Uma cerimônia Wiccaning para a criança de uma família de bruxos não compromete, portanto, a criança com nenhuma senda em particular, mesmo uma pertencente a Wicca. É similar a um batizado no sentido em que invoca a proteção divina para a criança e ritualmente afirma o amor e o cuidado com os quais a família e os amigos desejam cercar o recém-chegado. Difere de um batizado no fato de especificamente reconhecer que, à medida que a criança se transforma num adulto, decidirá, e realmente terá que decidir, sobre sua própria senda.
Wicca é, acima de tudo, uma RELIGIÃO NATURAL - de modo que pais-bruxos tentarão naturalmente comunicar a seus filhos a alegria e realização que sua religião lhes proporciona, a família toda partilhando inevitavelmente do modo de vida vinculado a essa religião. Partilhar é uma coisa, impor ou ditar é outra, e longe de assegurar a "salvação" de uma criança, pode muito bem retardá-la - isto se, tal como as feiticeiras, você encarar a salvação não como uma espécie de transação instantânea, mas como um desenvolvimento ao longo de muitas existências
Compomos nosso ritual de Wiccaning dentro desse espírito e achamos que a maioria das bruxas e bruxos concordarão com tal postura.
Sabíamos que a idéia de Ter padrinhos - amigos adultos que manterão um interesse pessoal no desenvolvimento da criança - era uma idéia justificadamente popular e sentimos que uma cerimônia de Wiccaning deveria adotá-la também. A princípio chamamos esses amigos adultos de "Patrocinadores", a fim de evitar uma confusão com respeito à prática cristã. Mas reconsiderando o assunto posteriormente, percebemos que "patrocinador era uma palavra fria e que não havia motivo algum para que "padrinho" e "madrinha" (desde que god abarcasse goddess/ Padrinho em inglês é GODfather e madrinha GODmother) não servissem a bruxas e bruxos tanto como servem os cristãos. Afinal de contas, consideradas as diferenças de crença (e Deus sabe quanto os cristãos diferem entre si), inclusive a diferença de postura que já mencionamos, a função é a mesma.
Os padrinhos não têm de ser eles mesmos necessariamente bruxos, o que cabe aos pais decidir. Mas precisam, ao menos, simpatizar com a intenção do ritual e tê-lo lido integralmente de antemão, para assegurar que possam fazer as necessárias promessas com toda sinceridade (o mesmo se aplica, afinal, a bruxos e bruxas convidados por amigos cristãos para serem padrinhos num batismo cristão).
Se a Grã Sacerdotisa e/ou o Grão Sacerdote se prestam eles próprios a serem padrinhos, farão as promessas um ao outro nos momentos apropriados, durante o ritual.
PREPARAÇÃO:
Se os membros do coven normalmente atuarem despidos, a decisão se assim participarão do ritual ou se farão vestidos caberá aos pais da criança. Num caso ou noutro, a Grã Sacerdotisa usará símbolos da Lua, e o Grã Sacerdote símbolos do Sol.
O círculo é marcado com flores e folhas verdes e o caldeirão colocado no centro, preenchido com as mesmas flores e folhas e talvez também de frutos. Coloca-se à disposição, no altar, óleo de consagração. Somente incenso leve deve ser usado - preferivelmente sob forma de bastão. Os presentes para a criança são postos ao lado do altar, bem como o alimento e as bebidas para uma pequena festa no círculo, depois do ritual.
Os pais devem escolher antecipadamente um "nome oculto" para a criança (isto é, em grande parte, para o próprio benefício da criança; crescendo numa família de bruxos, ele ou ela quase certamente apreciará ter um nome de bruxo ou bruxa particular tal como têm mamãe e papai - e se não for o caso, poderá ser discretamente esquecido até que e a menos que seu detentor queira usá-lo novamente).
O RITUAL PARA UMA MENINA
O Ritual de Abertura é realizado normalmente até o fim da invocação do "Grande Deus Cernunnos", exceto pelo fato de que todos, inclusive os pais e a criança, se colocam no círculo antes do traçado, sentamos num semicírculo próximos do caldeirão e olhando para o altar - cedendo lugar à Grã Sacerdotisa, para que esta trace o círculo em torno deles. Somente a Grã Sacerdotisa e o Grão Sacerdote ficam em pé para conduzir o Ritual de Abertura.
Para reduzir movimento excessivo, que poderia amedrontar a criança, a Grã Sacerdotisa traça o círculo com seu athame, e não com a espada, e ninguém se move com ela, ou imita seus gestos quando ela invoca os Senhores das Atalaias. Ela e o Grão Sacerdote carregam os elementos em torno.
Após a invocação do Grande Cernunnos, a Grã Sacerdotisa e o Grão Sacerdote consagram o vinho. Não o experimental, mas colocam o cálice no altar.
O Grão Sacerdote, em seguida, posta-se diante do altar, encarando o caldeirão. A Grã Sacerdotisa fica pronta para entregar-lhe o óleo, o vinho e a água.
O Grão Sacerdote diz:
ESTAMOS REUNIDOS NESTE CÍRCULO PARA PEDIR A BENÇÃO DO PODEROSO DEUS E DA GENTIL DEUSA PARA .....(NOME DA MENINA), A FILHA DE .................. E .................., DE MODO QUE ELA POSSA CRESCER EM BELEZA E FORÇA, EM ALEGRIA E SABEDORIA. HÁ MUITAS SENDAS, E CADA UM TEM DE ENCONTRAR A SUA, E PORTANDO NÃO BUSCAMOS LIGAR ..........(NOME DA MENINA) À NENHUMA SENDA, ENQUANTO ELA É AINDA DEMASIADAMENTE JOVEM PARA ESCOLHER.
PREFERIMOS PEDIR AO DEUS E A DEUSA, QUE CONHECEM TODAS AS SENDA E AOS QUAIS TODAS AS SENDA CONDUZEM, PARA ABENÇOÁ-LA, PROTEGÊ-LA E PREPARÁ-LA AO LONGO DOS ANOS DE SUA INFÃNCIA, DE SORTE QUE, QUANDO FINALMENTE FOR VERDADEIRAMENTE ADULTA, SAIBA ELA SEM ALIMENTAR DÚVIDAS OU MEDO QUAL SUA SENDA E PASSE A TRILHÁ-LA COM CONTENTAMENTO.
....................., MÃE DE ............(NOME DA MENINA), ADIANTA-SE COM ELA PARA QUE POSSA SER ABENÇOADA.
O pai ajuda a mãe a se levantar e ambos levam a criança ao Grão Sacerdote, que a toma em seus braços. Ele pergunta:
....................., MÃE DE ............(NOME DA MENINA), POSSUI ESTA TUA CRIANÇA TAMBÉM UM NOME OCULTO?
A mãe responde:
SEU NOME OCULTO É .....................
O Grão Sacerdote, então, unta a criança na testa com óleo, fazendo a marca de um pentagrama e dizendo:
EU UNTO A TI, ............(DIZER O NOME COMUM), COM ÓLEO E TE DOU O NOME OCULTO DE .......................
Ele repete a ação com o vinho, dizendo:
EU UNTO A TI, .............(DIZER NOME OCULTO), COM VINHO EM NOME DO PODEROSO DEUS CERNUNNOS.
Repete a ação com a água dizendo:
EU UNTO A TI, ..............(DIZER NOME OCULTO), COM ÁGUA EM NOME DA GENTIL DEUSA ARADIA.
O Grão Sacerdote devolve a criança à sua mãe e, então conduz os pais e a criança a cada uma das atalaias, dizendo:
VÓS SENHORES DAS ATALAIAS LESTE (SUL, OESTE, NORTE), COM EFEITO APRESENTAMOS A VÓS .....................(NOME COMUM), CUJO NOME OCULTO É ........................(DIZER NOME OCULTO) E QUE FOI DEVIDAMENTE UNGIDA DENTRO DO CÍRCULO DE WICCA. ESCUTAI, PORTANTO, QUE ELA SE ACHA SOB A PROTEÇÃO DE CERNUNNOS E ARADIA.
O Grão Sacerdote e a Grã Sacerdotisa tomam seus lugares voltados para o altar, com os pais e a criança entre eles. Erguem seus braços e invocam cada um por sua vez:
Grão Sacerdote:
PODEROSO CERNUNNOS, CONCEDE A ESTA CRIANÇA O DOM DA FORÇA!
Grã Sacerdotisa:
GENTIL ARADIA, CONCEDE A ESTA CRIANÇA O DOM DA BELEZA!
Grão Sacerdote:
PODEROSO CERNUNNOS, CONCEDE A ESTA CRIANÇA O DOM DA SABEDORIA!
Grã Sacerdotisa:
GENTIL ARADIA, CONCEDE A ESTA CRIANÇA O DOM DO AMOR!
O Grão Sacerdote, a Grã Sacerdotisa e os pais se voltam para encarar o centro do círculo, e o Grão Sacerdote então pergunta:
HÁ DUAS PESSOAS NO CÍRCULO QUE SE APRESENTARIAM COMO PADRINHOS DE ......................?
(OBS.: Se o sacerdote e a sacerdotisa estão se apresentando como padrinhos, ele perguntará, em lugar disso:
HÁ ALGUÉM NO CÌRCULO QUE SE APRESENTARÁ COMIGO, COMO PADRINHOS DE.................?
e a Sacerdotisa responderá:
EU ME JUNTAREI A VÓS.
Em seguida eles olharão um para o outro e trocarão as perguntas e promessas).
Os padrinhos deverão se adiantar e ficar de pé, a madrinha encarando o Sacerdote e o padrinho encarando a Sacerdotisa.
O Sacerdote pergunta para a madrinha:
TU, ............... PROMETES SER UMA AMIGA DE ................... AO LONGO DE SUA INFÂNCIA, NO SENTIDO DE AJUDÁ-LA E GUIÁ-LA DA MANEIRA QUE ELA NECESSITAR; E DE ACORDO COM SEUS PAIS POR ELA ZELAR E AMÁ-LA COMO SE FOSSE DE TEU PRÓPRIO SANQUE ATÉ QUE PELA GRAÇA DE CERNUNNOS E ARADIA ELA ESTEJA PRONTA PARA ESCOLHER SUA PRÓPRIA SENDA?
A madrinha responde:
EU,.............. ASSIM PROMETO.
A Grã Sacerdotisa pergunta ao padrinho:
TU, ............... PROMETES SER UM AMIGO DE ................... AO LONGO DE SUA INFÂNCIA, NO SENTIDO DE AJUDÁ-LA E GUIÁ-LA DA MANEIRA QUE ELA NECESSITAR; E DE ACORDO COM SEUS PAIS POR ELA ZELAR E AMÁ-LA COMO SE FOSSE DE TEU PRÓPRIO SANQUE ATÉ QUE PELA GRAÇA DE CERNUNNOS E ARADIA ELA ESTEJA PRONTA PARA ESCOLHER SUA PRÓPRIA SENDA?
O padrinho responde:
EU, .............ASSIM PROMETO.
O Grão Sacerdote diz:
O DEUS E A DEUSA A ABENÇOARAM; OS SENHORES DAS ATALAIAS A RECONHECERAM; NÓS SEUS AMIGOS LHE DEMOS AS BOAS VINDA; PORTANTO, Ó CÍRCULO DAS ESTRELAS; BRILHA EM PAZ SOBRE ............... CUJO NOME OCULTO É.................. QUE ASSIM SEJA.
Todos dizem:
QUE ASSIM SEJA!
O Grão Sacerdote diz:
QUE TODOS SE SENTEM DENTRO DO CÍRCULO!
Todos se sentam, exceto o sacerdote e a sacerdotisa, que experimentam e passam por todos o vinha já consagrado da maneira usual e então consagram e passam a todos os bolos da maneira usual.
A seguir, buscam os presentes, o alimento e as bebidas da festa e se sentam com os outros, daqui em diante passando-se para o informal.
O RITUAL PARA UM MENINO
A diferença básica caso a criança seja um menino é que o Grão Sacerdote e a Grã Sacerdotisa trocam suas funções. Ela realiza o enunciado de abertura e executa a unção, o Grão Sacerdote lhe entrega o óleo, o vinho e a água. Ela representa a criança às atalaias.
A invocação a Deusa e ao Deus por seus dons de força, beleza, sabedoria e amor, entretanto, é feita exatamente como a feita para a menina, e na mesma ordem.
A Grã Sacerdotisa convoca os padrinhos para que se apresentem e toma a promessa do padrinho; o Sacerdote toma então a promessa da madrinha.
A Grã Sacerdotisa pronuncia a bênção final.
(Fonte: Oito Sabás para Bruxas - Janet e Stewart Farrar, Ed. Anúbis)
postado por: Vendaval! 3:46 PM
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Quem quer sacramentar o casamento pela Nova Bruxaria (a Wicca), deve seguir o ritual abaixo.Lembrando que todos os rituais da Wicca devem ser feitos com alegria:
HANDFASTING
A cerimônia de casamento apresentada a seguir é um rito de comprometimento de ligação espiritual, não legal. Antes da cerimônia é importante que toda a área onde será realizado o compromisso seja consagrada com sal, água, e qualquer incenso purificador, como o de cedro, líbano, sálvia ou sândalo
Monte o altar e coloque nele tudo que será necessário para a cerimônia:
Duas velas brancas
Um incensário
Um prato com sal e terra
Um sino de latão
Uma vareta
Um punhal ou espada cerimonial
Um cálice com água
Uma xícara com óleo de rosa para consagração
Um cristal de quartzo As alianças de casamento
Duas cordas brancas
Uma vassoura de palha
Vinho
Bolo de Compromisso
Supondo que você é uma Alta Sacerdotisa (ou Sacerdote), trace um círculo na sentido horário usando um punhal ou uma espada cerimonial, e após cada convidado ter sido abençoado com saudações e incenso, faça soar o sino do altar para dar início à cerimônia.
O noivo e a noiva devem entrar de mãos dadas no círculo que você confeccionou. Abençoe-os novamente com incenso e saudações e coloque-os de frente para você e o altar (norte), enquanto os convidados para o casamento estarão reunidos em torno do perímetro do círculo, dando-se as mãos para formar uma corrente humana.
De frente para o noivo e para a noiva, levante as suas mãos para o céu e diga:
NESTE SAGRADO CÍRCULO DE LUZ REUNIMO-NOS EM PERFEITO AMOR E PERFEITA VERDADE.
OH DEUSA DO AMOR DIVINO, EU TE PEÇO QUE ABENÇOES ESTE CASAL, O SEU AMOR E SEU CASAMENTO PELO TEMPO EM QUE VIVEREM JUNTOS NO AMOR.
POSSA CADA UM DESFRUTAR DE UMA VIDA SAUDÁVEL, CHEIA DE ALEGRIA, AMOR, ESTABILIDADE E FERTILIDADE. Segure o prato com sal ou terra diante deles para que os dois coloquem a mão direita sobre o mesmo, enquanto você diz:
ABENÇOADOS SEJAM PELO ANTIGO E MÍSTICO ELEMENTO TERRA.
QUE A DEUSA DO AMOR EM TODA SUA GLÓRIA ABENÇOE-OS COM AMOR, TERNURA, FELICIDADE E COMPAIXÃO PELO TEMPO QUE VIVEREM AMBOS.
Coloque novamente o prato sobre o altar. O casal deverá se voltar para o leste. Soe o sino do altar três vezes e então envolva-os com o incenso e diga:
ABENÇOADOS SEJAM PELA FUMAÇA E PELO SINO SÍMBOLOS DO ANTIGO E MÍSTICO ELEMENTO AR.
Coloque novamente o incenso no altar. O casal deverá agora se voltar para o sul. Dê a cada um uma vela branca, a qual deverão segurar com a mão direita. Acenda as velas, pegue a vareta do altar e segure-a acima dos dois enquanto diz:
ABENÇOADOS SEJAM PELA VARETA E PELA CHAMA, SÍMBOLOS DO ANTIGO E MÍSTICO ELEMENTO FOGO.
QUE A DEUSA DO AMOR EM TODA SUA GLÓRIA ABENÇOE-OS COM HARMONIA, VITALIDADE, CRIATIVIDADE E PAIXÃO PELO TEMPO QUE VIVEREM AMBOS.
Coloque novamente as velas e a vareta no altar. O casal deverá se voltar para o oeste. Tome o cálice com água e salpique algumas gotas sobre a cabeça deles, enquanto diz:
ABENÇOADOS SEJAM PELO ANTIGO E MÍSTICO ELEMENTO ÁGUA.
QUE A DEUSA DO AMOR EM TODA A SUA GLÓRIA ABENÇOE-OS COM A AMIZADE, A INTUIÇÃO, O CARINHO E A COMPREENSÃO PELO TEMPO QUE VIVEREM AMBOS.
Coloque o cálice com água novamente no altar. Unte a testa deles com o óleo de rosa e segure o cristal de quartzo sobre eles, como símbolo sagrado do reino espiritual, enquanto diz:
QUE A DEUSA DO AMOR EM TODA SUA GLÓRIA ABENÇOE-OS COM A UNIÃO, HONESTIDADE E CRESCIMENTO ESPIRITUAL PELO TEMPO QUE VIVEREM AMBOS. E QUE A MAGIA DO SEU AMOR CONTINUE A CRESCER PELO TEMPO QUE PERMANECEREM JUNTOS NO AMOR, POIS O SEU CASAMENTO É UMA UNIÃO SAGRADA DOS ASPÉCTOS FEMININO E MASCULINO DA DIVINDADE.
Coloque o cristal novamente no altar e consagre as alianças do casamento com uma pitada de sal e gotas de água, enquanto diz:
PELO SAL E PELA ÁGUA EU PURIFICO E LIMPO ESTES BELOS SÍMBOLOS DO AMOR.
QUE TODAS AS VIBRAÇÕES NEGATIVAS, IMPUREZAS E OBSTÁCULOS SEJAM AFASTADOS DAQUI! E QUE PENETRE TUDO O QUE É POSITIVO, TERNO E BOM.
ABENÇOADAS SEJAM ESTAS ALIANÇAS NO NOME DIVINO DA DEUSA. ASSIM SEJA.
O noivo coloca a aliança no dedo da noiva, e ela por sua vez coloca a aliança no dedo dele. Agora podem trocar as promessas que escreveram com suas próprias palavras antes da cerimônia.
Após o casal haver proferido suas promessas de amor, consagre as cordas brancas da mesma maneira que fez com as alianças e então segurando-as lado a lado, faça com que o homem e a mulher segurem uma extremidade e dêem um nó enquanto expressam seu amor um pelo outro. Amarre-as pelo meio e diga:
PELOS NÓS NESTA CORDA SEJA O SEU AMOR UNIDO.
Pegue a corda com os nós e amarre juntas às mãos do noivo e da noiva. Visualize uma luz branca de energia da Deusa e de proteção circundando o casal, enquanto suas auras se unem em uma só e todos os presentes à cerimônia emitem energia, cantando repetidamente com alegria:
AMOR! AMOR! AMOR!
Após haver centralizado o poder trazido para os noivos e para o casamento deles, permaneça alguns minutos em silêncio e depois retire a corda das mãos deles, dizendo:
PELO PODER DA DEUSA E DE SEU CONSORTE EU OS DECLARO MARIDO E MULHER PELO TEMPO QUE VIVEREM AMBOS. QUE VIVAM JUNTOS NO AMOR. ASSIM SEJA.
Os convidados agora podem aclamar, aplaudir e congratular-se com os recém-casados. Agradeça à Deusa e ao Deus e desfaça o círculo. Coloque a vassoura de palha horizontalmente no chão e faça com que os noivos pulem por cima dela juntos e de mãos dadas.
Termina assim o ritual pagão de compromisso, que deve ser festejado por todos com vinho consagrado e bolo de compromisso, que é tradicionalmente partido com a espada cerimonial do coven.
(Texto Extraído do Livro: 8 Sabats Para Bruxas, de Janet & Stewart Farrar)
postado por: Vendaval! 3:30 PM
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Segunda-feira, Julho 18, 2005
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Claudiney Pietro, em seu livro "Wicca - Ritos e Mistérios da bruxaria moderna", diz o seguinte:
"Quando interferimos no livre arbítrio de uma pessoa estamos efetuando um ato negativo contra a pessoa e contra nós mesmos. Quando um Bruxo faz isso, está trabalhando com a Baixa Magia, e ele pagará caro, pois o Universo nos retribui tudo o que emitimos aos outros numa escala de 3."
Ponha uma coisa em sua cabeça: NO UNIVERSO HÁ A FAMOSA LEI DO REFLEXO, OU SEJA, TUDO QUE VOCÊ FAZ, VOLTA PARA VOCÊ MESMO E MUITO MAIS FORTE! Ponto final e não discutamos mais sobre esta questão.
Claudiney, prossegue afirmando que os feitiços são parte integrante do núcleo operacional da Wicca. Este feitiço é colocado pelo autor como sendo 'um conjunto de técnicas e conhecimentos específicos que quando colocados em prática, enviam uma projeção mental ao Universo"..."Um feitiço age DIRETAMENTE com a natureza"... "Tudo na natureza é vivo e possui energias específicas acumuladas"..."quando canalizadas corretamente, passam à agir em benefício daqueles que sabem utilizá-las".
Você precisa ser consciencioso quando usar suas energias em seus ritos. Tenha em mente que apesar de muitas vezes esquecermos deste detalhe, NÃO SOMOS SENHORES DA MAGIA, DAS PESSOAS E DAS SITUAÇÕES!
Scott Cunningham em seu livro "Guia Essencial da Bruxa Solitária" dá algumas dicas de como você pode utilizar bem seu poder evitando assim, ser punido por seu mal uso. Vamos a elas:
1. O Poder não deve ser usado para gerar danos, males ou para controlar os outros. (Se surgir necessidade para tais atos, o Poder deverá ser usado APENAS para proteger sua vida ou de outros);
2. O Poder só deve ser utilizado conforme as necessidades;
3. O Poder pode ser utilizado em seu benefício, desde que ao agir não prejudique ninguém;
4. Não é sábio aceitar dinheiro para utilizar o Poder, pois ele rapidamente controla o que o recebe. Não seja como os de outras religiões;
5. Não utilize o Poder por motivo de orgulho, pois isto desvaloriza os mistérios da Wicca e da magia;
6. Lembre-se sempre de que o Poder é um Dom sagrado da Deusa e do Deus, e não deve JAMAIS ser mal usado ou abusado;
( Fonte: CUNNINGHAM, Scott: Guia Essencial da Bruxa Solitária, Editora Gaia; PIETRO, Claudiney: Wicca Ritos e Mistérios da Bruxaria Moderna, Editora Germinal)
postado por: Vendaval! 2:57 PM
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Um dia fui conhecer um amigo de minha prima que ela havia conhecido na internet. Fomos ao shopping Tijuca e no final do dia nos encontramos com ele. A primeira impressão foi boa: um menino de boa aparência, inteligente, que sabia conversar. Porém, entramos no assunto 'magia', e aí tudo mudou. Eu podia enganar qualquer um que era uma wiccana, devido ter uma noção muito boa o que era a Wicca. Entretanto, nem tão boa quanto a que tenho hoje. Comecei a falar displicentemente da Wicca e ele dizia que tinha uma vizinha que saía toda de preto e falava que era bruxa. Desconfiei, pois um bruxo não sai falando por aí o que é ou deixa de ser a troco de nada. Entrementes, percebi que ele começava a se interessar a medida que eu ia contando coisas que qualquer um pode saber sem muito estudo. Ficou tão interessado que me assustou quando eu disse que "um bruxo pode fazer qualquer coisa se souber usar o Poder". Então vi nos seus olhos aquela gana de conseguir alcançar tal poder. Ele deve ter se sentido o próprio Harry Potter no primeiro dia em Hogwarts! (Para quem não leu o livro, Hogwarts é a escola de magia da Inglaterra que a autora J.K.Rowling criou, sensacionalista demais para se comparar à verdadeira Bruxaria. Garotos montam em vassouras e jogam xadrez de bruxos, um jogo onde as peças do tabuleiro parecem estar vivas.)
Devemos tomar cuidado com as pessoas que não tem muito estudo na área do ocultismo, porque nós sabemos trabalhar com o poder, mas elas não. Se estivermos dispostos a ensinar a essa pessoa tudo que sabemos e a mostra-la o Caminho, tudo bem, mas se só apresentamos o que é a Wicca, a Magia Thelêmica, o Druidismo, o Satanismo, a Magia Natural, a Magia Sexual... Estamos dando a elas primeiro a ambição do Poder e depois a ignorância.
Por isso eu evito colocar à mostra rituais, encantamentos, porque se você não souber como fazer, se não tiver (no meu caso) crença na Deusa, se não estiver certo do que está fazendo... Os resultados poderão não ser o esperado. É preciso muito estudo e muita certeza de que vai dar certo porque você confia nos Poderes da Natureza, da Mente, do Espírito e na sua capacidade de interagir com estes.
Isabela Figueiredo.
postado por: Vendaval! 2:56 PM
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Domingo, Julho 10, 2005
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 AQUÁRIO
Prometeu é a figura mitológica grega associada à aquário. É um dos titãs, deuses da terra, primo de Zeus. Possuía o dom da profecia.
Recebeu de Palas Athena conhecimentos avançados da arte da navegação, arquitetura, astronomia e outros, passando-os em seguida aos homens.
Havia dado muitos segredos divinos à humanidade e Zeus temendo perder o poder supremo, impôs um castigo: privou a humanidade do fogo.
Com a ajuda de Palas Athena, Prometeu roubou uma centelha do fogo divino (do conhecimento) do carro do deus-sol Apolo, trazendo-o à terra e reanimando os homens. Muito irritado, Zeus impôs um suplício eterno. Acorrentou Prometeu a uma montanha, e ordenou que uma águia diariamente lhe comesse o fígado, o qual renascia novamente no dia seguinte, reiniciando o suplício.
Entretanto, quando Hércules esteve no Hades para capturar Cérbero, Zeus permitiu que o herói libertasse Prometeu, pois Zeus necessitava do único conhecimento que não possuía: a capacidade de antever o futuro, dom que Prometeu poderia ensinar-lhe.
 PEIXES
Alguns mitos associados à peixes são de Poseidon, o nome grego de Netuno, o senhor das águas subterrâneas (que com seu tridente tinha o poder de abalar a terra e o oceano, formando terremotos e maremotos, mas também fazia a água brotar das rochas e do solo) e Dioniso, o deus da metamorfose, do êxtase, da embriaguez dos sentidos, do vinho.
Dioniso, filho de Zeus e Perséfone, foi raptado e comido pelos titãs, sob mando de Hera. Ao saber disso, Zeus fulminou-os com um raio e entregou o jovem coração do filho à Sêmele, princesa tebana que o engoliu. Assim, ela "engravidou" de Dioniso. Posteriormente, Zeus retirou o filho do corpo de Sêmele e o colocou em sua própria coxa, onde permaneceu até o final da gestação. Após o nascimento, entregou-o a Hermes, para que escondesse Dioniso da ira de Hera.
Dioniso presidia ritos de êxtase religioso que prescindiam de qualquer ritual de poder. Seus ritos permitiam a experiência religiosa pura, independente do culto realizado ou do deus cultuado.
O culto dionísico simbolizava a imersão para a consciência das forças obscuras que povoam o inconsciente, através da bebida, das drogas, da música, canto, dança e loucura.
(Fonte: http://www.astroarte.com.br/mitosignos)
postado por: Vendaval! 11:56 PM
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Sexta-feira, Julho 08, 2005
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 SAGITÁRIO
Na mitologia grega associa-se à Zeus. Outro mito importante referente à sagitário é o do centauro Quíron.
Zeus era filho de Cronos e Réia. O pai costumava devorar os filhos, com medo de que fosse deposto por eles. Réia, para evitar a morte do filho recém-nascido, envolveu uma pedra com panos, entregando-a à Cronos, que a engoliu como se fosse o filho. Zeus, depois de crescido, iniciou a longa batalha para tirar o poder supremo das mãos de Cronos. Derrotou o pai depois de vários anos de batalhas sangrentas. Após, dividiu com os irmãos Hades e Poseidon a posse do reino conquistado. Zeus ficou com o céu e a superfície terrestre; Hades com o mundo subterrâneo e Poseidon com o mar.
Casou-se com Hera, esposa ciumenta, que a cada amante de Zeus reagia com brigas, punições ou vinganças, representando uma batalha entre o espírito criativo livre, sem rédeas, e o mundo da forma e da responsabilidade.
Quíron, o outro mito do signo, era um centauro, metade homem e metade cavalo, era o senhor das ervas medicinais, da cura e da alquimia. Ele é ferido na perna por uma flecha embebida em sangue venenoso da Hidra. Quíron não pode morrer, pois é imortal, mas sua ferida é incurável, mesmo sendo ele o deus da cura. É a alegoria do curador ferido. Quíron é um sábio e professor, e sua sabedoria aumenta com o sofrimento. Prometeu cedeu ao centauro o direito de morrer para acabar com o seu sofrimento, e assim Quíron ascendeu aos céus para a constelação de sagitário.
 CAPRICÓRNIO
Cronos na mitologia grega e Saturno para os romanos. Castrou seu pai Urano para poder governar o mundo. É considerado o senhor do tempo e da razão.
Recebia o poder de sua mãe, Geia, assim como a foice com a qual castraria Urano. Devorava os filhos para não perder o trono para eles, mas foi derrotado por seu filho Zeus, sendo aprisionado no Tártaro, região subterrânea abaixo do reino de Hades.
Quando Zeus já tinha consolidado o seu poder, libertou Cronos e o enviou para a ilha dos Bem-Aventurados, onde passou a reinar sobre os heróis, que nunca morriam.
Coube a ele o papel de consolidador do criado: sem sua atuação nada tomaria forma definitiva, discriminada e duradoura. No reino de Saturno, a Terra produzia com abundância e não havia guerras.
postado por: Vendaval! 3:19 PM
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Quinta-feira, Julho 07, 2005
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 LIBRA
Há uma multiplicidade de mitos que podem ser associados ao signo de Libra. No antigo Egito era o deus Osíris. Na mitologia grega é associada à Palas Atena, deusa da sabedoria. Há ainda o troiano Páris e o sábio Tirésias.
Palas Atena, nascida diretamente do cérebro de Zeus, tem o atributo da inteligência, buscando o equilíbrio dos opostos através do julgamento racional e da valorização de diferentes necessidades.
Páris era o filho mais novo de Príamo, rei de Tróia. Nascido com o dom da diplomacia, foi escolhido por Zeus para decidir a disputa do título de "A Mais Bela do Olimpo" entre três deusas: Afrodite, Palas Atena e Hera. Cada deusa apresentou seus dotes: Hera prometeu-lhe um casamento fértil, riqueza e poder; Atenas ofereceu sabedoria e vitórias nos combates em que ele participasse; e Afrodite prometeu-lhe a mulher mais bonita do mundo, a imortal Helena, esposa de Menelau, rei de Esparta e pivô da Guerra de Tróia.
A oferta de Helena, mesmo sabendo-a casada, seduziu Páris, dando a vitória à Afrodite. Páris defrontou-se com a necessidade de realizar um julgamento entre diferentes valores.
 ESCORPIÃO
Deus da caça para os maias. Para os egípcios, deus dos curandeiros e bruxos. Para os gregos, o gigante Órion, um dos maiores caçadores.
Filho de Poseidon, Órion tinha o poder de andar sobre as águas, concedido por seu pai. Possuía imenso apetite sexual e tentou violar a deusa Ártemis, deusa da guerra e da caça, da natureza instintiva e virgem eterna. A fim de castigá-lo, Ártemis mandou um escorpião gigantesco morder-lhe o calcanhar, matando-o. Pelo serviço prestado à deusa, o escorpião foi transformado em constelação, simbolizando a raiva de Ártemis por ter sido ameaçada de estupro, ou, segundo algumas versões, por ter tido sua oferta afetiva e sexual rejeitada.
postado por: Vendaval! 3:43 AM
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Sábado, Julho 02, 2005
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 LEÃO
Símbolo do poder vital e da soberania solar, Leão está ligado ao calor, à luz. Este animal aparece no Bhagavad-Gita, sob os traços de Krishna "leão entre os animais"; enquanto Buda é "leão dos Cakya" e Cristo é o "leão de Judá". Aos olhos dos hindus, o leão é uma manifestação do verbo criador. Guardião do misterioso castelo no ciclo arturiano e na conquista do Graal.
O mito do Leão de Neméia ilustra bem a dinâmica leonina. Hércules, no primeiro de seus doze trabalhos, enfrentou o leão, em frente a sua caverna, atirando-lhe flechas. Mas o animal era invulnerável a este tipo de ataque, devido à influência de Hera, que o dotara de poderes contra flechas, tacapes e lanças. A única forma de Hércules enfrentar o leão era entrando na caverna, munido apenas de um archote para iluminar o caminho. Ao enfrentar corpo a corpo o animal, sufocou-o pela garganta e retirou-lhe a pele, fazendo com ela uma vestimenta protetora, que utilizou posteriormente como escudo.
A batalha de homens contra animais é simbolicamente uma representação da luta do ego contra os instintos e impulsos que provém do inconsciente: dessa batalha se definirá a conquista da identidade pessoal.
 VIRGEM
Na mitologia egípcia associa-se à Isis, esposa de Osíris. Para os gregos e romanos o mito de Virgem associa-se ao rapto de Perséfone, filha de Deméter (Ceres para os romanos, deusa da fecundidade e das colheitas) e Zeus.
Perséfone era uma virgem eternamente jovem e numa de suas brincadeiras no bosque entre as ninfas, foi atraída por uma flor de narciso, momento em que Hades surgiu com uma carruagem de cavalos negros e a raptou, atraindo-a para o mundo subterrâneo, a fim de ser sua esposa.
Deméter, a mãe da virgem, tentou encontrá-la, mas falhando em seu intento, ficou profundamente magoada, recolhendo-se ao interior de um santuário, negando-se a retornar ao Olimpo e permitir que a Terra fosse fecundada, enquanto a filha não voltasse ao seu convívio. Com isso, a Terra ficou sem vegetação, as colheitas se interromperam e o equilíbrio das estações foi interrompido.
É feito então um acordo entre Hades, Deméter e Perséfone, segundo o qual, Perséfone passaria metade do tempo com Hades, e outra metade com a mãe. A partir daí a Terra volta a cobrir-se de verde.
Outra figura mitológica associada à Virgem é a deusa Astréia, que representava o princípio de Justiça e da Harmonia. Filha de Zeus, Astréia vivia na Terra numa época em que havia a obediência às leis naturais. Com a gradual corrupção humana, ela irritou-se com a humanidade e deixou a Terra, indo para o Olimpo, transformando-se na constelação de Virgo.
postado por: Vendaval! 1:52 AM
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Quarta-feira, Junho 29, 2005
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 GÊMEOS
A história de Castor e Pólux , os irmãos gêmeos que deram o nome à constelação de Gêmeos, ilustra as características deste signo. Castor é filho de um mortal, e Pólux é filho de Zeus. Castor era guerreiro, forte e impositivo; Pólux era músico, delicado e sensível. Brigavam muito, até que Castor envolvido numa batalha com outros gêmeos morreu. O irmão divino, Pólux, implora ao pai - Zeus - que devolva o irmão morto à vida. Zeus faz um acordo: não pode simplesmente devolver um homem morto à vida, porque Hades, o deus do mundo subterrâneo, reclama a alma, e uma vez que alma vai para o mundo subterrâneo, não pode mais voltar. Zeus e Hades fazem um trato, pelo qual os gêmeos podem viver um dia, cada um, alternadamente, no reino de Hades e nos domínios de Zeus: assim, enquanto Castor estivesse vivo, Pólus desceria ao reino inferior, invertendo-se as posições no dia seguinte. Eles não podem estar no mesmo lugar, ao mesmo tempo. Enquanto um existe no mundo divino, o outro vive as dificuldades e as alegrias da vida terrena. Dia após dia, eles trocam de lugar. Em Gêmeos há um profundo anseio pela reunião dessas duas metades, partes de um todo indissociável.
Há também o mito de Hermes, que está associado a este signo. Hermes era o filho mais inteligente de Zeus. Era andrógino e possuía astúcia, inteligência e inventividade, e o poder de tornar-se invisível e de viajar por toda a parte (o "mensageiro dos deuses" ).
 CÂNCER
Na mitologia hindu, há figura de Kali, uma mulher sentada, com oito braços nas costas, amamentando uma criança com a mão direita enquanto devora outra criança com a esquerda. Símbolo da mãe que alimenta fisicamente e nutre, ao mesmo tempo que impede o pleno desenvolvimento da individualidade da criança que é alimentada.
Há outra figura mitológica grega que representa o núcleo canceriano: a deusa Hera e o caranguejo que vivia no pântano da Hidra de Lerna. Enfrentar a Hidra, um monstro de muitas cabeças, foi o segundo dos trabalhos de Hércules.
Zeus tramou a imortalidade de seu filho mortal preferido - Hércules. Adormecendo Hera fez com que a criança sugasse o seio da deusa. Hera acordou e nunca perdoou essa atitude, passando a odiar Hércules.
Hera enviou então um imenso caranguejo para o pântano, para que investisse contra Hércules pelas costas, no momento em que ele enfrentava a Hidra, "pinçando-o" pelas ancas e pelos pés. Entretanto, Hércules conseguiu matar o caranguejo e depois derrotar a Hidra. Este episódio mostra a raiva de Hera contra a possibilidade de independência e identidade individual de sua criatura.
postado por: Vendaval! 10:10 PM
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Segunda-feira, Junho 13, 2005
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MITOS SOBRE OS SIGNOS
Durante seis dias seguidos vou postar dois textos se referindo a dois signos, começando hoje.
 ÁRIES
Os mitos referentes à áries sempre foram associados à idéia do herói, da aventura e da conquista da própria identidade através de empreendimentos arriscados.
O mito de Jasão que parte em busca do velocino de ouro ilustra o simbolismo ariano. Jasão era filho de Esão e Polímede, mas muito cedo foi banido do lar para iniciar-se nas mãos do centauro Quiron. O reino de Esão havia sido usurpado por Pélias, seu irmão e tio de Jasão. A este é então negado o direito à herança real. Ele nasce herói, mas não goza desse status desde o nascimento, devendo conquistá-lo.
Assim que atinge a idade necessária ao enfrentamento de sua missão, Pélias o desafia a conquistar o velocino de ouro como prova para reassumir sua identidade e receber o trono, que lhe pertencia por direito de nascença.
Jasão equipa seu navio Argo com bravos guerreiros e sai em busca do velocino em território desconhecido. Quando chega à Cólquida, encontra Medéia, sacerdotisa e feiticeira, filha do rei, e apaixona-se por ela, que fornece à Jasão os meios para adormecer o dragão que cuidava do bosque sagrado de Ares. Ajuda-o na conquista do velocino e eles conseguem fugir, embora o pai de Medéia os persiga. Quando retornam, o tio Pélias nega-se a entregar o trono à Jasão. Medéia trama então o assassinato de Pélias. Jasão entrega o trono a Acasto, um dos companheiros na viagem do Argo, e se exila em Corinto. Lá ele recebe uma proposta para se tornar rei se se casar com uma jovem, filha do rei Creonte. Jasão aceita, abandonando Medeia. Enfurecida, ela mata a jovem e Creonte e deixa Jasão sob uma maldição: morrer de forma violenta. Ele morre quando um pedaço de madeira de seu navio cai sobre sua cabeça e o mata.
 TOURO
No antigo Egito, o boi Ápis era filho do primeiro raio matinal do deus-sol Rá, que fecundou a terra do fundo do rio Nilo. Na Grécia, o touro representa os instintos, as paixões sensoriais. É consagrado à Dioniso, deus da fecundidade viril. Na mitologia grega, Zeus transformou-se em touro para raptar e seduzir Europa.
A história do Minotauro retrata a dinâmica taurina. Minos, rei de Creta, havia conquistado o poder através do auxílio de Poseidon, que fez um trato com Minos: prometeu a ele a supremacia dos mares, se este lhe oferecesse em sacrifício um belo e perfeito touro branco que fazia parte de seu rebanho. O deus Poseidon cumpriu sua parte no trato, mas Minos não. Engana Poseidon e oferece outro touro. Poseidon fica muito irritado e pede ajuda à Afrodite para se vingar. Ela aflige a mulher de Minos com uma paixão avassaladora por um touro branco. Da união dos dois nasce o Minotauro, criatura horrenda com cabeça de touro e corpo de homem. Minos não ousa matar o Minotauro, pois reconhece a punição do deus. Mas, tem de escondê-lo. Constrói um grande labirinto e esconde o Minotauro em seu interior. Duas vezes por ano precisa alimentá-lo com jovens virgens.
Um desses jovens é Teseu. Recebe a ajuda de Afrodite, que faz com que Ariadne, filha de Minos, apaixone-se por Teseu e lhe ofereça um novelo de fios para orientá-lo de volta à saída do labirinto. No final, Teseu destrói o Minotauro, libertando Atenas e os jovens que estavam no labirinto tornando-se o rei de Creta.
postado por: Vendaval! 9:05 PM
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Enquanto eu não acho o texto sobre a associação dos Deuses com os signos do zodíaco, fiquem com esse:
O RAIO DOS SIGNOS
Os doze raios de luz e cor que representam e regem cada signo zodiacal:
1º RAIO - SIGNO DE LEÃO
CARACTERÍSTICAS: As pessoas desse Raio são líderes natos, criativos, corajosos, vibrantes, e ocupam, muitas vezes, cargos de chefias. Os que pertencem a este Raio são facilmente identificados.
Precisam aprender a controlar sua vontade e seus impulsos extremistas. São uns tanto imprudentes, fazendo, às vezes, seus planos virem de água abaixo. Começam tudo novamente e saem desse estado seguindo sua imensa vontade.
COR: Azul.
MESTRE: Sírius (atual). Você sentirá forte ligação também com: El Morya (Deus Solar).
ARCANJO: Regente do Raio: Miguel.
Regente do signo: Miguel.
ARCANO: O Mago
2º RAIO - SIGNO DE CÂNCER
CARACTERÍSTICAS: As pessoas desse Raio são geralmente professores, instrutores, compreensivos, intuitivos, e seguem o coração. Os que pertencem a este Raio são brilhantes.
Dotados de muito Amor e Sabedoria podem perder o ânimo quando atingidos pelo infortúnio nos caminhos da Senda. São sempre reabilitados pelo Mestre com os sentimentos de fé. Tornam-se cada vez mais donos da sabedoria e do conhecimento.
COR: Dourado.
MESTRE: Lady Shoo See (atual). Você poderá sentirá forte ligação também com: Jesus Cristo, Kuthumi (encarnação de São Francisco de Assis), Confúcio, Lanto, Fun Wey.
ARCANJO: Regente do Raio: Jofiel.
Regente do signo: Gabriel.
ARCANO: A Papisa.
3º RAIO - SIGNO DE GÊMEOS
CARACTERÍSTICAS: As pessoas desse Raio são amáveis, compassivas, delicadas, diplomáticas, dinâmicas.
Apresentam-se às vezes, frias e calculistas, por isso devem trabalhar a trilha do Amor Divino. Algumas vezes, os ensinamentos dos valores corretos o irritam em função do orgulho, sua principal armadilha. São redimidos através da vontade e do zelo, progredindo como portadores de Luz e Amor.
SIGNO: Gêmeos.
COR: Rosa.
MESTRE: Rowena (atual). Você poderá sentirá forte ligação também com: Paulo o Veneziano (Dirigente dos Raios), Estésia (Planeta Urano), Sanat Kumara (Deus da Paciência), Lord Maytréya (Cristo Cósmico).
ARCANJO: Regente do Raio: Samuel.
Regente do Signo: Rafael.
ARCANO: A Imperatriz.
4º RAIO - SIGNO DE TOURO
CARACTERÍSTICAS: As pessoas desse Raio são geralmente arquitetos, músicos, engenheiros, muito perseverantes. Os que pertencem a este Raio são quase sempre voltados para a beleza.
Sofrem quando não atingem a perfeição nos seus objetivos. Quando perdem o entusiasmo somente a força da beleza poderá despertá-los novamente, fazendo despertar também dentro deles os atributos dos demais Raios. Este fogo genial leva-os às alturas, inspirando-os.
SIGNO: Touro.
COR: Branco.
MESTRE: Serapis Bey (atual). Você poderá sentirá forte ligação também com: Mãe Maria, Jesus Cristo, Leonardo (Ocupará o cargo de Regente do Raio Branco), Amem Bey e David Loyd (trabalham a Ascensão).
ARCANJO: Regente do Raio: Gabriel.
Regente do Signo: Anael.
ARCANO: O Imperador.
5º RAIO - SIGNO DE ÁRIES
CARACTERÍSTICAS: As pessoas desse Raio são geralmente médicos, cientistas, enfermeiros, curadores, missionários. Os que pertencem a este Raio empregam a ordem e a precisão na sua busca com extrema formalidade.
Extremamente comedidos, são os discípulos mais úteis ao Mestre por serem severos e sensatos. A Verdade para eles é soberana. Tornam-se senhores de um enorme conhecimento baseado na Luz espiritual e intelectual, compartilhando suas atividades dos seus irmãos do Raio do Amor.
COR: Verde.
MESTRE: Hilarion (atual). Você poderá sentirá forte ligação também com: Sonata (Deusa da Música), Palas Atenas (Deusa da Verdade).
ARCANJO: Regente do Raio: Rafael.
Regente do Signo: Samuel.
ARCANO: O Hierofante.
6º RAIO - SIGNO DE PEIXES
CARACTERÍSTICAS: As pessoas desse Raio são geralmente sacerdotes, místicos, amorosos, possuem um desejo ardente pelo culto divino. Os que pertencem a este Raio possuem alta dosagem de entusiasmo e devoção.
São quietos, contemplativos, reformadores e zelosos. Quando místicos, sofrem muito com o enfraquecimento de forças e passam por fases enervantes de questionamentos doentios. Às vezes são intolerantes e por terem uma visão estranha dos seus propósitos, seu progresso é muitas vezes, retardado.
COR: Vermelho Rubi.
MESTRE: João o Amado (atual). Você poderá sentirá forte ligação também com: Jesus Cristo, Mãe Maria, Mestra Nada (A Juíza).
ARCANJO: Regente do Raio: Uriel.
Regente do Signo: Asariel.
ARCANO: O Enamorado.
7º RAIO - AQUÁRIO
CARACTERÍSTICAS: As pessoas desse Raio possuem diversas aptidões e grande amor pela liberdade. Os que pertencem a este Raio sofrem pelo interesse nos assuntos mundanos. Em seus interiores estão registradas as pompas, as quais sempre desejam elevar até o mais alto de seus atributos. Estes devem aprender a trilha da profunda humildade, onde aperfeiçoam a simplicidade e o controle da forma.
COR: Violeta.
MESTRE: Lady Mercedes (atual). Você poderá sentirá forte ligação também com: Saint Germain (Responsável por esta Era), Kuan Yin (Deusa da Misericórdia), Oromassis (Príncipe do Fogo Violeta), Pórtia (Deusa da Oportunidade).
ARCANJO: Regente do Raio: Ezequiel.
Regente do Signo: Uriel.
ARCANO: O Carro.
8º RAIO - CAPRICÓRNIO
CARACTERÍSTICAS: As pessoas desse Raio possuem autodisciplina, poder pelo trabalho, dedicação, idealismo. Os que pertencem a este Raio são extremamente realistas, conformando-se com as coisas como elas são. Sentem grande dificuldade quando tem de agir de maneira espontânea. Nunca se compromete de forma leviana com nada nem com ninguém e se preocupa bastante com sua evolução espiritual.
COR: Lápis Lázuli Luminoso.
MESTRE: El Morya (atual). Você poderá sentirá forte ligação também com: La Morae (Desaperta as Virtudes da Idade de Ouro), Estésia (Planeta Urano).
ARCANJO: Regente do Raio: Miguel
Regente do Signo: Cassiel.
ARCANO: A Justiça.
9º RAIO - SAGITÁRIO
CARACTERÍSTICAS: As pessoas desse Raio são benevolentes, comunicativas, generosas, São polivalentes. Os que pertencem a este Raio não toleram injustiça sendo incapazes de prejudicar deliberadamente alguém. São destemidos e aventureiros, estando sempre em busca de novos desafios. Procuram estar sempre em aperfeiçoamento pessoal.
COR: Lápis Lázuli Luminoso.
MESTRE: Zaratustra (atual). Você poderá sentirá forte ligação também com: Deuses Meru (Deuses da Iluminação), Deus Himalaia (Aspecto Masculino da Ordem Divina).
ARCANJO: Regente do Raio: Samuel.
Regente do Signo: Saquiel.
ARCANO: O Eremita.
10º RAIO - ESCORPIÃO
CARACTERÍSTICAS: As pessoas desse Raio possuem força, participação, crítica, análise. Os que pertencem a este Raio se submetem aos maiores sacrifícios pelas causas que consideram justas. Tem perspicácia para detectar problemas e soluções. Partem para a luta e levam consigo uma legião de hábeis e leais combatentes, escolhidos a dedo.
COR: Dourado Solar.
MESTRE: Kenich Ahan (atual). Você poderá sentirá forte ligação também com: Lord Sainthru (Cristo Cósmico), Lady Mercedes (Mãe Manu da 7ª Raça e Dirigente do 7º Raio). ARCANJO: Regente do Raio: Jofiel.
Regente do Signo: Azrael.
ARCANO: A Roda.
11º RAIO - LIBRA
CARACTERÍSTICAS: As pessoas desse Raio são harmoniosos, conciliadores, corajosos com aparente fragilidade, dedicada a causas. Os que pertencem a este Raio são geralmente advogados. Nem sempre estão equilibrados, convivem com períodos de oscilação. Tem grande amor pela paz e pela justiça não permitindo situações de discórdia ou inimizade. Por onde passam fazem muitos amigos e são influenciados pela arte.
COR: Branco Leitoso (opalino).
MESTRE: Princípio (atual). Você poderá sentirá forte ligação também com: Zaratustra, Lady Hygéia.
ARCANJO: Regente do Raio: Gabriel.
Regente do Signo: Anael.
ARCANO: A Força.
12º RAIO - VIRGEM
CARACTERÍSTICAS: As pessoas desse Raio são realista, comunicadores, exigentes, e caminham com calma. Os que pertencem a este Raio tem os pés no chão e dão muito valor ao lado prático da vida. Fazem questão de que todas as coisas sigam uma regra. Tem uma inteligência aguçada e vão aos poucos conquistando o sucesso.
COR: Pêssego.
MESTRE: Jerevox (atual). Você poderá sentirá forte ligação também com: Lord Gautama (Senhor do Mundo), Hilarion, Nadja (Força do Espírito do Universo).
ARCANJO: Regente do Raio: Rafael.
Regente do Signo: Anael.
ARCANO: O Enforcado.
postado por: Vendaval! 8:55 PM
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As pedras, gemas preciosas ou semi-preciosas, são genericamente classificadas como cristais.
Os cristais são o resultado de um processo natural de resfriamento dos minerais, existem em nosso planeta há milhões de anos e do ponto de vista estrutural sempre tendem para um equilíbrio. O impulso do cristal é de harmonizar-se com tudo que estiver em contato com suas vibrações.
Pode-se ou não acreditar que um cristal possui poderes mágicos - isso é algo que depende de cada pessoa - mas não se pode duvidar da capacidade do cristal para irradiar energia, que por sua vez pode equilibrar, focalizar, direcionar, purificar ou tonificar a própria energia vital.
Veja abaixo a que signos as pedras se correspondem:
ÁRIES- Ágata, Ametista, Granada, Topázio, Turmalina-Rosa.
TOURO- Ágata, Água-Marinha, Lápis-Lazuli, Quartzo-Rosa.
GÊMEOS- Ágata, Água-Marinha, Crisoprázio, Olho-de-Tigre, Topázio.
CÂNCER- Crisoprázio, Opala, Rodocrosita, Turmalina Verde, Turmalina Rosa.
LEÃO- Citrino, Cristal-de-Rocha, Granada, Topázio.
VIRGEM- Ágata, Amazonita, Citrino, Jaspe, Topázio.
LIBRA- Água-Marinha, Lápis-Lazuli, Opala, Topázio, Turmalina.
ESCORPIÃO- Ágata, Granada, Ônix, Topázio, Turmalina-Rosa.
SAGITÁRIO- Ametista, Granada, Lápis-Lazuli, Topázio, Turquesa.
CAPRICÓRNIO- Ágata, Crisoprázio, Malaquita, Ônix.
AQUÁRIO- Ametista, Água-Marinha, Crisoprázio, Granada, Turquesa.
PEIXES- Ágata, Ametista, Fluorita, Opala, Turmalina.
postado por: Vendaval! 8:43 PM
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Quinta-feira, Janeiro 27, 2005
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Os Papéis da Mentira
Vitalina era avessa às mentiras. Dizia que eram vermes peçonhentos que mastigavam a alma. Portanto, não mentia. Tinha medo de ficar com as tripas pra fora da alma. "Coisa indecente", ela dizia e arrematava: "Coisa de gente sem compostura!". E era assim, com muita compostura, que ela torcia o nariz para os mentirosos. E por mais que alguém tentasse convencê-la da inocuidade de uma boa mentira, ela bufava pelas ventas e amaldiçoava o coitado: "Ora já se viu mentira boa?! Mentira é obra do Tinhoso e dos seus filhos descomposturados! Vá de reto, Satanás!".
A sua aversão pela mentira chegou a tal ponto que um dia, sem mais nem quê, deu de desconfiar de tudo que envolvesse papéis. Aboliu votos, receitas de médico, contratos, recibos, contas de luz, de gás, de telefone, e até certidões. Rasgou a certidão de nascimento e de casamento. E preocupada com a de óbito, decidiu que esconderia o seu corpo quando morresse (coisa que quase conseguiu muitos anos mais tarde).
E foi assim, sempre com muita compostura, que um belo dia fez uma descoberta que, se fosse de um teólogo e não de uma mulher, revolucionaria o mundo inabalável da fé. Descobriu o rosto do Tinhoso! E de quebra, a data do seu nascimento! Guardou a descoberta a dezenove chaves (não me pergunte por que dezenove, Vitalina tinha os seus mistérios...). Deu de ficar calada e de se benzer quando as contas escorregavam por debaixo da porta de entrada.
Daquele dia da descoberta em diante, passou a rezar para uma santa desconhecida: Nossa Senhora da Compostura. Como a santa era desconhecidíssima, não encontrou uma imagem à venda. Não deu bola ao fato e improvisou: modelou no barro uma mulher com um enorme buraco no ventre. A cada conta, contrato, santinho de político, carta de amigo infiel e recibo que chegavam, ela os picava e incendiava dentro do ventre da santa. Nossa Senhora da Compostura ardia em satisfação. Ardeu tanto que um dia deu de fazer milagres: enviuvou uma vizinha de Vitalina que, sabedora das mentiras dos papéis e da virgem que as dissolvia, rasgou a certidão de um casamento infeliz e queimou-a no ventre da santa. O fogo foi tão forte que o marido, justamente na hora em que o papel lambia em labaredas, sofreu um acidente: morreu tostado num incêndio no posto de gasolina!
Com o sucesso da santa, ou talvez apavorada com o rumo que as mentiras andavam tomando no mundo dos homens, Vitalina acabou revelando a identidade do Tinhoso: uma folha branca reconhecida em cartório e amparada pelas legislações!
Marcia Frazão
postado por: Vendaval! 10:42 PM
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O que é reiki?
Reiki é um método de cura natural pelas mãos.
REI significa universal e KI a força da energia vital que está presente, pois pertence ao que é cósmico.
Reiki pode ser então definido como " a Arte e a Ciência da ativação, do direcionamento e da aplicação da Energia Vital Universal, para promover o completo equilíbrio energético, para prevenção das disfunções e para possibilitar as condições necessárias a um completo BEM ESTAR ".
Esta é a ENERGIA que forma os indivíduos em todas as etapas da vida, a porção de FORÇA VITAL (que é uma luz invisível que passa pelo cérebro, o sistema nervoso e as veias) que anima todos os corpos, fazendo com que uns sejam saudáveis, e outros, devido a sua falta, enfermos.
Pontos importantes do reiki:
1)Reiki é uma ciência energética. Reiki trabalha independente de qualquer sistema religioso.
2)Reiki é energia não polarizada, portanto, sempre segura.
3)Como o Reiki é não-polarizado, pode ser usado até por uma criança; pode ser usado para tratar, até mesmo, doenças crônicas; ou por um adulto de qualquer meio social.
4)Sendo não-polarizado, Reiki trabalha conjuntamente com qualquer outra forma de terapia incluindo medicamentos, quimioterapia, cirurgia, homeopatia, acupuntura, etc.
5)Porque Reiki é energia que emana do nível subatômico, quando fazendo o tratamento, o terapeuta utiliza primeiramente a Energia Reiki e de uma maneira menor, de toda energia inata do corpo. O terapeuta de Reiki não arrisca nada ao tratar de outros e o Reiki na verdade estará energizando-os quando eles tratam de outra pessoa. Após tratar muitos pacientes, por mais que estejam doentes, o terapeuta Reiki geralmente se sente mais energizado.
6)Reiki trabalha no plano causal, isto é, no nível da raiz da causa e como tal, trata o corpo como um todo; É holístico por natureza, porém não requer nenhuma habilidade em diagnosticar por parte do terapeuta. Por estas razões, Reiki pode ser usado eficientemente por qualquer pessoa de qualquer idade ou meio social.
Fonte: Associação Brasileira de Reiki. (www.ab-reiki.com.br)
postado por: Vendaval! 10:39 PM
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O Mundo do Druidismo:
Imagine viver em um mundo onde as grandes forças da natureza não são
temidas, mas compreendidas. Imagine vive num mundo onde cada pessoa
fosse responsável por seu destino; imagine um mundo em que ao invés
de manipular as energias da natureza os seres humanos se inspirassem
em sua beleza, seu poder oculto e sua inesgotável energia. Gostou?
Pois saiba que esse mundo existe: é o mundo do druidismo.
Para muitas pessoas, a figura do druida é geralmente a de um velho
senhor de longas barbas brancas trajando vestes igualmente brancas,
com um cajado à mão e capaz de controlar os elementos e operar
magia. A imagem acima se aplica perfeitamente a Panoramix, o famoso
druida da tribo de Asterix, personagem eternizado pelos quadrinhos e
agora no cinema; também corresponde com precisão ao mago Gandalf
de "O Senhor dos Anéis" e também a Albus Dumbledore, das aventuras
de Harry Potter. Apesar dessa visão clássica ainda persistir, ela
está longe de ser a única imagem dos druidas.
Vindos de diversos segmentos sociais, pertencendo a ambos os sexos e
a diversas faixas etárias, os druidas modernos buscam no passado a
inspiração para criar um futuro melhor. Mas que passado é esse?
Entre os celtas, o mais importante povo da Europa pré-clássica, os
druidas eram conhecidos como grandes sacerdotes e filósofos. Os
historiadores gregos e romanos descrevem seus rituais e a
importância atribuída a eles pela população das tribos celtas. Suas
funções, porém, ultrapassavam em muito as de um mero sacerdote:
conhecedores dos mistérios da natureza, estudavam as propriedades
mágicas e curativas de plantas, ervas e árvores. Eram também os
responsáveis pela preservação da cultura, pois eram os guardiães da
história e das lendas da tribo, eternizando os feitos dos reis e
rainhas em versos de rara beleza. Poetas por excelência, cantavam
seus conhecimentos em versos que deviam ser memorizados, e também
atuavam como legisladores nas disputas pessoais e inter-tribais. Por
fim, eram também conselheiros dos reis e rainhas celtas, em muitas
vezes exercendo sobre eles a autoridade que advém não do poder, mas
do respeito. Por tudo isso, podemos dizer que os druidas eram o
pilar ao redor do qual toda a sociedade celta se estruturava.
A chegada do Império Romano e a posterior adoção do cristianismo
apagou a estrutura sócio-cultural celta, mas os conhecimentos dos
druidas sobreviveram através dos séculos em poemas, lendas e sagas
que podem, quando verdadeiramente compreendidos, resgatar a
sabedoria druídica. Mas no que criam os druidas?
Para os druidas de ontem e de hoje, o universo é todo feito de
energia, e energia é, no fim das contas, a melhor definição para a
alma. Logo, tudo no universo tem alma, merecendo assim ser
respeitado e compreendido. A espiritualidade celta é rica em
exemplos de árvores vivas, animais que se comunicam com humanos,
rios que na verdade são o corpo de uma deusa, assim como bosques são
o corpo de diversos deuses. Quando se adota uma visão dessas, fica
difícil poluir um rio - afinal, seria o mesmo que matar uma deusa!
Quanta devastação teria sido evitada se os princípios do druidismo
ainda estivessem arraigados em nossas práticas...
Pois é justamente isso que faz do druidismo moderno um caminho
espiritual válido: ao invés de prometer uma vida eterna de paz ou
tormentos, ao invés de prometer a evolução na outra vida, o
druidismo põe nosso destino próprio em nossas mãos - bem como o de
toda a criação. Os druidas e druidesas modernos, em seus jeans e
camisetas, ternos e gravatas ou mesmo em suas túnicas rituais, lutam
pela criação de um mundo mais justo, com as armas que têm em mãos: a
ação. A poesia. O trabalho.
O druidismo é um caminho mágico, para aqueles que não se conformam
em esperar por um líder ou em seguir cegamente o que lhes é ditado.
O druidismo é um caminho de crescimento espiritual pessoal,
individual, íntimo. É um caminho transformador, que dá a todos nós a
possibilidade de fazer a diferença.
Nesse mundo, aprendemos a nos relacionar de forma honrosa com o
ambiente em que vivemos. Aprendemos a nos maravilhar com as coisas
mais simples do dia-a-dia, tirando delas a inspiração que nos
permite viver de forma mais digna, mais íntegra. Nesse mundo, cada
dia é uma bênção, cada gesto é uma transformação, cada alvorada é
uma nova promessa, cada palavra uma fonte de inspiração. O druidismo
é um mundo em que aprendemos a conhecer melhor os segredos do
universo e, por conseqüência, aprendemos a conhecer melhor a mais
complexa e importante fonte de magia que existe: nós mesmos. Bem
vindo ao mundo do Druidismo!"
(Não deixem de entrar no site do MAGICURSO/CAMINHODAMAGIA)
postado por: Vendaval! 10:34 PM
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Stregheria
A Bruxaria Italiana
Stregheria (A Velha Religião) é a bruxaria italiana. A tradição se
iniciou no século XIV, com os ensinamentos de Aradia, a Feticeira
Sagrada. O Sistema Strega data das civilizações pré itálicas como os
Etruscos. Há muitas coisas similares entre a Strega e Wicca. A
natureza é considerada como a "Grande Mãe". Há uma antiga história
baseada nos ensinamentos de Aradia, onde ela profetiza a chegada
da "Idade da Filha" quando a razão irá predominar. A idéia de vida
após a morte para um stregan é que ele irá retornar para os domínios
de Luna assim como há Lua Cheia e voltarão à terra, assim como a lua
mingua. Quando prontos, passam pelo Sol para ganharem novos corpos
para seu retorno às estrelas. Há os Grigori, aqueles que vigiam, os
Guardiães, e os Grimas que mantêm as tradições puras e garantem que
elas sejam passadas adiante. Os Lares são os espíritos ancestrais,
que podem ser chamados quando se precisa de ajuda.
Em 1890 o folclorista Charles Leland publicou um livro
intitulado: "Aradia, The Gospel of the Witches" (Aradia, o Evangelho
das Feiticeiras). Em 1886, Leland se tornou íntimo de uma mulher
italiana chamada Madalena, que se auto intitulava bruxa. Durante 10
anos ela deu às informações que fariam parte de Aradia. O livro tem
algumas distorções quanto à visão do paganismo, mas ainda se pode
encontrar informações valiosas sobre stregheria. O livro é uma
interessante visão da bruxaria italiana pré-gardneriana. Leland foi
o primeiro a descrever o sabá das bruxas, contando que elas ficavam
nuas, celebravam e faziam amor durante a Lua Cheia. Essa visão, que
é consagrada em Gardner, tinha sido compilada quase um século antes
de Gardner.
Mas Leland não é a única fonte de informação sobre bruxaria
italiana; no volume 3 de "Folk-Lore; Transactions of the Folk Lore
Society", publicado em 1897, o autor J.B. Andrews dá importantes
informações sobre a bruxaria italiana, como por exemplo, quando ele
relata sobre a "religião oculta" dos napolitanos. O poeta Horácio,
por volta do século 30 a.C. também faz relatos sobre as bruxas
italianas. Outros documentos antigos fazem claras alusões ao culto
secreto a Prosérpina e Diana.
As bruxas italianas procuraram também a Maçonaria, para protegerem
seu antigo culto. Influências maçônicas são facilmente reconhecidas
quando se examina as práticas modernas. Por exemplo, o grupo
conhecido como Carbonari (1820) tinha três degraus de iniciação
demarcados pelos cinturões coloridos que os seus membros usavam:
azul, vermelha e preta. Um triângulo marca o primeiro nível.
Os clãs Strega são divididos tradicionalmente em Janarra, Tanarra e
Fanara. Quando Aradia trouxe a Velha Religião pela primeira vez à
Itália, ela ensinou seus seguidores os segredos da Terra, da Lua e
das Estrelas. As Fanara são as guardiãs dos Antigos Mistérios e
estão na parte nordeste da Itália. Elas guardam os segredos das
Linhas Lei e das forças da Terra. As Janarra guardam os segredos da
Lua e das energias lunares, e as Tanarra são as guardiãs dos
mistérios estelares. Ambas ocupam a Itália Central.
fonte: http://www.magicka.hpg.ig.com.br/strega.htm
postado por: Vendaval! 9:36 PM
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AMULETOS E TALISMÃS
Amuleto é um objeto consagrado (geralmente uma pedra pequena e colorida, uma pedra preciosa ou parte de uma planta) magicamente carregado com poder para trazer amor ou boa sorte. Os amuletos, como as rezas e os talismãs, também podem ser usados para estimular a saúde, impedir os perigos e proteger contra as influências negativas, como o olho-grande.
Os amuletos para o amor são usados pelos Bruxos como instrumentos mágicos para inspirar o amor e o romance, unir amores distanciados, atrair um cônjuge, evitar que um caso de amor se rompa e outras situações afins.
Quase tudo pode ser usado como amuleto: uma pedra preciosa, uma figura religiosa, uma raiz, uma flor ou um osso. Podem ser levados na mão ou no bolso, usados como jóias, podem ser enterrados ou secretamente colocados em algum lugar dentro de casa, de um celeiro e até de um automóvel. Podem ser comprados, achados ou feitos. Podem também ser pintados ou receber inscrições de palavras mágicas ou de poder e/ou símbolos para atrair determinadas influências.
O uso de amuletos é universal em quase todas as culturas, sendo familiar aos europeus e americanos mais modernos sob a forma do pé de coelho para dar boa sorte, dos trevos de quatro folhas, das ferraduras, dos anéis com a pedra do signo e das moedas de boa sorte.
Outro tipo de amuleto é o patuá: uma bolsinha de couro, seda ou algodão cheia de objetos mágicos, usada ou levada junto da pessoa para proteger ou para atrair determinadas coisas. Um patuá com ervas mágicas, folhas, flores ou raízes é chamado de "patuá de ervas para o amor" ou "sachê de Bruxo". Usados para a magia do amor são chamados de "patuás do amor" ou "mojos". Na região sul dos Estados Unidos, são conhecidos como "hoodoo hans", "tricks" e "tricken bags". Os nativos americanos chamam-nos de "medicine bundles", e, na áfrica, recebem o nome de "gris-gris".
Talismã é um objeto feito a mão, de qualquer feitio ou material, carregado de propriedades mágicas para trazer boa sorte ou fertilidade e para repelir a negatividade.
Para carregar formalmente um talismã com poder é preciso primeiro gravá-lo e depois consagrá-lo. Inscrever nele os signos solar, lunar, astrológico, a data do nascimento, nome rúnico ou outro símbolo mágico que o personalize e lhe empreste um propósito.
O mais famoso de todos os talismãs mágicos é o triângulo Abracadabra que, nos tempos antigos, se acreditava possuir o poder de afastar as doenças e curar a febre quando as suas letras eram arrumadas em forma de pirâmide invertida (figura sagrada e símbolo da trindade) num pedaço de pergaminho, usado em torno do pescoço, enrolado com linho por nove dias e nove noites e, então, atirado sobre o ombro esquerdo num regato que corresse para o leste. (Diz-se que abracadabra é palavra cabalística derivada do nome "Abraxas", deidade gnóstica mística cujo nome significa "não me atinge".)
Na magia de Abramelin, talismãs mágicos poderosos, conhecidos como "quadrados mágicos", são feitos de filas de números ou letras do alfabeto arrumadas de modo que as palavras possam ser lidas vertical e horizontalmente como palíndromos, e o total dos números é o mesmo quando somados em ambas as direções.
Para que um quadrado mágico de números funcione apropriadamente, devem ser incluídos números consecutivos partindo do um até que o quadrado esteja completo e, de acordo com as regras da numerologia, cada número só pode ser usado uma vez em cada quadrado.
Fonte: 'Wicca - A Feitiçaria Moderna', de Gerina Dunwich
postado por: Vendaval! 9:33 PM
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Quinta-feira, Dezembro 16, 2004
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A Lua nas Antigas Eras
" O Sol sempre foi um fator constante para os primeiros humanos, a não ser por seu surgimento e desaparecimento no horizonte. Mas a Lua é misteriosa, muda Suas faces e suas formas, oculta-se ou ilumina o escuro período noturno. Não demorou muito para que as mulheres em ciclo menstrual aprendessem a contar os ciclos lunares, criando dessa forma o primeiro calendário. No entento o Sol em nada ajudava ao dividir o tempo em porções menores em vez de em estações. Ao contar a partir de uma fase da Lua, através de todo o ciclo, até retornar á fase Lunar inicial, permitia aos clãs planejarem encontros e cerimônias religiosas.
Ninguém sabe ao certo quando os humano começaram a observar a Lua, mas com certeza foi muito no início de nosso desenvolvimento. A escultura da Grande Deusa de Laussel, datada em cerca de 20000 a.C., apresenta a Deusa segurando um chifre de bisão com treze marcas referentes aos meses. Numa caverna de Abri du Roc aux Sociers, em Angles-sur-l'Anglin, há um enorme relevo de três mulheres, muito provavelmente Deusas. A data deste relevo fica entre 13000 e 11000 a.C. Estas três figuras, em pé sobre um bisão, podem muito bem representar as três fases da Lua.
Por séculos, as mulheres eram as guardiãs dos calendários, sacerdotisas, curandeiras e conselheiras dos clãs devido a sua habilidade em comunicar-se com os poderes da Deusa Lua. Os homens aprenderam a interpretar as passagens periódicas da Lua para utilizá-las a seu favor na caça e na agricultura. O culto a Deusa mãe é muito anterior à era de Touro (4000 a.C. a 2000 a.C.), tempo em que os homens viviam da caça e pesca e as mulheres eram detentoras do poder religioso. Os homens ainda não tinham associado o ato sexual à concepção e viam a gravidez e o nascimento como algo sagrado, recebido diretamente dos Deuses. Os homens ancestrais acreditavam que as mulheres engravidavam deitadas ao luar, através da Grande Deusa personificada como a própria Lua. Segundo as crenças Pagãs primitivas, essa Deusa teria criado tudo e todos, até seu próprio complemento, o Deus, que é personificado através do Sol.
Todos os povos primitivos tinham ciência de que nenhum ser humano escapava da influência da Lua e de seus poderes místicos.
Possíveis origens da Arte:
A cultura celta foi uma das mais importantes culturas que predominaram na Europa milhares de anos antes da ascensão e conquista de Roma. Os celtas surgiram na Europa Central em meados do II milênio a.C. e provavelmente se originaram dos povos indo-europeus do continente Asiático, na época do Bronze Tardio e espalharam-se por todo continente europeu a partir da Idade do Ferro.
Os primeiros relatos da existência dos Celtas na Inglaterra e Península Ibérica datam de 1000a. C. Começaram a ocupar as margens do rio Danúbio e Sul da Alemanha a partir de 600 a. C. O avanço das artes e da cultura céltica aconteceu na Suíça às margens do rio Neuchâtel e em La Téne. A partir daí entre os séculos III e V a. C espalharam-se por toda Europa chegando à Turquia e Ásia Menor. Pesquisadores afirmam que os Celtas permaneceram na Irlanda até a época de Cronwell, mais ou menos no século XVII.
Apesar de terem se espalhado por longas distâncias e países diferentes, a cultura celta jamais se fragmentou, pois haviam forças maiores que os unia: a língua, a arte e a religião.
A Religião dos celtas era o Druidismo, uma das religiões mais antigas do mundo. Na organização da sociedade celta, os Druidas exerciam um papel fundamental e de maior importância, já que eram os ministros da religiosidade, guardiões das tradições, cultura e da teologia. O Druidismo eram uma religião politeísta e seus ritos sempre eram realizados ao ar livre, pois os Deuses jamais poderiam ser reverenciados em templos feitos pelas mãos humanas e assim a natureza era reverenciada como a Única forma de atingir a essência das divindades.
A raiz filosófica-espiritual dos Celtas era baseada na reverência à duas Grande Divindades: a Grande Deusa Mãe e o Deus Cornífero, chamados de Ceridwen e Cernunos.
Essas duas Grande Divindades garantiam a prosperidade da descendência, da agricultura, do gado e o sucesso na guerra. O calendário céltico tinha uma estreita relação com a agricultura e os ciclos sazonais da natureza. O Druidismo ou a religião céltica pode ser exprimida como o culto à Grande Deusa Mãe, a própria natureza, em todas as suas manifestações.
Os Druidas ensinavam sobre a arte da agricultura, da cura com ervas, da caça entre outras coisas. Realizavam as festas ritualísticas em homenagem as Divindades, além de iniciarem as pessoas nos preceitos da arte da Magia.
A iniciação nos mistérios druídicos durava em média 20 anos e os ensinamentos eram transmitidos oralmente, pois temiam que a palavra escrita pudesse se tornar veículo de Magia incontrolável. Eram versados na adivinhação, onde utilizavam bastões oculares chamados de coelbren para predizer o futuro.
A classe sacerdotal era dividida entre homens e mulheres, mais a sociedade era extremamente matriarcal. Originariamente o sacerdócio era totalmente feminino. As Druidesas eram divididas em 3 classes: a primeira vivia enclausurada para alimentar o constante fogo da Deusa Brigit. As outras 2 classes se casavam e eram as principais participantes nos rituais sagrados.
A raiz filosófica-espiritual dos celtas era baseada na reverência à GRANDE DEUSA MÃE e ao DEUS CORNÍFERO. Os pagãos diziam que o Universo foi criado à partir do corpo e da mente da Grande Deusa. Ela é o princípio que simboliza a fecundação e a criação, Mãe de todos os Deuses. Seu filho e consorte, o Deus Cornífero, representa a fertilização.
No final da Idade de Bronze, que data de 5000 a.C. à 2000 a.C., encontramos muitos indícios de culto à Deusa Mãe. Pesquisas arqueológicas trouxeram à tona diversas obras de arte, da mais antigas, que são representações humanas do arquétipo da mãe. Estas descobertas se estendem por toda Europa, África, Escandinávia e diversas outras localidades.
Estatuetas femininas esculpidas em osso, marfim, barro, argila e pedra representando mulheres nuas com longos cabelos, grandes ventres e seios, sempre foram encontradas nas proximidades de lugares sagrados e em sepulturas, significando algo sagrado e de simbologia religiosa.
Foram encontrados também alguns objetos ritualísticos com desenhos da Deusa, que pela data constatada através de testes com carbono 14, datam de 500.000 a.C., o que seriam no paleolítico inferior.
A adoração a Cernunos, filho e consorte da Deusa, também era muito difundida na Europa. Foram encontradas diversas estátuas na Suécia e em Mohenio Daro, no vale Indo, com representações do Deus Cornífero com galhos de cervo e cercado por diversos animais.
Os homens primitivos, nossos ancestrais, sempre consideraram que o poder divino que presidia a criação era feminino e não masculino, como o cristianismo impôs ao mundo. Torna-se evidente que as crenças religiosas centrais da Europa envolvia a adoração da Grande Deusa Mãe (a Terra e a Lua) e ao Deus (o sol).
Com o advento do século XXI e consequentemente da Era de Aquário, todos estes velhos conceitos estão voltando à tona e ressurge em todo mundo com uma força brutal as crenças e todo o poder da Magia dos Antigos Celtas. A bruxaria é a antiga religião dos povos da Europa, que após quase 2000 anos de exclusão e desaparecimento ressurgiu nos idos de 1940 sob o nome de WICCA, como muitos usam hoje quando se referem às crenças e práticas de origem pagãs.
Talvez o mais antigo relato sobre a prática e a continuidade dos cultos da Bruxaria em nosso século, data de 1921 quando Margaret Murray publicou o livro ¿The Witch Cult in Western Europe¿. Neste livro a famosa e respeitada Dra. Murray revelou que os cultos pagãos pré-cristãos ainda eram conhecidos e realizados em inúmeras partes da Europa. Nesta obra, mencionou que o culta a Cernunos e Ceridwen, os Deuses primordiais dos Celtas, tinha sido incorporado por inúmeros grupos Neo-pagãos atuantes da época.
Quando Robert Graves publicou em 1948 o livro ¿The White Goddess¿, a Wicca começou a ser reavivada. Mas somente em 1951, quando a última das leis inglesas contra a Bruxaria foi sancionada e Gerald Gardner publicou o famoso livros ¿Witchcraft Today¿, que a Bruxaria explodiu e tornou-se uma religião oficial, constitucional e reconhecida por toda a Inglaterra e de lá imigrou para todo o mundo.
Desde 1979 o interesse pela Bruxaria cresceu incrivelmente, podemos notar isto através dos vários livros sobre o assunto que foram publicados desta época para cá nos EUA e na Europa.
A Bruxaria tornou-se muito conhecida e professada entre os europeus e norte americanos, porém, nos últimos dois anos houve um crescente interesse pela Bruxaria no Brasil. "
postado por: Vendaval! 2:16 AM
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Acabaram-se as desculpas, aqui você encontra agora os melhores títulos de magia do mercado, a editora, nada falta para você achá-los. Agora trate de procurar o menor preço e correr atrás de informação.
BONS LIVROS DE MAGIA:
A História da Feitiçaria
Jeffrey Burton Russel
196 páginas
Neste livro, capaz de provocar as mais profundas reflexões, o professor Russel fornece uma exposição abrangente sobre a feitiçaria, necessidade sentida há muito tempo por todos os que se interessam pelo assunto. Ele traça comparações entre a feitiçaria moderna e a do mundo antigo e mostra como a caça às bruxas na Europa se desenvolveu a partir de uma combinação de feitiçaria antiga com heresia cristã medieval, paganismo, folclore, etc.
A Travessia das Feiticeiras
Taisha Abelar
285 páginas
O livro trata do misterioso mundo dos feiticeiros, abordando quais são as facções em que eles se dividem e como é e do que depende o seu treinamento para desenvolver ainda mais sua aptidões inatas.
A Dança Cósmica das Feiticeiras - Guia de Rituais à Grande Deusa
Starhawk
345 páginas
Lançado nos início dos anos 80 é um clássico e um dos livros básicos da Wicca. Esta edição inclui diversas observações feitas por Starhawk dez anos após o lançamento do livro, comentando e inclusive alterando algumas de suas idéias iniciais.
A Hora das Bruxas
Volume I
Anne Rice
490 páginas
Após desfilar a fascinante galeria de vampiros e múmias que a tornaram uma das mais famosas escritoras americanas, Anne Rice mergulha no universo da bruxaria.
A Hora das Bruxas
Volume II
Anne Rice
492 páginas
Continua a saga dos Mayfair, com suas tragédias e mistérios. Rowan toma posse da casa, da esmeralda e do legado. Mas, de quebra, leva também Lasher e sua maldição. Cabe agora a Rowan decidir-se entre o amor de Michael Curry e a sedução desse ser poderoso que quer ficar nesse mundo para sempre.
Lasher
Anne Rice
544 páginas
Espírito que tem como objetivo se fazer carne, sentir, ter vida, através da concentração de partículas transmutadas nas células do filho de Rowan e Michel. Lasher e suas bruxas fizeram um pacto e uma promessa: ele traria todas as riquezas e lhes concederia todos os favores.
Magia Natural: Rituais e Encantamentos da Tradição
Scott Cunningham
203 páginas
Magia Natural é um livro de rituais de magia, relacionado diretamente com a natureza e seus elementos, visando mostrar que a importância está na simplicidade das coisas. Com objetos simples e naturais, pode-se realizar magias e feitiços da maior importância, é somente uma questão de credo e prática.
O Feitiço da Lua - Memórias de uma Bruxa Malcomportada
Márcia Frazão
432 páginas
Um relato da jornada mística da bruxa e escritora Márcia Frazão, através do seu depoimento de encontros e desencontros vividos. O livro é dedicado a pluralidade de mulheres que habitam o nosso planeta: mulheres-lobas, mulheres-deusas, mulheres-sol etc.
O Gozo das Feiticeiras
Márcia Frazão
439 páginas
Neste livro a autora se entrega inteira ao prazer de contar suas experiencias iniciadas no suave caminho do amor pela natureza, onde ela esclarece tambem, minuciosamente o que e, ser uma bruxa.
O Livro das Bruxas
Shahrukh Husain
324 páginas
A autora relata histórias milenares, preservadas pela tradição oral, e que são de grande importância para a compreensão de mitos cultuados ate hoje.
Os Mistérios Wiccanos: Antigas Origens e Ensinamentos
Raven Grimassi
283 páginas
Apresenta todos os aspectos estruturais dessa antiga religião pré-cristã que tem como raiz a cultura celta. As crenças wiccanas sobre reencarnação, ética, os deuses, a magia, entre outros assuntos, são abordados.
Os Talismãs e seus Segredos
Nadia Julien
178 páginas
Este livro é um levantamento muito bem redigido - e ilustrado - dos talismãs ao longo dos séculos. O leitor encontra neste a história, o modo de fabricação, as virtudes desde peças simples, como as jóias-amuletos, até os elaborados pentáculos planetários, zodiacais, os destinados a nos proteger em negócios, na saúde e na vitalidade.
Wicca: a Religião da Deusa
Claudiney Prieto
301 páginas
Um guia para quem deseja iniciar-se na religião wicca, que não tem dogmas e baseia-se na ética e na conduta pessoal. Práticas mágicas, invocações e rituais são explicados sucintamente.
Wicca - A Feitiçaria Moderna
Gerina Dunwich
192 páginas
Gerina Dunwich explica, com clareza e concisão, os princípios, práticas e rituais da bruxaria na atualidade. Um livro especialmente recomendado para os iniciantes no assunto, devido à praticidade e precisão de suas informações.
postado por: Vendaval! 2:03 AM
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Sábado, Outubro 23, 2004
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TABELA DE ERVAS PARA MAGIA
(depois da tabela dos incensos que até hoje atualizo, essa é a tabela de ervas, portanto, mais variada, já que não é com toda erva que fazem-se incenso.)
Beleza: Abacate, Ginseng
Catalisadores: Visco
Coragem: Rosa, Tomilho.
Adivinhação: Salgueiro preto, Vassoura, Cereja, Cravo-da-índia, Dente-de-leão, Hibiscus, Hera
Sonhos: Salgueiro preto, Vassoura, Cereja, Cravo-da-índia, Dente-de-leão, Hibiscus, Hera
Emprego: Fortuna, Noz
Fadas e Duendes: Margarida, Dedaleira, Trevo
Fertilidade: Fortuna, Noz
Amizade: Limão, Semente de Amor
Boa sorte: Pimenta-da-jamaica, Babosa, Cravo-da-índia, Narciso, Samambaia, Virga-áurea, Urze, Madressilva, Musgo irlandês, Musgo, Rosa, Sândalo, Morango, Violeta
Felicidade: Lavanda, Mangerona, Açafrão
Cura: Pimenta-da-jamaica, Maçã, Louro, Amora-preta, Cravo (flor), Cedro, Funcho, Linho, Gardênia, Alho, Ginseng, Hena, Lúpulo, Hera, Hortelã, Mirra, Carvalho, Pinho, Batata, Rosa, Alecrim, Sândalo, Cardo, Tomilho, Violeta, Salgueiro
Saúde: Frixo, Alcarávia, Coentro, Ginseng, Zimbro, Mangerona, Carvalho, Rosa, Tomilho
Assuntos legais: Trigo-mouro, calêndula
Amor: Maçã, Amêndoa, Cevada, Mangericão, Noz do Brasil, Camomila, Cereja, Castanheiro, Cravo-da-índia, Trevo, Coentro, Narciso, Margarida, Gardênia, Gengibre, Hibiscus, Jasmim, Zimbro, Lavanda, Limão, Mangerona, Laranja, Ameixa, Papoula, Framboesa, Rosa, Alecrim, Sena, Morango, Tomilho, Valeriana, Baunilha, Violeta, Salgueiro
Poderes Mentais: Alcarávia, Uva, Alecrim, Nogueira
Dinheiro, Riqueza: Amêndoa, Mangericão, Amora-preta, Cedro, Camomila, Cravo-da-índia, Endro, Samambaia, Gengibre, Virga-áurea, Madressilva, Musgo irlandês, Jasmim, Fortuna, Hortelã, Musgo, Murta, Carvalho, Laranja, Patchouly, Pinho, Arroz, Trigo
Paz: Gardênia, Lavanda, Poejo, Violeta
Prosperidade: Amêndoa, Freixo, Banana, Carvalho, Tulipa
Proteção: Acácia, Babosa, Angelica, Anis, Freixo, Mangericão, Amora-preta, Blueberry, Vassoura, Alcarávia, Cravo (flor), Cedro, Trevo, Algodão, Cipreste, Endro, Eucalípto, Funcho, Linho, Dedaleira, Grama, Avelã, Urze, Azevinho, Musgo irlandês, Hera, Lilás, Visco, Amora, Carvalho, Azeitona, Pinho, Framboesa, Arroz, Rosa, Alecrim, Sândalo, Musgo Espanhol, Cardo, Valeriana, Violeta, Salgueiro
Habilidade psíquica: Louro, Madressilva, Calêndula, Rosa, Tomilho
Purificação: Louro, Vassoura, Cedro, Camomila, Íris, Salsa, Sálvia, Valeriana
Insônia: Camomila, Lúpulo, Lavanda, Pimenta, Alecrim, Tomilho
Espiritualidade: Urze, Mirra, Sândalo
Força: Louro, Cravo (flor), Amora, Cardo
Sucesso: Trevo, Visco, Patchouly, Sândalo, Baunilha
Sabedoria: Íris, Salvia, Girassol
Desejos: Bambú, Faia, Dente-de-leão, Sálvia, Sândalo, Girassol, Violeta
"SÁBIO É AQUELE QUE A TUDO COMPREENDE E NADA IGNORA. DEUS NÃO IMPÔS AOS IGNORANTES A OBRIGAÇÃO DE APRENDER, SEM ANTES TER TOMADO DOS QUE SABEM O JURAMENTO DE ENSINAR."
postado por: Vendaval! 9:42 PM
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DUAS COISINHAS:
Magia dos Quatro Elementos
Terra
Dinheiro, Prosperidade, Fertilidade, Cura, Emprego
Ar
Poderes Mentais, Visões, Sabedoria
Fogo
Desejo, Coragem, Força, Exorcismo, Proteção
Água
Meditação, Purificação, Sonhos, Cura, Amor, Fertilidade
Meditações da Lua
A Deusa da Lua possui três aspectos: crescente, é donzela; cheia, é a Mãe; minguante é a anciã. Parte do treinamento de cada iniciado implica períodos de meditação sobre a Deusa em seus vários aspectos. Abaixo segue uma meditação para cada um dos três aspectos da lua.
MEDITAÇÃO DA LUA CRESCENTE
Concentre-se e centre-se. Visualize uma lua crescente cor de prata, que se curva para a direita.
Ela é o poder daquilo que inicia, do crescimento e geração. Ela é tempestuosa e indomada, como as idéias e planos antes de serem equilibrados pela realidade. Ela é a página em branco, o campo não semeado.
Sinta as suas próprias possibilidades escondidas e potenciais latentes; seu poder para iniciar e crescer. Veja-a como uma menina de cabelos prateados correndo livremente pela floresta sob a lua delgada.
Ela é virgem, eternamente não penetrada, a ninguém pertencendo, exceto ela mesma. Invoque seu nome, "Nimuël", e sinta poder dentro de você.
MEDITAÇÃO DA LUA CHEIA
Concentre-se e centre-se e visualize uma lua cheia.
Ela é a mãe, o poder de realização e de todos os aspectos da criatividade. Ela nutre aquilo que foi iniciado pela lua nova.
Veja-a abrindo os braços, os seios abundantes, o ventre desabrochando em vida. Sinta seu próprio poder de nutrir, dar, tornar manifesto o que é possível.
Ela é a mulher sexual; seu prazer na união é a força motriz que sustenta toda a vida. Sinta o poder em seu próprio prazer, no orgasmo.
Sua cor é o vermelho do sangue, que é vida. Invoque seu nome "Maril" e sinta sua própria capacidade de amar.
MEDITAÇÃO DA LUA MINGUANTE
Concentre-se e centre-se. Visualize uma lua minguante, que se curva para a esquerda, envolta pelo céu escuro.
Ela é a anciã, a velha que ultrapassou a menopausa, o poder de terminar, da morte. Todas as coisas devem terminar a fim de suprir os seus inícios. O grão que foi plantado deve ser cortado. A página em branco deve ser destruída, para que a obra seja escrita.
A vida se alimenta da morte; a morte conduz à vida e, nesse conhecimento, encontra-se a sabedoria.
A velha é a mulher sábia, infinitamente velha. Sinta a sua própria idade, a sabedoria da evolução armazenada em cada célula do seu corpo.
Conheça o seu próprio poder para terminar, para perder assim como ganhar, para destruir aquilo que está estagnado e decadente.
Veja a velha em seu manto negro sob a lua minguante; invoque seu nome "Anul" e sinta seu poder em sua própria morte.
Fonte: A Dança Cósmica das Feiticeiras, STARHAWK
postado por: Vendaval! 9:39 PM
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KIRLINGRAFIA - FOTO KIRLIAN
HÁ POUCO TEMPO PASSSOU NO 'PROGRAMA DO JÔ' UMA MATÉRIA SOBRE A FOTO KIRLIAN. ENTÃO ACHEI INTERESSANTE PESQUISAR SOBRE ISSO. JÁ QUE EU FIQUEI BEM CURIOSA, VOCÊS TAMBÉM DEVEM TER FICADO.
Segundo o que a história nos conta, teria sido Semyon Davidovitch Kirlian, em 1939, na cidade de Krasnodar, na ex-União Soviética, o primeiro homem a construir uma máquina de fotografia Kirlian no mundo.
Porém, na realidade, a primeira máquina de eletrofotografia foi construída no Brasil, por volta de 1912, pelo gaúcho e padre Landel de Moura. Quem for a Porto Alegre poderá visitar até mesmo o museu dedicado a esta pessoa.
O que ocorreu foi que, por ele ser um padre, subordinado à Igreja Católica, não podia divulgar suas descobertas, e a máquina de eletrofotografia, que ele inventou, não pode nem mesmo ser patenteada ou divulgada ao mundo.
Como a máquina que ele havia inventado fotografava e revelava algo que, para a Igreja não coadunava muito com a sua doutrina, os planos originais e a própria máquina criada pelo Pe. Landeu foram confiscados por ela e atualmente encontram-se em local ¿ignorado¿.
Uma máquina de fotografia Kirlian ou eletrofotografia possui a condição de captar impressões sutis do nosso corpo etérico. O corpo etérico seria o mapa energético do nosso corpo físico. Nele estariam presentes todos os orgãos e sistemas presentes no nosso corpo material, só que aqui de forma energética, assim como os canais de meridianos.
A máquina Kirlian é capaz de gerar uma voltagem extremamente alta (da ordem de alguns milhares), porém com uma amperagem baixa, causando com isso, à volta de qualquer corpo, o chamado efeito corona, que seria um halo luminoso visível de coloração azul esverdeado. Porém, quando este campo elétrico entra em contato com o campo eletromagnético do nosso corpo etérico, ele é alterado e consegue captar impressões sutis deste corpo, registrando cores e formas completamente diferentes das usualmente vistas no simples efeito corona, conhecido pelos técnicos em eletrônica.
Este tipo de fotografia é conhecida como fotografia da aura, ou do campo energético ou bioelétrico (o corpo etérico). Pela análise de uma fotografia Kirlian, é possível diagnosticar uma série de problemas, antes mesmo de que eles cheguem a se manifestar fisicamente.
Em nível da saúde, podem ser feitos diagnósticos de infecções, intoxicações, inflamações, processos degenerativos, prováveis distúrbios nos diversos órgãos e sistemas e até casos de câncer.
Para cada dedo analisa-se um meridiano correspondente, que possui terminação nele.
Quanto à análise da parte emocional e psicológica da pessoa, é possível diagnosticar casos de depressão, angústia, tristeza, raiva, ciúme, além de ser possível observar estados alterados de consciência, mediunidade ou paranor-malidade e energias intrusas.
O diagnóstico pode ser feito através da fotografia dos dedos das mãos, da mão toda ou da foto do corpo inteiro.
No caso do diagnóstico mais comum, que é feito através dos dedos, quando surge uma coloração verde dentro da polpa dos dedos, há indícios que aquela pessoa possui tendência a fobias ou à síndrome do pânico.
Fraturas de cor escura, também na polpa dos dedos, indicam câncer. Estados depressivos são vistos quando as linhas áuricas falham e surge uma abertura grande de um ou dos dois lados da foto.
A paranormalidade de uma pessoa pode ser observada na forma de cor laranja distribuída por toda a polpa e aura do dedo ou na forma de pequenas meia luas nas extremidades superior e inferior dos dedos.
Uma análise mais profunda, para um diagnóstico, é feita tirando fotos dos dez dedos das mãos. Porém uma única foto do dedo anular ou indicador, por exemplo, pode revelar muitas coisas, principalmente em nível emocional.
Atualmente na Rússia, assim como em Portugal, existem hospitais que trabalham com o diagnóstico Kirlian junto aos pacientes, e isso tem sido de grande valia para diagnosticar doenças e casos clínicos desconhecidos.
Observa-se uma grande melhora nas linhas da aura, inclusive seu fechamento quando aberta, à medida que se faz um tratamento e lentamente vai alcançando-se a cura. Este tratamento pode ser feito através do reequilíbrio alimentar, da fitoterapia, florais, homeopatia e mesmo através do Reiki ou da acupuntura.
(fonte: www.guardioesdaluz.com.br)
postado por: Vendaval! 9:27 PM
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Segundo a doutrina Espírita-Kardecista:
TIPOS DE ESPÍRITOS
OS SUSTENTADORES
Sustentadores são aqueles mentores espirituais de luz, amparadores e responsáveis pela estabilidade e proteção dos trabalhos espirituais e mediúnicos. Toda vez que um grupo de pessoas se reúnem na promoção de trabalhos espirituais de caráter socorrista e doutrinário, forma-se no plano espiritual um mesmo grupo correspondente de Mentores Espíritos de Luz para dar suporte, ensinamento e apoio a esses trabalhos.
Todos nós carregamos conosco uma correspondência espiritual, companheiros, amigos, protetores, guias e mentores para suporte de todo tipo, assunto esse que demoraríamos uma obra inteira para abordarmos, o que não é objeto do presente trabalho, entretanto, se faz necessário observar esta correspondência como forma basilar para o que modestamente pretendemos expor.
OS RECÉM DESENCARNADOS E RECÉM SOCORRIDOS
Fato de muita importância e que muitas vezes vem se tornando um conflito para alguns de nossos companheiros doutrinadores é o tratamento doutrinário destinado àqueles nossos irmãos recém desencarnados.
Não oferecem à primeira vista dificuldades de reconhecimento, isto é, são facilmente identificáveis, devendo sempre o doutrinador carregar consigo a cautela devida, para não ser enganado. Manifestam-se, regra geral, pela maneira como se apresentam a partir da incorporação, demonstrando comportamento angustiante, desesperado e confuso, quase sempre não se lembrando do que aconteceu.
Muitas vezes chegam queixando-se de frio -as mãos do médium normalmente tornam-se extremamente frias- isto significa que o espírito ainda está ligado ao seu corpo após a morte, ou seja, ao cadáver e, se disser que está no mais absoluto escuro, com certeza ainda encontra-se no caixão, revelando na conversação a realidade que está vivendo, que está escuro e com muito frio, neste caso o doutrinador deve concentrar-se com muito amor e carinho e oferecer sua mão dizendo que irá puxá-lo para fora do local onde se encontra dizendo que o trará para um lugar quente, iluminando e seguro, porém o doutrinador deve realmente acreditar que estará dando a mão e puxando o espírito para fora do caixão.
O OBSESSOR
 OBSESSÃO: Impertinência excessiva. Idéia fixa, mania.
 OBSESSOR: Aquele que pratica obsessão.
 OBSEDAR: Prática da obsessão. Ficar com um idéia fixa.
 OBSEDADO: Vítima do obsessor
A obsessão é um estado constante que se instrumentaliza através de um processo de vingança. Invariavelmente é perseguidor e vem dotado de um comportamento moralmente deseducado. O espírito perseguidor busca alívio para o seu sofrimento fazendo sofrer aquele que o feriu, tornando-se ambos infelizes e envolvendo ainda outros nas tramas de suas desgraças.
Porém, no plano espiritual tudo está previsto, ao mesmo tempo em que permitem a cobrança de nossas faltas, nos liberam, pelo resgate.
O QUE É UM ESPÍRITO OBSESSOR?
São espíritos embrutecidos pelo tempo. Parados, estagnados, num ódio ou numa obstinação extrema que já quase nem sabem porque. E na maioria das vezes já estão cansados, muito cansados desta condição. Apesar de muitos não demonstrarem isto, eles anseiam pelo momento do reencontro com o Pai Maior, por isso cada gota de amor a eles dispensada é muito valiosa.
Esses espíritos são difíceis? Sim. Porém não devemos evitá-los pois é muito fácil doutrinarmos espíritos que já estão esclarecidos, ou os chamados "bonzinhos" , pois eles já estão prontos para irem para a luz. Não que eles não mereçam atenção, porém quando eles chegam, a doutrina deve ser mais rápida. Devemos deixar para nossos irmãos Protetores o maior esclarecimento a eles. Nós devemos apenas conduzi-los à luz. Pois é o que eles querem.
O OBSESSOR POR AMOR
Como já vimos anteriormente um obsessor é um espírito deformado pelo ódio, pela revolta, pela dor, ou até mesmo pelo amor.
Não existem apenas espíritos obsessores pelo ódio, há muitos espíritos obsessores pelo amor, pois é muito difícil para eles serem separados de seus entes queridos e principalmente de seu grande amor.
Como sabemos o amor e o ódio estão separados por uma barreira quase invisível, então muitas vezes quando pensamos que um espírito está com ódio do outro, na verdade muitas vezes é apenas um disfarce para esconder a dor do amor não correspondido, de um grande mau entendido ou até mesmo do medo de ter seu amor rejeitado.
A obsessão pelo amor é a pior de todas, pois aquele que ama não pode imaginar e nem aceitar que está atrapalhando seus entes queridos. Ele julga que está ali para ajudá-los, que eles não podem viver sem sua ajuda.
O OBSEDADO
O ser humano objeto alvo do processo de obsessão, ensina a doutrina básica, tratar-se de alguém cujo débito é muito elevado diante da lei divina, uma vez que se presume tratar-se de alguém responsável por comportamentos graves contrários á Justiça Divina, em encarnações passadas.
As ações cometidas contra nossos irmãos, ações essas contrárias à lei divina, de caráter grave ou ainda aquelas ausências de ações quando necessárias e de prejuízo do próximo, carregam consigo gravidade semelhante, sujeitando seu autor aos reveses e á ação incontinente de seus desafetos, desencadeando o processo de resgate.
Fatos como esse ensejam uma relação de vingança corporificando-se a esta altura uma relação obsessiva, que por mais vezes acabam não sendo desenfreadas e levadas a efeito pela própria vítima, em muitos casos já até tendo o fato como perdoado, perdoando, desta feita seu próprio algoz, mas sim exercendo-se por alguém cujo coração foi ferido com referida conduta, não perdoando e obsidiando propriamente dito o causador daquele resultado maléfico, não importando nesse momento a posição da vítima em questão com relação a este feito.
O que quer dizer que mesmo sem a autorização da vítima, pode outro espírito qualquer tomar suas dores, por razões diversas, como pode acontecer nos casos de parentesco ou relações afetivas aproximadas, estando ou não aquele cuja obsessão deve recair encarnado ou não, lembrando-se ou não da ofensa cometida, tão pouco tenha ela ocorrido nesta ou em qualquer outra existência.)
O SUICIDA
Quando o espírito de um suicida vem até nós para ser socorrido ele ainda vive o instante de sua morte, pois quando uma pessoa comete o suicídio ela acha que vai acabar com todos os seus problemas, que poderá encontrar mais rapidamente a tranqüilidade ao lado de Deus, porém, o que ele não sabe é que perante Deus este é um dos piores delitos, pois ninguém pode tirar o que Deus nos deu; O Dom da vida.
Quando é cometido um desatino destes o espírito é levado imediatamente ao ' Vale dos Suicidas ' , onde permanece revivendo incessantemente o momento do suicídio até que complete o tempo que ainda teria de encarnado, pois enquanto estamos encarnados é porque temos uma missão a cumprir e quando de súbito, propositadamente a interrompemos, acabamos por mudar todo um processo de vida, não só do espírito que se suicidou mas sim de todo um grupo de espíritos encarnados, pois além de deixarmos de cumprir nossa missão ainda não permitimos que os outros que encontram-se a nossa volta e que necessitariam de nossa ajuda consiga cumprir a sua missão, além do que o suicídio também o impedirá de reencontrar, de pronto, seus antigos afetos e familiares já desencarnados, que ansiava por reencontrar.
Um suicida quando chega a uma sessão socorrista é logo identificado pois uma das características mais comuns é que continua com a arma do crime nas mãos e por mais que tente soltá-la não consegue.
O DEVEDOR
São chamados devedores todos aqueles espíritos que não se perdoam pelos erros cometidos, acham que jamais poderão alcançar o "prêmio" de conhecer a luz pois não acreditam serem merecedores. Na maioria das vezes quando chegam até uma 'mesa socorrista' eles mesmos se punem, são seus próprios obsessores, alguns se chicoteiam, outros se acorrentam, etc.
Quando explicamos a eles que já receberam a graça da acolhida da Luz eles se recusam a ir dizendo que não são merecedores, que seus crimes foram imperdoáveis e que por isso merecem continuar nas trevas pagando muito mais ainda pelos seus erros, eles anseiam por castigos e dor achando que isto irá purificá-los.
Eles têm medo de reencontrar suas vítimas achando que elas jamais o perdoarão, pois eles mesmos não se acham dignos de perdão.
A PSICOGRAFIA
 PSICOGRAFAR: Escrever (o médium) o que lhe dita um espírito
 PSICOGRAFIA: Descrição da mente e suas funções. Escrita de um espírito pela mão do médium.
 PSICÓGRAFO: Pessoa versada em psicografia. Médium que escreve sob a ação de um espírito.
Durante um trabalho de mesa socorrista pode-se utilizar vários tipos de trabalhos mediúnicos, porém os mais utilizados são a psicofonia, comunicação mediúnica através da fala, a psicografia, comunicação mediúnica através da escrita.
Às vezes durante um trabalho de mesa socorrista aparecem espíritos que não conseguem se comunicar através da fala e por isso utilizam-se da escrita para se comunicarem.
Como o doutrinador perceberá que o espírito quer escrever se ele não consegue falar? O doutrinador deve estar sempre atento a tudo o que acontece em um trabalho socorrista. Deve observar todos os movimentos dos médiuns ali incorporados. Quando um doutrinador aproxima-se para o início de uma doutrinação e esgota todos os meios para conseguir se comunicar verbalmente, antes de encerrar a doutrinação deve perceber se o espírito ali presente não está ansioso, nervoso. Normalmente um espírito que quer escrever fica movimentando a mão como se estivesse escrevendo.
PARA SABER MAIS:
INSTRUÇÕES BÁSICAS PARA UM DOUTRINADOR
Autora: Doris Carajilescov Pires
Editora: Madras
(Fonte: www.guardioesdaluz.com.br)
-*Nesse site tem um monte de coisas legais.*-
postado por: Vendaval! 9:20 PM
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Já que é um blog basicamente sobre bruxaria, achei necessário colocar aqui os melhores dias para realizar aquele feitiço que você tanto quer. Não só isso como também uma tabela de cromoterapia:
Planetas - dias da semana
Sol - Domingo
Sucesso, Assuntos Legais (Justiça)
Lua - Segunda-feira
Sonhos Proféticos, Fertilidade, Paz, Cura
Marte - Terça-feira
Coragem, Força, Desejo, Quebra de Feitiços
Mercúrio - Quarta-feira
Previsões, Poderes Psíquicos e Mentais
Júpiter - Quinta-feira
Dinheiro, Prosperidade, Assuntos Legais, Sorte
Vênus - Sexta-feira
Amor, Amizade, Fidelidade, Beleza, Juventude
Saturno - Sábado
Longevidade, Visões, Exorcismo, Finalizações
Cores e Uso Mágico:
Branco
Cura, Espiritualidade, Purificação
Preto
Proteção, Neutralização
Marrom
Lar, Animais e Plantas (Cura), Poder da Terra
Verde
Cura, Sorte, Prosperidade, Fertilidade, Juventude
Rosa
Amor, Fraternidade, Amizade
Amarelo
Previsões, Poder Mental, Intelecto
Violeta
Espiritual, Exorcismo, Transformação, Cura
Azul
Cura, Calma, Paz
Laranja
Sucesso, assuntos Legais (jurídicos)
Vermelho
Paixão, Amor, Coragem
postado por: Vendaval! 9:17 PM
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BRUXARIA:
A Bruxaria é uma filosofia ecológica e de harmonização interior. Não estamos presos a preceitos religiosos, cada um é livre para escolher sua forma de fé, acreditar em Deus. O que procuramos dentro dessa filosofia e o resgate com nossa essência, em muitos momentos costumes primitivos.
O ser humano interagindo com a Mãe Natureza e aprendendo suas leis traz essa força para o seu dia-a dia, praticando dessa maneira a Bruxaria, fazendo o despertar da Bruxa interior de cada um. Esse Beabá da Bruxaria Natural ensina de forma simples a você mesmo estar preparando suas receitas e seus rituais.
Você sabia que todas as pessoas têm uma bruxa dentro de si? E é essa magia que faz parte da natureza humana desde que o mundo é mundo e continuará a fazer por muitos e muitos anos.
Dentro da Bruxaria Natural, observamos a beleza de cada minuto de nossa vida. Cada dia por pior que seja, sempre traz um aprendizado e esse aprendizado faz como que cada dia uma bruxa fique mais e mais firme.
Observamos tudo que nos cerca: idos de plantio, crescimento e colheitas; as mudanças da Lua e as marés. Quando se está atuando com essas forças, trabalha-se com elas dentro de uma prática para conseguir os resultados desejados. Dessa maneira nos tornamos verdadeiras cientistas da Natureza. Outro lado interessante é a fabricação de poções e o talento das Bruxas na Alquimia da cozinha. Usando os frutos da Mãe Natureza em prol das necessidades e conscientizando todos do respeito que deve haver ao meio ambiente.
Dessa forma a Bruxa busca através da Natureza ajudar outras pessoas e principalmente a si mesma.
E como diz minha amiga Petra: ¿a Bruxaria Natural representa a forma mais primal e forte de dedicação a Natureza. Alguns acreditam que esta não é uma forma verdadeira de Bruxaria, pois não contempla a religião. Eu me atrevo a dizer que a Bruxaria Natural é a ligação em comum entre as outras tradições, os outros galhos da grande árvore da Bruxaria¿.
(Extraido do Livro Bruxaria Natural - de Tânia Gori)
LILITH
(Extraído do livro Vampiros, por Marcos Torrigo, Editora Madras)
Lilith, intimamente associada aos Vampiros, por sua vez também às bruxas, é um espectro que paira sobre a religião judaica. No ato sexual ela ficava por cima de Adão, e não quis ser subjugada pelo macho, daí sua revolta. Este fato retrata, talvez, a transição, dos cultos a Deusa para o Deus judaico, de uma sociedade agrária ou coletora para uma pastoril.
Este fato se repetiu inúmeras vezes pelo mundo (com isso não estou falando de sua existência objetiva, mas sim subjetiva, mas com exteriorizações).
Lilith, em sua origem, deve ter sido um arquétipo da grande deusa mãe, que tentou resistir a invasão do patriarcado. Possivelmente Abel, o pastor, foi sacrificado a esta grande mãe.
Mas as coisas não foram tão fáceis para os pastores patriarcais. Muitas mulheres judias ficaram fascinadas pelo culto à grande mãe. Um bom exemplo é a história de Sodoma e Gomorra. Lot foi expulso da cidade, vejam esta passagem: "o povo de Sodoma cercou a casa de Lot, do mais velho ao mais jovem. E eles proferiram: que se vá embora, um estranho, que veio morar conosco e agora quer ser um juiz?". Com isso fica claro que eles não eram judeus (os habitantes de Sodoma), e que a alegoria da conversa entre Lot e Deus é um acréscimo posterior.
A parte mais curiosa tem a ver com a mulher de Lot, que não quis acompanhá-lo, pois possivelmente preferiu ficar com o culto à Grande Deusa. Ou seja, a história de virar uma estátua de sal é mais uma alegoria. Lot afogou suas mágoas com as duas filhas em uma relação incestuosa.
O nome Lilith vem da Mesopotâmia, encontrada nas civilizações sumeriana, acadiana e babilônica, onde há várias divindades nas quais ocorre o fragmento "lil" como, por exemplo, os deuses Nilil, Enlil entre outros. Belit-ili, Lillake, a cananéia Baalat, a Divina Senhora são alguns de seus nomes. Nas representações mais antigas de Lilith ela apare-se como Lilake (cidade de UR 2000 A. C).
Lilith está intrinsecamente associada à coruja, sendo representada como uma mulher sedutora, torneada, de seios bem formados e suculentos, uma yoni* (Nota: vagina) que exala o perfume do amor, com pés de coruja e asas. Na literatura hebraica, ela é a primeira mulher de Adão. Ao que tudo indica para a cabala, (Zohar) o deus judaico criou Lilith e Adão como gêmeos. Ela queria igualdade para com ele, mas lhe foi negada. Ela não se subordina a Adão, e conseqüentemente incorre na ira do deus. Ela foge para o Mar Vermelho e, com Samael, cria uma infinidade de seres demoníacos, que juraram atacar a raça humana (fruto da união de Adão e Eva). Uma lenda islâmica atribui a ela a origem dos djinn (gênios), seres de fogo que vivem nos espaços entre mundos.
Ela era a responsável pela morte de crianças, esterilidade e pelo aborto. Também é sua característica a sedução sexual. Surge no meio da noite, trazendo sonhos eróticos carregados de emoção, e os homens são as principais vítimas. Quando despertam, se dão conta do vulto monstruoso pousado sobre seu peito e pronto a absorver
o esperma fruto da ereção. A morte, a loucura e a depressão são os resultados desta visita.
postado por: Vendaval! 9:13 PM
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O VAMPIRO
(do livro Vampiros de Marcos Torrigo)
O Vampiro tem a maravilhosa característica de ter sido humano. É um ser especial, um deus, o qual podemos nos tornar. Paródia de Cristo, Buda, do Avatar, o homem feito deus. Frater Piarus
Para o Vampiro não há céu nem inferno, um paradoxo a caminhar primevo entre os mundos, Morto-vivo. Outrora homem, agora antideus. Sua antivida é pautada pela violência, sede de sangue, paixão e terror, o horror que se esconde nas sombras. Quebrando e destruindo todas as normas, regressando ao atavismo mais profundo. Um ser habitante do limbo, um limbo glorioso, isso é o vampiro. Sua ocorrência geográfica a tudo engloba, dos Bálcãs ao Egito, dele aos confins das florestas equatoriais da Amazônia e, é claro, até as distantes galáxias. Civilizações, como Sumerianos, Babilônicos, Indianos e os povos Hebreus, Maias e Astecas conviveram com o fenômeno do Vampirismo. Seus ataques foram registrados à luz do dia, e à luz da Era das Luzes, dividindo o palco com Diderot e Voltaire em plena era do Iluminismo. Deixando o racionalismo de cabelo em pé, o epicentro dos ataques não foi algum confim distante, mas o esclarecido Império Austro-Húngaro, justamente a Áustria que seria a pátria de Sigmund Freud. Desde Arquétipo desconcertante, deste tabu é que trataremos neste livro, pois o vampiro está ali no espelho, repousando, destruindo e salvando, afinal além de matar sua vítima ele confere a vida eterna.
VODU E VAMPIRISMO
(do livro Vampiros de Marcos Torrigo)
Vodu é uma palavra do dialeto africano fongbé de Dahomé na África. Designa a vida religiosa, o culto. O vodu em sua origem se referia ao antiquíssimo culto da Serpente, Dangbé (Damballa no Haiti). Nos templos do deus havia inúmeras sacerdotisas, responsáveis pelo seu culto. Nas cerimônias de vodu, o sangue é oferecido as Loas (divindades, similar aos Orixás), e também é bebido, desta forma o sacerdote vodu é possuído pelo Loa. O vodu usa os veves, que são desenhos simbólicos que representam e atraem os Loas, lembrando os pontos riscados afros brasileiros, e a magia talismânica medieval. No panteão Vodu o Barão Samedi tem especial relevância para o nosso estudo. Samedi, palavra de origem francesa inspirada em sábado. Sábado, um dia especial para o fenômeno do vampiro devido a todas as sua implicações, dia consagrado a Saturno. Regente do signo de Capricórnio, 22 de dezembro a 22 de janeiro, justamente um período onde as forças das trevas caminham pelo mundo, inúmeros casos de vampirismo são registrados em várias culturas nesta época. A morte é intimamente associada a Saturno, o Cronos grego, devorador dos próprios filhos, ligado ao bode sabático, ao Bafomé Templário, ao sabás das bruxas. Para a cabala, Binah, (ver capítulo...) a grande mãe, tanto é quem dá a vida como a que absorve, simbolizada pela terra onde o corpo é depositado. O Barão Samedi é o senhor dos mortos, que ressuscita deste reino justamente no sábado. É o imperador dos cemitérios, dos ritos fúnebres. Quando o Sol esta em Escorpião, em especial no mês de novembro, as almas dos mortos estão andando sobre a terra. Esta crença do Vodu lembra o Halloween e o Samhain Celta onde os portais entre os mundos estavam abertos. De acordo com convicção do Vodu haitiano, toda pessoa tem duas almas: Quando uma pessoa morre, uma das almas segue para o céu. A outra alma fica nas proximidades do cadáver, ou vagando pelo mundo. Esta alma que vaga pelo mundo muitas vezes é chamada de zumbi, que pode ser a alma de alguém que teve morte violenta, uma adolescente, ou uma pessoa que por qualquer motivo não teve os ritos fúnebres. Também o nome zumbi também designa uma alma que foi escravizada por um sacerdote vodu, prática também encontrada entre magos egípcios. O sacerdote tem esta alma como escrava para realizar seus intentos. Aleister Crowley alerta que certas práticas de vampirismo além de drenar o individuo, podem escravizar a alma após a morte através do vampirismo. O rito é feito à noite em um cemitério, e o Barão Samedi é invocado. Este tipo de zumbi pode ser enviado contra alguém, causando obsessão. Ele consome a vitalidade da pessoa, matando-a eventualmente. Outra forma de zumbi é o morto-vivo, ou talvez melhor seria vivo morto. O método é o mesmo narrado acima, com a variante que a vítima ainda esta viva. Mas ela perde totalmente sua vontade, ficando a mercê do sacerdote vodu. Possivelmente ervas são usadas para facilitar o ato, a vítima as ingere, ou são jogadas na casa onde habita. A forma mais conhecida de Zumbi é aquela feita após a morte, onde o sacerdote vodu rouba o cadáver da sepultura, e através de rituais o reanima. Willian Seabrook, numa visita ao Haiti relata vários rituais Vodus e a crença em Vampiros. Ele menciona que os vampiros são mulheres, podem ser que vivas ou mortas, que saem à noite para sugar o sangue de crianças. Os lobisomens, chauches em crioulo, eram homens e mulheres que se transformavam em lobos para atacar a criação. Outras fontes mencionam que as bruxas do Haiti e Caribe eram chamadas Loupgarou (lobisomem em francês). Suas capacidades mágicas eram atribuídas a um pacto feito com o demônio. Em troca, elas ofereciam sangue de suas vítimas a ele todas as noites. Elas faziam esses ataques usando seu corpo astral. O Asema, o vampiro do Suriname, faz seus ataques à noite como uma bola de luz, também entrando por frestas.
postado por: Vendaval! 9:10 PM
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Usando o Blessed Be
Por Helora, filha de Aine.
Originariamente, o "Blessed Be" é a forma contraída de um cumprimento ritual wiccano (Gardneriano/Alexandrino, principalmente, mas usado por todos os sub-grupos de wicca), usado com formalidade e intimidade. É também chamado de Beijo Quíntuplo (Five-fold Kiss). O cumprimento é realizado entre o Sacerdote e a Sacerdotiza do Coven, ou pelos membros do Coven entre si, mas apenas entre homens e mulheres, pois é a saudação do feminino pelo masculino e vice-versa.
A Sacerdotiza e o Sacerdote ficam frente a frente. O Sacerdote ajoelha-se diante dela, e beija seus pés, dizendo: "Abençoados sejam (blessed be), teus pés, que e conduzem pelo Caminho".
Depois, beija seus joelhos, dizendo: "Abençoados sejam teus joelhos, que se dobram diante do altar".
Depois, beija a região do útero dela, dizendo: "Abençoado seja teu ventre, que propaga a vida".
Depois, beija seus seios, dizendo: "Abençoados sejam teus seios, que nutrem a vida, formados em beleza".
Depois, beija seus lábios e diz: "Abençoados sejam teus lábios, que proferem os Nomes Sagrados". Os dois se abraçam.
Então, a sacedotiza ajoelha-se diante dele, beijando-o nos pés, joelhos, o falo, peito e lábios, dizendo: "Abençoados sejam teus pés, que te conduzem pelo Caminho. Abençoados sejam teus joelhos, que se dobram diante do altar. Abençoado seja teu falo, que a tudo fertiliza. Abençoado seja teu peito, formado em força. Abençoados sejam teus lábios, que proferem os Nomes Sagrados" (conforme beija cada local). Os dois se abraçam.
Portanto, ao cumprimentar outra pessoa com a forma "Blessed Be", concede-se ao outro exatamente um beijo quíntuplo. Ele não deve ser oferecido a qualquer um, mas usado criteriosamente. É representante de confiança, intimidade e reconhecimento sagrado.
Aigh vie dhuit! (Bênçãos de fortuna e sorte a vocês!)
(Fonte: www.guardioesdaluz.com.br)
Essa reportagem é especialmente para o Paulinho. (Satisfeito agora? ;-) )
postado por: Vendaval! 9:06 PM
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Quinta-feira, Setembro 23, 2004
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CRISTAIS:
AZURITA-Inspiração, criatividade, intuição.
CALCITA LARANJA-Promove o balanceamento emocional.
SODALITA-Ajuda o pâncreas, equilíbrio endócrino.
AMETISTA-Fortalece os sistemas endócrino e imunológico.
TURMALINA NEGRA-Dissipa o medo e as condições negativas.
CRISTAL BRANCO-É o cristal de uso mais comum, com apenas uma das extremidades em formato piramidal - uma ponta. Poderá ser utilizado a qualquer momento e para todos os fins.
CRISTAL BITERMINADO-Cristal branco com duas extremidades em formato piramidal - duas pontas. É extremamente eficaz no que diz respeito a interligar chakras e pessoas - enfim, movimentando a energia nos dois sentidos.
CRISTAL FANTASMA-Não poderia ser chamado de outra forma, pois traz em sua essência uma sombra, uma espécie de desenho que simboliza a sabedoria. Use-o para meditar. As respostas às suas perguntas virão.
CRISTAL AGLOMERADO-Bloco de cristais com várias pontas, como se fosse uma coroa. Ideal para ser usado como protetor de ambiente.
CRISTAL ARCO-ÍRIS-Tem as cores do arco-íris em seu interior, como se o tivesse aprisionado. Esta felicidade, é claro, existe para ser dividida com você. É para ser utilizada apenas para ativar o alto astral.
SIMBOLISMO:
CRISTAL COMPANHEIRO-Serão os cristais que você nomear. Estará sempre com você, pronto a participar de sua vida por completo em todos os níveis. Considerado o 'amigo de verdade'. Irá te proteger por inteiro.
CRISTAL PROFESSOR-Aquele que vem ou vai de repente, entra e sai de nossa vida. Em ambos os casos estará sinalizando que devemos ficar atentos: algo que nos trará aprendizado irá acontecer.
CRISTAL QUE SE QUEBRA-Quando um cristal se quebra é porque captou e absorveu um tipo de energia não compatível com a sua (negativa). Dependendo da incompatibilidade irá se quebrar pouco ou muito. Neste caso, deverá ser devolvido à natureza. Jogue-o no mar, rio,etc... para que ele tenha a oportunidade de, após cumprir sua função com você, restabelecer-se e, quem sabe, proteger outra pessoa.
CRISTAL QUE CAI-Estará nos chamando a atenção para algo que acontecerá. Afine-se com seu cristal e entenda sua linguagem. É simples, permita-se.
( www.cristovaobrilho.com.br)
postado por: Vendaval! 2:24 PM
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Quarta-feira, Setembro 01, 2004
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Eis um pedacinho do novo livro da Márcia Frazão, aos interessado(a)s:
"Nos quartos de minha infância, as camas falavam e me ensinavam valiosas lições. Com a de Nazair aprendi que Afrodite, apesar de ser a deusa das seduções, também expressa a ternura das mães e o aconchego das amigas. Na sua colcha de pele macia enroscaram-se amantes em noites de frio, amigas trocaram segredos íntimos e crianças buscaram refúgio. Foi na maciez de um urso disfarçado em colcha que as minhas primeiras gripes foram curadas.Filha predileta do centauro Quíron, Nazair tinha o dom da cura, mas não pôde frequentar uma escola de medicina por causa da rigidez do seu tempo.
Assim, sem diploma nem ajuda de enfermeira, seduiu os passos da mãe,Vitalina, e tornou-se curandeira assistida por um urso tão eficaz que, da noite para o dia, Nazair se viu responsável pelos sarampos, cataporas,caxumbas, resfriados, otites, amigdalites, apendicites, dores de dente e febres de todos os seus sobrinhos.
Não sei se pela maciez da pele de sua colcha, ou se pelas aventuras tatuadas nas noites de frio ou pelo tropel de Quíron no seu quarto, era na cama de Nazair que os males iam embora. O urso-colcha cobriu a sua cama até o instante em que seus sobrinhos cresceram e deixaram de ver o centauro, as fadas do armário e os anjos do quarto. Um belo dia foi-se embora da mesma forma que se foram o sarampo e a catapora. Sumiu como por encanto! Não perguntei a Nazair para onde ele tinha ido. A tristeza não comportava explicações...
Hoje, quando a Ceifadora já podou tantos galhos da minha família, me dou conta de que, por mais que o tempo passe e as lembranças se tornem rasgos de esquecimento, o quarto de Nazair permanece nítido na minha memória, habitado outra vez por Afrodite, Quíron e um urso disfarçado em colcha. E me dou conta de que os toques mágicos de uma feiticeira são imunes ao tempo e ao esquecimento."
Marcia Frazão, "A Casa da Bruxa", Editora Planeta do Brasil, 2004
postado por: Vendaval! 2:33 PM
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Sexta-feira, Julho 02, 2004
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Descobri também o orkut. Entre lá e faça seu cadastro. Participe das comunidades mais iradas da Internet.
Por falar em orkut, entrei em uma comunidade de Vidas Passadas. O que vi lá e o que expliquei deveria ter colocado aqui também. Assim vocês entenderiam um pouco mais de mim. E é o que eu fiz. Segue abaixo uns textos que eu escrevi para aquela e outras comunidades ligadas ao esoterismo.
- Sobre Vidas Passadas:
Nunca fiz regressão com ajuda profissional, mas sei de duas vidas humanas passadas.
Na última encarnação morei em NY, eu era um garoto rebelde chamado Enrichk, morri novo, tinha uma péssima relação com a minha mãe, acho q meu pai tinha deixado a gente há muitos anos, era usuário de drogas pesadas, e incrivelmente não foi de overdose, Richk foi atropelado. Numa de suas noites em que vagava sem rumo por aí.
Ainda hoje eu ofereço alguma resistência à obediência de regras e leis, vou sempre contra a sociedade e tenho uma ideologia que ninguém entende, mas ninguém precisa entender contanto que eu ache que posso viver bem com ela.
A outra vida tenho impressão que foi durante a Idade Média. Vivia em uma casa de aldeia com minha mãe, sempre com a ausência de uma figura masculina na casa, e mais duas ou três irmãs. Minha mãe era seguidora da Grande Arte da bruxaria pagã e todas nós aprendíamos através dela, e inocentemente levaríamos aquilo pelo resto da vida, e das vidas, mas a pressão dos visinhos nos levou a nos isolar mais ainda pro meio do mato. Até que chega o dia em que não vejo mais minha mãe nem minhas irmãs e me vejo sozinha numa casa, depois de uma floresta, onde ninguém me perturbava. Lembro de estar sempre em contato com a natureza, telepatia animal, lembro q havia uma fonte, e um pequeno murinho de pedra onde eu costumava me sentar. E uma das únicas pessoas que eu permitia que me achassem era um cavaleiro chamado Rafhael (não tenho certeza do nome, só q este nome está atribuido a esta pessoa), nós vivemos um amor que não se completou, foi uma história sem final e eu o esperei minha vida toda. Eu morri queimada. Embora não tenha certeza daquela cena de fogueira em praça pública. Talvez tenha sido um incêncio criminoso. Lembro-me de tochas, pessoas enfurecidas e céticas, mas não sei se associo as datas.
Até hoje eu tenho problemas com a figura masculina (que nunca esteve presente e continua não estando), agora eu tenho consciência que isso vem de muito tempo.
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- Sobre dons:
Tá, deixa eu procurar um ponto pra começar... Tenho 19 anos, desde bem pequena eu vejo espíritos e sinto presenças. Ao longo dos anos passei a vê-los com mais freqüência e mais claramente. Pessoalmente, eu gosto disso. Queria poder ouvi-los, talvez um dia eu ainda consiga, pois acredito q esse dom seja crescente e progressivo. Embora não possa ouvir espíritos, ainda assim, freqüentemente ouço uma música ao longe, algo parecido com o som de flautas. Haaaaan... Além de espíritos tb vejo elementais e seres que não sei distinguir, normalmente vultos de seres que parecem animais, mas são deformados.
Meus sonhos são muito claros de interpretação, normalmente são para mim. Mas quando é algo grave, como por exemplo, quando há a vida de alguém em jogo eu fico sabendo antes. No máx. 2 semanas antes de acontecer. Nunca sei quem é. Mas sei q uma morte de alguém próximo está por vir.
Essa coisa de telepatia tb funciona comigo. Às vezes sei exatamente oq o outro diz antes dele dizer. Mas por ser mto tímida eu não falo. Isso só acontece quando estamos em muita sintonia.
Já consegui levitar objetos quando criança, agora não sei se consigo mais, tenho alguma dificuldade para concentração.
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postado por: Vendaval! 1:07 AM
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Segunda-feira, Junho 28, 2004
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E eu descobri os comentários! rs* hu-hul!
Deixa eu postar aqui algo que vi na TV durante essa semana passada, voem um pouco comigo, ok?
Deu no Linha Direta:
CASO MÁSCARAS DE CHUMBO
24.06.2004 (data de exibição do programa)
No dia 17 de agosto de 1966, os técnicos em eletrônica Miguel José Viana, 34 anos, e Manuel Pereira da Cruz, 32 anos, desembarcaram na Rodoviária de Niterói (RJ) no início da tarde. Moradores de Campos, no mesmo estado, os dois - especialistas em instalação de transmissores e repetidores de sinal de televisão - haviam dito à familiares que estavam viajando para São Paulo a fim de comprar um carro e equipamentos eletrônicos. Miguel e Manuel saíram de Campos levando a quantia de dois milhões e trezentos mil cruzeiros (cerca de mil dólares) e fizeram o seguinte percurso: visitaram o dono da loja de eletrônicos Fluscop; compraram as capas de chuva e depois entraram em um bar, nas proximidades do Morro do Vintém, para comprar uma garrafa de água. Miguel e Manoel foram encontrados mortos no alto do morro no dia 18 de agosto. Sem marcas de tiros ou facadas, os dois traziam nas mãos estranhas máscaras de chumbo e o seguinte bilhete cifrado: "16,30hs está no local determinado 18,30hs ingerir cápsula, após efeito proteger metais aguardar sinal máscara". Foi o início de um mistério que persiste até hoje. Os corpos foram resgatados no dia 21 de agosto pelos bombeiros e levados para exame de necrópsia e toxicológico no Instituto Médico Legal de Niterói. O laudo saiu quase dois meses depois indicando causa indeterminada para as mortes. A polícia descobriu então que a dona de casa Gracinda Barbosa Coutinho de Souza dirigia seu carro no alto da Avenida Vinte e dois de novembro, em Niterói, no mesmo dia em que os técnicos subiram o Morro do Vintém, e viu um estranho objeto, com luzes azul e laranja, no local. Em Campos, a polícia descobriu que Miguel e Manuel haviam feito diversas experiências espirituais na cidade e estavam lendo livros sobre contatos extraterrestres. O caso ocupou então as manchetes dos jornais e revistas do país. A imprensa divulgou que os dois teriam sido mortos durante contato com extraterrestres e a morte dos técnicos ganhou o interesse dos estudiosos de Ufologia de outros países, como o francês Jacques Vallè. Um detalhe serviu para aumentar o suspense: a maior parte do dinheiro das vítimas desapareceu. Várias hipóteses foram levantadas, desde suicídio involuntário, roubo seguido de assassinato até morte por contato com extraterrestres. Mas a polícia nunca esclareceu o caso, que foi arquivado após três anos e ficou conhecido como "O Mistério das Máscaras de Chumbo". Hoje, 38 anos depois, autoridades revelam que, na verdade, o exame toxicológico nunca foi feito porque as vísceras apodreceram no IML de Niterói. As famílias das vítimas nunca conseguiram saber o motivo das mortes e apontam falhas na investigação do caso. Até hoje várias perguntas ficaram sem respostas: o que Manuel e Miguel foram fazer no Morro do Vintém? Que tipo de cápsula teriam ingerido? Onde foi parar o dinheiro que levavam? O que teria sido o objeto luminoso visto pela dona de casa sobrevoando o local? O que teria causado a morte dos técnicos em eletrônica?
postado por: Vendaval! 10:57 PM
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Terça-feira, Junho 01, 2004
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Assim que tiver mais complemento eu irei atualizando essa "tabela" prometida aqui:
SIGNIFICADO DOS INCENSOS:
AFASTA NEGATIVIDADE, PURIFICAÇÃO
Amor Perfeito, Arruda, Camomila, Cânfora, Cedro, Cravo, Cravo-da-Índia, Egípcio, Eucalipto, Floral, Mirra, Rosa, Rosa Branca, Canela
AFRODISÍACO, SENSUALIDADE E ATRAÇÃO
Almíscar, Cravo, Cravo-da-Índia, Dama-da-Noite, Jasmim, Madeira-Ocidental, Musk, Néfer, Ópio Rosa, Orquídea, Patchouly(nunca use no corpo!), Sândalo, Vetvert, Violeta, Ylag Ylang, Canela, Rosas, Uva
BEM ESTAR
Coco, Jasmim, Patchouly, Rosa Branca, Morango
CALMANTE, ANTI-STRESSE
Lavanda, Eucalipto, Almíscar, Alecrim, Alfazema, Camomila, Bálsamo, Bálsamo Rosa, Cânfora, Erva-Doce, Maçã, Mirra, Rosário, Sândalo, Nós Moscada, Absinto
CLARIVIDÊNCIA
Patchouly
CONCENTRAÇÃO E ESTUDO
Amor Perfeito, Bálsamo Rosa, Lótus, Sândalo, Templum, Artemísia
CONFORTO
Madeira
CONTRA DEPRESSÃO E CANSAÇO
Nós Moscada, Sol, Absinto, Bálsamo, Canela, Cedro, Eucalipto, Gengibre, Pinho
CONTRA A INVEJA, RAIVA E O MAU-OLHADO
Mantra, Arruda, Floral
CONTRA PERDA DE MEMÓRIA
Eucalipto, Absinto, Cedro
CONTRA PESADELOS
Rosa Branca, Hortelã, Lavanda
CRIATIVIDADE
Lavanda, Eucalipto, Flor-de-Pitanga
CURA DE DOENÇAS LIGADAS ÀS VIAS RESPIRATÓRIAS
Flôr-da-Índia (Kewda)
DESENVOLVER A INTUIÇÃO, ENERGIA ESPIRITUAL E PSÍQUICA
Lua, Espiritual, Angélica, Camomila, Benjoim, Bálsamo Rosa, Cânfora, Cedro, Cravo-da-Índia, Jasmim, Mirra, Ópium, Orquídea Azul, Patchouly, Papoula, Rosa, Romanus, Sândalo, Templum, Spiritual Guide, Canela
DESPERTAR E ATRAIR O AMOR
Ópium, Amor Perfeito, Anis, Bálsamo Rosa, Canela, Egípcio, Madeira, Néfer, Nefetis, Rosa, Rosário, Sândalo
DIMINUIR A ANSIEDADE
Nós Moscada, Eucalipto, Violeta
DORES
Hortelã, Camomila
EQUILÍBRIO EMOCIONAL
Real Rose, Mantra, Flor-do-Campo, Lavanda, Rosa Branca, Menta, Pinho
EQUILÍBRIO DO PENSAMENTO
Lua, Patchouly, Almíscar, Canela, Lavanda, Sândalo, Cenoura, Menta
FACULDADES CURATIVAS
Hortelã, Coco
FORÇA, CONFIANÇA E DETERMINAÇÃO
Nós Moscada, Anúbis, Cravo-da-Índia, Mirra Quefren, Ópium, Patchouly, Romanus, Canela, Eucalipto, Cedro, Erva-cidreira, Floral
PROTEÇÃO PESSOAL
Alecrim
PROTEÇÃO DA CASA
Arruda, Real Rose, FengShui
RACIOCÍNIO, EXERCÍCIO MENTAL
Benjoim, Eucalipto, Almíscar, Alecrim, Absinto, Canela
REJUVENESCIMENTO
Rosa Musgo, Hortelã
RELAXAMENTO PROFUNDO, VIAGEM ASTRAL E MEDITAÇÃO
Lavanda, Eucalipto, Almíscar, Hortelã, Sândalo, Spiritual Guide, Cenoura
SUCESSO NOS NEGÓCIOS
Alecrim, Mirra
SORTE
Arruda, Mirra, Verbena
HISTÓRICO DOS INCENSOS
Egípcios - são, talvez, os mais antigos na arte da manufatura e do uso de incensos. O mais famoso incenso egípcio é o Kyphi (ou Khyphi), que era produzido dentro de um templo e sob ritual altamente secreto. Era um composto de efeito muito benéfico, e Plutarco o definia como: "O incenso tem dezesseis (16) ingredientes, número que constitui o quadrado de um quadrado e tais ingredientes são coisas que, à noite, deliciam. Tem o poder de adormecer as pessoas, iluminar os sonhos e relaxar as tensões diárias, trazendo a calma e quietude àqueles que o respiram."
Um dos seus ingredientes é o popular olíbano, árvore considerada sagrada, e durante a poda ou a coleta da resina, os homens deviam se abster de contato sexual ou com a morte.
Plutarco forneceu a lista dos 16 ingredientes usados na preparação desse incenso: mel, vinho, passas, junco doce, resina, mirra, olíbano, séseli, cálamo, betume, labaça, thryon, as duas espécies de arcouthelds, caramum e raiz de Íris.
Hindus - sempre foram apaixonados por aromas agradáveis e, a Índia (nos tempos antigos) sempre foi celebre por seus perfumes. A importação de incenso da Arábia foi uma das primeiras, mas outros materiais aromáticos também eram usados, como: benjoim, resinas, cânfora, sementes, raízes, flores secas e madeiras aromáticas. O sândalo era um dos itens mais populares da época. Esses materiais eram queimados em rituais públicos ou em casa.
Judaico - no Velho testamento encontram-se várias referências ao seu uso entre os judeus. Geralmente os pesquisadores concordam que a queima do incenso só foi introduzida no ritual judaico em torno do século VII a.C. o primeiro incenso era composto de poucos ingredientes: estoraque, onicha, gálbano e olíbano puro; e sua preparação era semelhante aos sacerdotes egípcios.
Grego - começou a ser difundido no século VIII a.C., vindo da Fenícia.
Budismo - começou a ser difundido por volta do século VII a.C.; e junto com os perfumes, constituía uma das sete oferendas sensoriais, que formam um dos sete estágios de adoração.
Romano - muito utilizado na Festa do Pastor, junto com ramos de oliveira, louros e ervas, assim com da mirra e açafrão.
Cristianismo - foram os que mais demoraram a adotar o incenso em seus ritos. Só após o século V, seu uso foi aumentando lentamente. Por volta do século XIV, tornou-se parte da Missa Solene e outros serviços.
Islamismo - não há referencia ao seu uso no sentido religioso, mas a tradição nos mostra que o seu perfume, pode ser usado como uma referencia aos mortos.
Outros cultos - é um acessório comum às cerimonias mágicas, para neutralizar as energias negativas, por exemplo, ou usado nos métodos de encantamentos. As letras do nome da pessoa para qual é feito o encantamento indicam qual o perfume necessário. Os materiais mais usados são: olíbano, benjoim, estoraque, sementes de coentro, aloés (babosa), entre outros.
postado por: Vendaval! 10:01 PM
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Quinta-feira, Abril 29, 2004
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AS SETE LEIS HERMÉTICAS:
A tradição da ciência baseia-se nos princípios herméticos, que são paralelos aos princípios da Nova Física: Têm suas origens em Hermes (Deus Grego), Thot (Deus Egípcio) e Mercúrio (Deus Romano).
Obs.: São todos o mesmo.
As 7 leis herméticas são importantes para a feitiçaria:
1ª ) Lei do Mentalismo: O universo é mental ou Mente. Isso significa que todo universo fenomenal é simplesmente uma criação mental do TODO... Que o universo tem sua existência na Mente do TODO.
Uma outra maneira de dizer isso é: "tudo existe na mente do Deus e da Deusa que nos 'pensa' para que possamos existir. Toda a criação principiou como uma idéia da mente divina que continuaria a viver, a mover-se e a ter seu
ser na divina consciência."
"O Universo e toda a matéria são consciência do processo de evolução."
Todo o conhecimento flui e reflui de nossa mente, já que estamos ligados a uma mente divina que contém todo o conhecimento.
É claro que não estamos conscientes de "todo o conhecimento" em qualquer momento dado, por que seria uma tarefa exorbitante manuseá-lo e processá-lo e ficaríamos loucos no processo.
Os cinco sentidos do cérebro humano atuam tanto como filtros como fontes de informação. Eles bloqueiam uma considerável soma de informação caso contrário seriamos esmagados por informações que nos bombardeiam minuto a minuto como sons, cheiros e até idéias, não seriamos capazes de nos concentrarmos nas tarefas específicas em mãos. Mas sob condições corretas de consciência podemos moderar, ou até desligar o processo de filtração, com a consciência alterada, o conhecimento universal (i.e. Registros Akáshicos) torna-se acessível. Abramos nossa mente ao TODO (i.e. o Uno, Deus + Deusa). Deixemos o conhecimento entrar.
2ª ) Lei da Correspondência: "Aquilo que está em cima é como aquilo que está embaixo."
Essa lei é importante porque nos lembra que vivemos em mais que um mundo. Vivemos nas coordenadas do espaço físico, mas também vivemos em um mundo sem espaço e nem tempo.
A perspectiva da Terra normalmente nos impede de enxergar outros domínios acima e abaixo de nós. A nossa atenção está tão concentrada no microcosmo que não percebemos o imenso macrocosmo à nossa volta. O princípio de correspondência diz-nos que o que é verdadeiro no macrocosmo é também verdadeiro no microcosmo e vice-versa.
Portanto podemos aprender as grandes verdades do cosmo observando como elas se manifestam em nossas próprias vidas.
Por isso estudamos o universo: para aprender mais sobre nós mesmos.
Na menor partícula existe toda a informação do Universo.
3ª ) Lei da vibração: Todas as coisas se movimentam e vibram com seu próprio regime de vibração. Nada está em repouso.
Das galáxias às partículas sub-atômicas, tudo é movimento.
Todos os objetos materiais são feitos de átomos e a enorme variedade de estruturas moleculares não é rígida ou imóvel, mas oscila de acordo com as temperaturas e com harmonia às vibrações térmicas do seu meio ambiente. A matéria não é passiva ou inerte, como nos pode parecer a nível material, mas cheia de movimento e ritmo. Ela dança.
4ª ) Lei da Polaridade: A polaridade é a chave de poder no sistema hermético. Tudo é dual. Os opostos são apenas extremos da mesma coisa. Energia negativa (-) é tão "boa" ou "má" quanto energia positiva (+).
5ª ) Lei do ritmo: Tudo está em movimento, a realidade compõe-se de opostos. E os opostos se movem em círculos.
As coisas recuam e avançam, descem e sobem, entram e saem. Mas também giram em círculos e espirais. A lei do ritmo assegura-nos que cada ciclo busca sua complementação. A grande roda da vida está sempre fazendo um círculo. O que muda é o tamanho desse círculo.
6ª ) Lei do Gênero: O principio hermético do gênero diz que todos têm componentes masculinos e femininos. É uma importante aplicação da lei da polaridade. É semelhante ao princípio animas animus que Carl
Jung e seus seguidores popularizaram, ou seja que cada pessoa contém aspectos masculinos e femininos, independente do seu gênero físico, nenhum ser humano é 100% homem ou mulher, e isso é até astrologicamente explicado, uma vez que todos somos influenciados por todos os signos (uns mais, outros menos), e metade do zodíaco é feminino, enquanto que a outra metade é obviamente masculina (Esse é mais um argumento que suporta a igualdade entre Deus e Deusa).
Em todas as coisas existe uma energia receptiva feminina e uma energia projetiva masculina, a que os chineses chamavam de Yin Yang (e o que os bruxos chamam de Deusa e Deus).
7ª ) Lei de Causa e Efeito: Em sua forma tradicional, a lei de causa e efeito diz que nada acontece por acaso, que para todo efeito existe uma causa, e que toda causa é, por sua vez, um efeito de alguma outra causa.
postado por: Vendaval! 12:46 AM
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Domingo, Abril 25, 2004
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HÉCATE, A DEUSA DAS BRUXAS:
Na mitologia greco-romana Hécate ocupava um lugar muito especial. Embora seja muito pouco citada nos livros de mitologia mais conhecidos, seu culto era amplo e generalizado entre o povo. Para vcs calcularem a importância de Hécate, ela era honrada até mesmo por Zeus, como uma Titânida dos Titãs, ou seja, uma Deusa pré-olimpiana... Hécate recebia diversos títulos, como Kratay, e Eurybia, a Deusa Forte, em uma referência aos deuses que originaram o panteão grego. Tudo isso leva a crer que Hécate é uma Deusa cujo culto já se havia estabelecido antes da própria civilização grega. Uma coisa que bem revela a importância de Hécate foi o decreto de Zeus: cada vez que alguém deitasse uma oferenda na terra sem ofertá-la a nenhum Deus específico, a oferenda era de Hécate, o que significava que Zeus reconhecia que o que estava sobre a Terra era dela, em principio... Hécate é a Senhora dos Mortos, líder do que se chama em muitas mitologias " A caça selvagem". Esta se constitui de um grupo de fantasmas e animais astrais, corvos, corujas, cachorros que uivam lugubremente, que passa na Terra ao fim de cada dia para recolher as almas dos mortos naquele dia. Ouvir cães uivando a noite é sinal certo da presença de Hécate. Nunca fiz um ritual para Hécate sem os uivos ou latidos de cães. Do mesmo modo que lidera a Caça Selvagem, Hécate conduz as almas dos mortos e também os vivos, nas estradas, aos melhores caminhos, por isso é representada com uma tocha na mão. Ela é a Senhora que Guia, e assim podemos contatá-la.
Hécate também preside os nascimentos, por isso é chamada Protiraya, a Senhora dos Portais, sendo a vagina o portal do ingresso nesta vida. Assim, é invocada durante os partos como condutora da alma à reencarnação, junto com Artemis ( que é parteira e protetora das crianças). Infelizmente, ao menos nos livros que conheço em português, não há referências ao culto de Hécate como Senhora da Magia e dos Oráculos, geralmente por puro preconceito. Karl Kereny em sua obra de mitologia grega escreve o seguinte; "Hécate Trivia era cultuada nas encruzilhadas de Três Caminhos. O que as mulheres faziam nesses locais não é mais mitologia, pertence aos domínios da feitiçaria e como tal não abordarei o assunto". Que droga, né? Hécate é representada também com um athame na mão, rezando a tradição que foi a criadora desse instrumento mágico.
Como se trabalha com Hécate? Hécate é uma Deusa muito rica, lembrando que é uma Deusa Tríplice, possuindo, pois, aspectos de jovem, mãe e Anciã. Ela é dona do caldeirão da transformação, onde residem todas as possibilidades. Um trabalho com Hécate pode ter mil facetas justamente por isso: vc pode desde trabalhar os entraves na sua vida financeira, até seu caminho espiritual , suas capacidades mágicas e oraculares até pedir a intercessão dela em um caso de morte ou nascimento difíceis; pode pedir que Ela oriente vc ao melhor caminho nas encruzilhadas da vida... Enfim, todo o trabalho mágico pode passar por essa Deusa maravilhosa. Não é a toa que Hécate é chamada a Deusa de todos as Bruxas ( perdoem-me os que não usam o panteão grego). Falando em Hécate como senhora da Morte, vcs sabiam que um wiccaniano sempre medita na própria morte? A morte não é fim, nem é castigo para nós, então devemos nos preparar para aceitá-la como inevitável e natural. Devemos nos preparar para olhar a Ceifeira nos olhos e dizer que a amamos. Isso não é nada fácil, especialmente em um mundo voltado para coisas que fazem as pessoas disfarçarem a morte e o medo que têm dela... bem, já que vcs me perguntam tanto sobre iniciações, se eu tivesse que escolher o que marca o nascimento de uma bruxa ou bruxo eu escolheria este momento...
(www.nirvanadf.hpg.ig.com.br)
Pão para Sabbat
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1/2 xícara (chá) de leite
1 ovo inteiro
2 colheres (sopa) de margarina derretida
1 colher (sopa) de fermento para bolo
sal a gosto
Amasse bem todos os ingredientes e forme pequenos pães. Se desejar, recheie com as ervas ou grãos do Sabbat que está comemorando e enrole como rocambole.
Fonte: Portal Wicca
Maçãs Encantadas
Para quem costuma ter pesadelos.
6 maçãs cortadas
1/2 xícara (chá) de aveia
1/2 xícara (chá) de farinha integral
1/2 xícara (chá) de gergelim
1/2 xícara (chá) de castanhas
1/4 xícara (chá) de óleo de girassol
1/2 colher (chá) de sal
1/2 xícara (chá) de água
1/2 colher (chá) de canela
Misture as farinhas, o gergelim, a castanha, o óleo, o sal e os demais ingredientes até obter uma mistura crocante. Coloque as maçãs numa fôrma refratária untada, despeje sobre elas e cubra com tampa ou papel alumínio. Asse por 45 minutos. Retire a tampa e deixe no forno até dourar. Consagre o feitiço aos duendes e peça para acabar com os pesadelos.
Fonte: Magia Prática
postado por: Vendaval! 3:03 AM
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Sábado, Abril 17, 2004
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Quinta-feira, Abril 15, 2004
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É isso aí... Mais um ano se acabando... 15 dias para o Samhain. E eu pensando... Vou ficar louquinha no dia. Vai ter mais espíritos por aqui que o de costume. Ai, socorro! Mas tudo bem. Será que meus conhecidos virão me ver? =)
Opa, Xereta, vovó, meu tio, Luise (essa eu acho difícil), Suleimir... Por falar niso, acho que Luise já reencarnou... Isso explicaria porque eu nunca a vi como espírito nem nunca senti sequer sua presença.
Ah, ultimamente, pela noite, têm vindo uns intrusos aqui. Mas essa farra vai durar pouco, vou armar uma armadilha pra eles aqui. Beijos brandos e ensolarados...
É... Tudo é consciência.
SAMHAIN para os wiccans
É celebrado por volta do dia 30 de abril, 1° de maio. É o período da despedida do Deus Cornífero, que vai penetrar a eterna escuridão e retornar, renascido em Yule. Samhain é também conhecido sob o nome de Festa dos Mortos, e Festa das Maçãs. No Hemisfério Norte, ele é comemorado no dia 31 de outubro, e seu sentido foi absorvido pela Igreja, na sua comemoração do Dia de Finados, muito próximo de Samhain (será?), mas o ritual cristão tomou um rumo de sofrimento que de maneira alguma encontramos nesse Sabbath.
Por ser uma das datas mais importantes para as bruxas, e que se comemora a passagem do ano, ponto em que a Roda completou seu ciclo, Samhain tornou-se também conhecido como Dia das Bruxas. Aqui, no Brasil, se comemora esse dia de acordo com o Hemisfério Norte, o que se demonstra totalmente desprovido de significado para uma verdadeira bruxa!
Samhain é o tempo da reflexão, em que olhamos para o Ano que passou e procuramos reconhecer nossos atos e deles extrair o significado de nossa vivência. Nesse dia, as bruxas sentem que o grande portal que separa a realidade física da espiritual está aberto, e nessa noite relembramos nossos ancestrais e podemos estabelecer intensa ligação com eles. O altar deve ser ornamentado com maçãs e folhas de cipreste, e em seu centro deve-se colocar uma cuia cheia de água e algumas velas acesas. É o dia da celebração da escuridão e da morte, e os espíritos, tanto de seres humanos como de animais, nos auxiliam na leitura de oráculos. Em Samhain, reverenciamos o Deus no seu aspecto de Senhor da Morte, e a Deusa no seu aspecto de Senhora dos mistérios. É o período em que um ciclo se cumpre, deixando-nos a esperança do seu renascimento.
(retirado do livro Revelações de uma Bruxa, Márcia Frazão)
Há espaço para uma intromissão de comentários sobre esse texto. A autora é muito inocente em falar que a data do Samhain se aproxima a uma festa cristã, como se fossem duas festas separadas. Imagine você a seguinte cena: Enquanto numa cidadezinha os cristãos colocam véus negros e choram por seus filhos na Igreja, ou visitam cemitérios (O que aliás é uma mania muito sórdida! Colecionar cadáveres!) se perdendo em prantos...Ao voltarem para casa dão de cara com um alegre coven rumo a um Sabbath onde vão festejar e cantar a passagem dos mortos. Claro, a senhora de braços dados com seu filho, insulta: "Quê pouca vergonha! Logo hoje que é um dia sagrado, esses sem-coração fazendo baderna!". Em contraposição, qual será o significado mais antigo para o feriado de Dia dos Mortos? Será que os antigos já não o comemoravam assim?
Há quem não acredita que a wicca provém da bruxaria celta, dos druidas. Mas várias pesquisas e pinturas, amuletos e esculturas antigas provam o contrário.
A Igreja procurou absorver o significado de vários símbolos pagãos, como forma de levar mais pessoas às missas e afastá-las, ou pelo menos ocultar ao máximo, o simbolismo pagão nos feriados, ou sabbaths mais importantes. Ao redor de todas as principais comemorações pagãs há uma cristã. Com o exemplo do Dia dos Mortos e do Natal. Felizmente, aqui no Brasil, temos a prioridade para comemorar a passagem de ano, já que o Dia dos Mortos no Hemisfério Sul se comemora por volta de 1° de maio. Quanto ao Natal, o feriado wiccan é Litha, comemorado por volta do dia 21 de dezembro.
postado por: Vendaval! 3:34 PM
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Biscoitos Encantados de Vênus
Faça-os quando quiser despertar sua energia sedutora.
1/2 xícara (chá) de manteiga
1/2 xícara (chá) de açúcar branco
1/2 xícara (chá) de açúcar mascavo
4 gemas
1 colher (chá) de água
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 colher (chá) de fermento em pó
1/2 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1 1/2 xícara (chá) de chocolate meio amargo em pedacinhos
1 colher (chá) de essência de hortelã
Misture muito bem a manteiga, os açúcares, as gemas, a água e a essência de hortelã até formar um creme. Adicione os outros ingredientes e faça uma massa bem homogênea. Modele os biscoitos e coloque em fôrma untada. Asse em forno quente por 25 minutos. Ofereça também a quem você quer seduzir. Consagre o feitiço a Hécate.
Fonte: Magia Prática
Sopa de Pã
Indicada para afastar a melancolia.
1/2 xícara (chá) de uva passa
3 xícaras (chá) de iogurte natural
1/2 xícara (chá) de creme de leite fresco
1 ovo cozido picado
6 cubos de gelo
1 pepino picado
1/4 xícara (chá) de cebolinha picada
sal e pimenta do reino
1 colher (sopa) de salsa picada
1 colher (chá) de dill
Deixe as uvas passas de molho em água fria durante 5 minutos. Coloque o iogurte numa tigela grande e adicione o creme de leite, o ovo, os cubos de gelo, o pepino, a cebolinha, o sal e a pimenta do reino. Escorra a uva passa e acrescente à mistura. Junte a essa mistura 1 xícara de água fria e misture bem. Leve à geladeira por 2 ou 3 horas. Sirva enfeitada com salsa e dill picados. Consagre o feitiço a Pã.
postado por: Vendaval! 3:14 PM
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Quarta-feira, Abril 14, 2004
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Espaguete de Eros
Este é um poderoso condutor da sexualidade e possui grande poder de sedução.
300g de espaguete
¼ xícara (chá) de queijo parmesão ralado
¼ xícara (chá) de queijo ementhal ralado
¼ xícara (chá) de queijo cheddar ralado
¼ xícara (chá) de queijo gouda ralado
½ xícara (chá) de creme de leite fresco
1 colher (sobremesa) de manteiga
sal
pimenta do reino
1 colher (sobremesa) de manjeiricão
Cozinhe a massa e escorra bem. Misture os queijos, o creme de leite e a manteiga numa panela de cerâmica e leve ao fogo baixo até ferver, mexendo sempre com uma colher de pau. Adicione o sal e a pimenta a gosto e o manjericão. Jogue a massa suavemente na mistura e mexa. Consagre o feitiço a Vênus e Eros.
Fonte: Magia Prática
Pão do Amor
Deve ser feito especialmente para quem se ama.
500g de farinha de trigo
30g de fermento biológico
1 colher rasa (sobremesa) de açúcar
sal a gosto
½ xícara (chá) de azeite
gengibre
alcaparra
tomate seco
ervas (manjerona, tomilho, orégano, manjericão)
Misture o fermento e o açúcar, até dissolver. Junte o sal, o azeite, a farinha e amasse bem, pensando em seu amor. Junte à massa o gengibre ralado, as alcaparras e tomates secos picados e as ervas. Deixe a massa descansar por 30 minutos. Enrole o pão em forma de meia lua ou de coração, pincele com ovo batido e asse em forno pré aquecido. Faça o feitiço às sextas feiras, de preferência na Lua Crescente ou Cheia. Consagre o feitiço a Vênus.
Fonte: Magia Prática
Agora todo dia eu deixarei alguma receita aqui, ou pelo menos enquanto durar meu estoque de receitas, que garanto por alguns meses. Depois disso a gente inventa outra coisa. Afinal, para que serve o estudo, a prática e o conhecimento? E principalmente, as lembranças que tenho da minha região, há séculos passados... Provavelmente algum lugar da Europa Medieval... Bretanha, quem sabe...
postado por: Vendaval! 1:19 AM
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Bom, estou com uns textos aqui, mas não vou postar tudo hoje não, pq senão vai ficar muita coisa. Mas espero postá-los todos antes do Samhain. Ah, esse ano vai começar com o pé direito!
BANHOS
Autoria: Sibyla Rudana
Atualmente, no Brasil, os banhos de ervas, folhas e flores sofrem a influência de diversas culturas. Este conhecimento garante que os banhos podem lavar o corpo e a alma, renovando as energias da aura humana, espantando a má sorte e atraindo a felicidade para nós. É só comprovar, pois há banho para tudo.
Dicas Importantes
Os banhos devem ser acompanhados de preces pessoais espontâneas e sinceras. Peça. Converse com os Deuses.
As flores e ervas frescas não devem ser fervidas. O valor energético das mesmas se perderá.
Caso não consiga flores e ervas frescas, você pode usá-las secas. Neste caso, poderá colocá-las em água fervente e abafá-las. Evite fervê-las.
Se estiver sentindo frio, acrescente ao banho, já preparado, uma quantidade de água mineral quente.
Os resíduos dos banhos devem ser devolvidos à natureza. Coloque os resíduos num jardim ou no mar. Não se joga no lixo flores e ervas utilizadas em banhos energéticos, pois, se forem devolvidas à natureza, servirão como adubo.
Na verdade não existe mal algum em jogar uma mistura de sal grosso e água na cabeça. Afinal de contas, nós não tiramos a cabeça para entrar no mar, onde há maior concentração de sal que nos banhos de limpeza energética. O que causa desconforto e cansaço é manter o sal no corpo por muito tempo. Por isso, três horas após um banho com sal grosso, banhe-se apenas com água, caso use o banho da cabeça aos pés.
Banhos preparados com ervas como arruda, comigo-ninguém-pode, espada-de-são-jorge e pára-raios não devem tocar a cabeça. Podem causar cansaço, letargia, dores e insônia. Evite-as.
Para atrair o Amor
2 litros de leite
4 colheres de mel
1 maçã vermelha ralada
2 pauzinhos de canela
Ferva o leite e acrescente os demais ingredientes. Deixe esfriar. Coe e use após o banho higiênico, da cabeça aos pés. Cubra a cabeça com uma toalha e vista-se sem enxugar-se, ou coloque um roupão.
Para Paixão
1 maçã vermelha ralada
1 maço de salsa fresca
4 litros de água mineral
4 colheres de mel de flor de laranjeira
No primeiro dia da lua cheia, coloque a água numa vasilha grande e acrescente os demais ingredientes. Coloque a vasilha num local onde possa receber o frescor da noite e a luz da lua cheia. Na manhã seguinte, coe a mistura e utilize-a, após o banho habitual, da cabeça aos pés. Cubra a cabeça com uma toalha e vista-se sem enxugar-se, ou coloque um roupão. Os homens devem retirar a salsa e utilizar o banho apenas com os outros ingredientes.
Para Fartura e Prosperidade
4 litros de água mineral
6 paus de canela pequenos
1 colher de chá de noz moscada ralada
6 folhas de louro
1 colher de sopa de erva-doce ou funcho
6 moedas douradas ou uma peça de ouro
Pétalas de rosa amarela
Num dia de lua cheia, ferva a água e acrescente os demais ingredientes, exceto as pétalas da rosa amarela. Coe. Guarde as peças de ouro e as moedas. Deixe esfriar e antes de utilizá-lo, acrescente as pétalas de rosa. Tome o seu banho habitual e utilize a mistura derramando-a generosamente da cabeça aos pés. Cubra a cabeça com uma toalha e vista-se sem enxugar-se, ou coloque um roupão.
Para Sorte e Harmonização
4 litros de água mineral
2 colheres de sopa de óleo de amêndoa para o corpo
10 gotas de essência de rosas
Pétalas de rosa branca, lírio e angélica
1 quartzo branco bruto
1 quartzo rosa bruto
1 citrino bruto
1 ametista
Numa noite de lua crescente, coloque todos os ingredientes numa vasilha grande e deixe-a num local onde possa receber o frescor da noite e a luz da lua. Na manhã seguinte, após o banho higiênico, banhe-se na mistura, comprimindo as pétalas de rosa sobre a pele do corpo. Não se enxugue. Vista-se com um roupão e enrole uma toalha nos cabelos. Vista-se com roupas claras.
Para Proteção Espiritual
10 ramos de alecrim fresco, sem os galhos
30 gotas de essência de verbena
1 punhado de sal grosso
4 litros de água mineral
Ferva a água, desligue a chama e coloque os ramos de alecrim e o sal grosso. Deixe esfriar. Macere o alecrim com as mãos, como quem esfrega uma roupa. Antes de utilizar o banho, acrescente as gotas de verbena. Banhe-se do pescoço para baixo e deixe a água secar naturalmente ou use um roupão. Duas horas depois, tome uma chuveirada, se estiver sentindo um sono anormal.
Para afastar o mau olhado ou quebranto
3 litros de água mineral
1 garrafa de cerveja clara
Misture a cerveja com a água e banhe-se da cabeça aos pés, após o banho higiênico. Enrole uma toalha na cabeça e vista-se sem enxugar-se.
Para retirar a negatividade
4 litros de água mineral
2 punhados de sal grosso
2 dentes de alho roxo cortados em cruz
5 galhos de arruda macho
5 galhos de arruda fêmea
Ferva a água com os dentes de alho cortados. Quando a água estiver morna, acrescente a arruda, tratando de macerá-la, até que esteja totalmente desfeita. Misture o sal. Deixe esfriar e coe. Use do pescoço para baixo, após o banho habitual. Passadas duas horas, tome uma chuveirada de água morna ou fria. Faça na lua minguante.
postado por: Vendaval! 1:12 AM
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Apresento-lhes as três primeiras estrofes d'O INÍCIO DA NARRAÇÃO E O CONCÍLIO DOS DEUSES, por Camões:
I
Já no largo Oceano navegavam,
As inquietas ondas apartando;
Os ventos brandamente respiravam
Das naus as velas côncavas inchando;
Da branca escuma os mares se mostravam
Cobertos, onde as proas vão cortando
As marítimas águas consagradas,
Que do gado de Próteu¹ são cortadas,
*1.O autor se conforma à acentuação latina proparoxítona. Próteu guardava as manadas de animais-marinhos de Netuno.
II
Quando os Deuses no Olimpo luminoso,
Onde o govêrno está da humana gente,
Se ajuntam em consílio glorioso,
Sôbre as coisas futuras do Oriente.
Pisando o cristalino Céu formoso,
Vêm pela Via Láctea juntamente,
Convocados, da parte de Tonante¹,
Pelo neto² gentil do velho Atlante.
*1.Epíteto aplicado a Júpiter, como deus das trovoadas.
*2.Mercúrio, mensageiros dos deuses, o qual por parte de Maia, sua mãe, era neto de Atlante.
III
Deixam dos Sete Céus¹ o regimento,
Que do poder mais alto lhe foi dado,
Alto poder, que só co'o pensamento
Governa o Céu, a Terra e o Mar irado.
Ali se acham juntos, um momento,
Os que habitam o Arcturo² congelado
E os que o Austro³ têm e as partes onde
A Aurora nasce e o claro Sol se esconde.
*1.Sete órbitas que, segundo a astronomia antiga, eram percorridas por Saturno, Júpiter, Marte, Sol, Vênus, Mercúrio e Lua.
*2.O Norte_por se tratar da constelação do Bootes ou Boieiro.
*3.O Sul.
(resumido do livro "Camões, Épico" 2ª ed., por Aires da Mata Machado Filho. Livraria AGIR Editora-Rio de Janeiro-1960)
Na terceira estrofe o sr. Aires da Mata Machado Filho, ou seus editores, lembraram que Camões havia "esquecido", "fugido" um pouco à Mitologia ao falar "do poder mais alto lhe foi dado,/Alto poder(...)Ali se acham juntos, um momento,", mas é importante analisar mais a fundo; Camões ressalta que o DEUS cristão é a junção de todos os deuses pagãos.
Por isso, caro bruxo ou bruxa, é importante respeitar todas as religiões, por mais que diverjam da sua opinião, pois elas acabam sendo parte umas das outras. Desrespeitar o budismo, o catolicismo, o cristianismo, o hinduísmo, o taoísmo, o espiritismo...É desrespeitar a sua religião. Vale lembrar que esse é, não só um princípio da bruxaria, como também um princípio de vida.
Boas vibrações para todos!
postado por: Vendaval! 1:06 AM
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Segunda-feira, Abril 05, 2004
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Pra começar, esse blog não é manual prático para bruxaria, nem indicado para quem se diz bruxa moderna que descobriu numa revistinha de banca de jornal o que é Wicca e após dois meses fez uma iniciação. Eu não sou wiccan. Leio tudo sobre, gosto de esoterismo, acredito cegamente na bruxaria como acredito na vida, sem sombra de dúvida sei que ela é tão real quanto eu ou você. E não estou desmerecendo a Wicca. Só que não se vira bruxa. A gente simplesmente é.
Neste blog eu não vou dar dicas do momento certo para a iniciação, nem vou dizer pra um leigo fazer um feitiço para dor de barriga. Não indico o que dizem ser "magia negra", não jogo tarô para ninguém.
Faço porque gosto e não encaro como trabalho.
Faço para ajudar amigos ou gente que eu acho que merece um pouco de atenção.
Reeditei esse blog para ficar 100% esotérico e deletei todas as partes mais pessoais, inclusive as poesias. A não ser aquelas que tinham algo a ver com o assunto. Espero em breve elaborar um blog pessoal, sem misturar as coisas. Essa nova organização foi extremamente necessária. Recomeço aqui o Esoteric's.
Vou colocar um feitiço aqui de utilidade pública, rs*... Para cólicas menstruais:
Retirado de um livro da Marcia Frazão - Revelações de Uma Bruxa.
Se bem que não tem muita utilidade para uma bruxa da cidade, a menos que ela saiba onde encontrar os objetos...
Faça um pequeno saco de veludo vermelho, coloque dentro dele uma pequena safira, um pedaço de coral de qualquer cor e alguns pêlos da crina de um cavalo. Use o amuleto sempre que estiver sofrendo com cólicas.
Apesar de eu ainda achar que o feitiço meu que havia postado aqui antes tinha ingredientes muito mais fáceis de serem achados por todos, como o meu não obteve resultado, ainda mais porque a vela apagou diversas vezes durante o ato do encantamento. E eu tive que troca-la por uma não-virgem. :|
Isso significa que: Lene continua com cólica, a mens dela ainda não veio, e eu não vou poder fazer nada porque não tenho aqui uma safira, nem um cavalo(rs*), nem um coral... Só um paninho vermelho... E nem é veludo!
postado por: Vendaval! 2:59 AM
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